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domingo, 27 de dezembro de 2020

Mergulhando na escuridão

 

Mergulhando na escuridão

De repente o instantâneo do momento da explosão, quando tu aciona um interruptor e a luz clareia a escuridão...bem assim

Esse espaço de segundos de anos, de tempo indeterminado eu estava em escuridão total

Nada...nada...era breu, a sensação não se apegava a uma densidade de matéria tipo estou voando, estou sentada numa cadeira, num rio, em um lençol de areia, estou na grama, nada...

Estou assentada em pé sobre nada...é uma consciência sem apoio físico ou apoio de identidade

A consciência da dimensão de tempo é zero...a sensação de fome ou de frio é de urgência de movimento inexistente

A ansiedade eterna que eu vivo de saber a lógica das coisas

Inexistente,

a euforia, a angustia, a depressão a mágoa, a alegria, o amor, a saudade... nada

Lembrança do passado, presente, situações emocionais...nada

Consciência de família, lembrança do passado, do presente, vínculos emocionais...nada

Realidade ou irrealidade, o que é ou deixa de ser ... é um barulhinho, como se fosse um papel passado em uma base, uma mesa por exemplo...ai nessa escuridão, nessa negritude, tenho a sensação de virar a cabeça atrás do som ...

Na busca de qualquer referência, dentro desta situação de escuridão total a ordem é identificar algo de início a evolução de um pensamento, referência, frente de referência... um movimento, uma luz, um ventinho, nada...escuridão total...a respiração é como se não tivesse corpo físico para respirar, não tem importância nenhuma mas ela está acontecendo, porque a respiração é curta... então passa um pouco mais... a minha visão para enxergar algo, algo, porque eu tenho a sensação de estar a milhões de anos nesse tempo, nessa situação...e isso está começando a me fazer uma irritabilidade...aí a percepção que se desenham ou apresentam números a minha frente... 17 de 12 Bordin, uma placa nos pés da cama do hospital...17 de 12 Bordin...17 de 12 Bordin, é meu nome, nome de meus pais., nome da família do meu pai...e 17 é o dia que ele nasceu. Está bom...referência.

Ai então eu busco uma lógica para isso...a tá...hoje é 17 de dezembro, ai me dou conta que não é hoje. É que eu despertei desse aprendizado, desta mudança que estou vivendo no dia 17 de dezembro...Bordin sim, eu sou Bordin...aí já busquei o sonho que eu tinha e a gratidão de uma consciência absoluta, que eu morreria com 53 anos de idade, somados aos... não...é assim, então é 63, eu tenho 66 anos, não é dimensão rotineira, é a consciência de tempo, e é individual...66 anos eu tenho, queria ter morrido com 53...66 - 53 da treze...13 anos...meu número.

Tudo some de novo, não que tivesse aparecido coisa nenhuma. É tudo tão sem lógica e tão sem lógica, que sumiu. Tem alguém dirigindo isso? Não tenho percepção de nada

A percepção extra sensorial é de dimensões infinitas...eu não dou conta...tudo escuro...as vezes eu tenho a sensação que eu tenho mãos e que eu posso tocar procurando formas...mas aí, o que eu sinto, é a percepção de uma enorme teia de aranha...enorme...e aí eu me dou conta que eu estou em uma imensidão...que eu não estou em um quarto de hospital, que eu não estou na minha casa...que eu estou no espaço, mas é um espaço tipo buraco negro...mas não tem vida no buraco negro...e eu estou viva !!!

A sensação dessa...ou a percepção dessa teia de aranha...ela me deixa meio amarrada...uma conclusão óbvia. Na minha sala de atendimento eu tenho uma teia de arame, feita pelo meu filho e pela minha nora, o espirito de Ikatomi, a aranha que rege a teia, me acompanha desde que eu nasci.

Teia de aranha, buraco negro, não enxergo movimento nenhum...nenhum...não percebo qualquer espécie de percepção de humanidade que permaneça, sentimento de vida de vibração de movimento...breu total.

De novo a percepção de tempo. Um incomodo, é como se eu tivesse um corpo grande que não se acomodasse em lugar nenhum...mas como eu a tenho 66 anos e aprendi a controlar a ansiedade do tempo e respeitar a espera do tempo que passa, dou uma mexida, não sei em que porque não sei que forma tenha ...de novo aquela sensação que eu vi algo ...um ritmo, distante...muito distante

Aí a percepção ela dentro desse não sentir a realidade como não conseguir em nada ou não sentir ordem ela  traz um cansaço...cansaço físico...iiiiiiiii como buscando a necessidade de  o corpo descansar em uma rede...mas que corpo e onde a rede seria colocada...e cadê a rede...quando a sensação de dois olhos...sim dá para contar, 1,2 sim dois olhos grandes, negros...meu Deus, mas tem branco no olho...dois olhos negros e uma vibração como de ondas, sem som mas com entendimento olá ...é o que eu entendo...é o que eu percebo, e quando eu penso em minha boca abrir para falar olá, o olá já está lá, já voltou, já mandei de volta...uiuiuiuiui, tem que acelerar meu cérebro para entender porque isso, mas tenho a serenidade de entender que estou vivendo uma experiência...pós morte? Sei lá.

Assim como veio a sensação, ou raciocínio, de pós morte ...isso se desmanchou porque começou um diálogo entre eu e eu mesma, entre eu esse reflexo, entre eu e essa outra forma     estas estranhando muito o que estas vivendo ?...sabes onde tu estas ?...aí eu respondi: - Não, dentro da lógica e de minhas recordações, parecem que foram a séculos ...eu fui fazer uma cirurgia e morri...e a percepção de que seria uma vida paralela ou parecida, que eu iria encontrar meus ancestrais ou amigos queridos, isso tudo não existe ? Porque até aqui eu só tenho a escuridão...não vou perguntar se eu me comportei bem ou mal, porque minha mente já evoluiu além disso ...não creio no inferno...não creio no paraíso, nem no limbo, mas honestamente eu não estava preparada para uma situação assim.  Fico sem reação...aí ela falou, ela...determino como ela, tá... e se eu dissesse que é assim que ter que ser para entrar nessa dimensão e, senão ficasses nesse jeito que tu estas agora, tu não a perceberias nunca? Eu pensei...fiquei pensando um pouquinho nisso que ela falou...fiquei na dúvida se isso não seria mais uma evangelização, mais uma doutrinação, mais um novo mestre, mais um novo dogma...socorro não aguento mais ai eu...fiquei em silêncio, não respondi nada...e ela disse: - Não tem nada a ver com novas situações...não tem nada a ver com novos paradigmas...é o que tem que ser. Então a partir de agora vou precisar que tu mantenhas a mente muito aberta e que todas as pré concepções que tu possa ter tido, sobre a minha existência, porque sim...eu sou a senhora da morte...eu quero que tu esqueça, tudo que tu pré concebeste a meu respeito            queria te convidar, antes de ir embora, antes de tu ires embora para tua dimensão real, poder trocar contigo...queria saber como tu estas neste grau de evolução...me fala de ti...eu dei uma risadinha né, porque tem coisa que tenho pavor é de falar de mim e...aí fiz, aí comecei...ok. Eu estou com 66 anos, gerei 4 filhos de quatro cesárias, tenho 6 netos de sangue e um monte de netos de alma, vivi a minha vida inteira com um homem só...desde pequenininha tem um grupo espiritual que me acompanha, eu não sou uma pessoa que questiona as verdades...as aceito e quando vejo que não são verdades eu me afasto delas eu as deleto, praticamente, minha paciência é relativamente curta assim como minha persistência é infinita...não tenho mais o que falar...essa sou eu. Ah! respondeu ela: - Se tu pretendesses te apresentar a alguém seria dessa maneira? Sim, o resto não tem valor, não pesa mais, não tem importância, é o que é, é o que ficou...é o que tem soma...aí ela disse : -ah! então estou percebendo que tu conseguiste chegar e um tal grau de entendimento do que é importante...fica e que não é importante...apaga. Eu dei uma risada porque nesse momento vieram meus quatro filhos, por quem eu digo que dou a vida assim como o pai deles, porque eu também dou a vida...me veio o sentido de pensar: vou desistir de um deles e ele vai sumir...não sei e se eu teria esse desapego...acho que não. Mais enfim... aí ela...sempre a sensação que eu tenho, estou no meu pensamento, porque até então não mexe minha boca. A gente está conversando em um campo de uma energia de uma fraternidade ou de uma irmandade muito grande, como se ela me conhecesse muito bem e eu nesse conhecimento dela por mim eu pudesse acessar a troca de percepções e informações para o meu cérebro sobre a exatidão da ida

Ai ela me perguntou outra coisa... - O que que é que tu sabe sobre a exatidão da vida? Bom...respondi: - Eu sei que existe uma lógica porque se a senhora me perguntar qual é a minha religião ...eu tenho a mãe natureza como guia, eu sigo os exemplos dela, eu obsecro muito e sinto que ela é o grande relógio desse planeta porque sem ela não existiria nada, óbvio, então essa percepção matemática de que um mais um são dois em uma dimensão e que dois mais dois são dez, noutra dimensão, para mim é muito lógico, então para mim a matemática é a mãe de tudo. Então no momento em que o micro organismo se transformou em dois, começou a evolução ...e eu entendo esse planeta, esse sistema solar como um laboratório deste corpo infinito que se chama Sistema Solar onde moramos e, que só ele tem tudo que ele tem que é para desenvolver percepções, que para mim, são de tele-transporte . Ela disse... Hum, que parece quando fico irônica comigo mesma...as vezes tenho a sensação que estou falando comigo mesma...mas tudo bem...estou muito feliz de não estar naquela solidão, naquele silêncio, naquela escuridão , porque eu estou falando com os olhos e meus olhos estão fechados, porque a escuridão é tanta que se tornou insuportável e aí eu fechei os olhos para fazer de conta que eu posso dominar isso tudo e que quando eu abrir os olhos haverá luz...ai ela...como se ela estivesse pensando sobre o que eu falei, ou como se ela estivesse anotando, porque as vezes escutava o barulho de um ritmo, já falei nesse ritmo, que agora parecia um teclado , não sei...de computador? Não, não é. Aí ela me perguntou sobre...sobre as lógicas do desenvolvimento da matemática tipo teorema de Pitágoras que eu levei séculos para decorar a fórmula do raio, sobre as formas geográficas, sobre o círculo       sobre a teia de aranha e, tudo terminando em matemática...tudo terminando em matemática. E a justiça? Perguntou ela...como tu determina a justiça? Como tu entende a justiça? Eu disse para ela que: Eu sou a maior assassina que ela poderia vir a conhecer, porque eu perco a conta de quantos milhões de rosetas eu arranquei da terra...e fiz fogo com elas para que desse uma grama limpa no lugar onde eu moro...então eu disse para ela que o caminho da justiça é, quando eu estou responsável por determinada coisa, é eu propiciar aquela determinada situação, uma qualidade            de beleza...eu acho a beleza fundamental na ordem da vida. Eu acho muito bonito quando um triangulo se monta com um quadrado e se junta com um losango e assim vai... ai eu fico pensando...quantas formas eu posso criar dentro de um círculo. Aí eu disse para ela que sentia assim, que justiça para mim é eu aceitar o outro como ele é: se ele não me aceita como eu sou, não ou perder tempo discutindo ou querendo que ele me aceite como eu sou ...e que eu devo ter vivido muito...algum ancestral meu foi muito ativo no tempo de olho por olho e dente por dente porque essa é a lei, para mim. Sabe quando tu fere alguém, tu só vai sentir a dor de quem foi ferido se tu passar a mesma dor...

...de novo o silêncio existencial, profundo...meu Deus eu tenho coração porque eu busco ouvir as batidas do meu coração não ouço nada - Dentro dessa consciência que tu tens de justiça... ela me perguntou: - A regência da ordem, da lei, por uma hierarquia...o que que tu pensa a respeito? Odeio, o odeio é muito relativo, porque hoje para eu sentir emoção por alguma coisa, tem que ser muito importante dentro de um contexto, ou muito simples, para que eu me permita vibrar na sintonia dela, mas hierarquia para mim não deveria existir cada ser no comando de seu espaço. Quando nós fomos morar lá no ´sitio, que eu chamo sítio, que é um lugar para envelhecer em outra cidade...eu pedia desculpa para as formigas, porque o terreno era muito árido, muito seco e tinha muito cacto, muita formiga e muitos espinhos...e eu tinha que mata os formigueiros e botar veneno, e mata os morcegos que invadiam a casa...o telhado da casa e, eu pedia desculpas...eu pedia desculpas...eu sei que vocês estavam aqui...peço permissão para estar aqui. Ao mesmo tempo sentindo que eu estava invadindo o lugar a com donos mas sabendo que isso não tinha volta, que tinha que ser feito. A noite os bombeiros vieram retirar uma colmeia de abelhas que tinha no sótão da nossa casa...tiraram o telhado e tudo...aí o rapaz nos falou que era mel e canela e que era natural as maneiras de evitar e de combater e de fechar os lugares para eles não entrarem, porque os morcegos odiavam mel com canela. São tantas, em cada situações da vida, as curiosidades a respeito sempre me encantaram...sempre foi assim

Aí ela mudou radicalmente de assunto e ela me perguntou o que que eu tinha feito, dentro da minha caminhada, em relação a magia e em que eu acreditava como sendo magia...

A sensação que eu tenho, é que nós teremos a ida inteira para ficar conversando, mas a ......idade que eu tenho, ela não é de paciência, é de cansaço de fala. Eu pensei ainda com meus botões, quando vier a luz eu ou pegar o que eu tenho escrito e ou passar para o meu blog...ela vai ler e vai saber de tudo, isso eu na inocência de achar que ela não soubesse tudo. Quando eu estava pensando isso...ela emendou:  - Não é que eu não saiba o que tu ai falar, é que eu quero ouvir a tua maneira de interpretar o que tu fizeste. Bom, disse eu para ela, dentro dessa consciência que, o desenvolvimento de uma vida neste planeta, é um laboratório, o meu aprendizado, a minha opção, a minha escolha, desde pequenininha...foi através da magia...eu era fissurada por ciganas, eu era fissurada por fadas, eu era fissurada pelos pequenos Elementais, que as vezes eu ia no orvalho da grama da manhã quando eu corria para ir para o colégio e cuidava para não pisar em determinados locais, porque tinha uma colônia ali, daqueles seres. Conforme meu crescimento foi acontecendo, foi maturando isso e paralelo a isso eu constitui uma família, que mesmo que o meu corpo estivesse a dizer, que não era para eu gerar filhos...eu fiz quatro! Isso para mim era uma magia ... era uma alquimia minha com o meu corpo, para ver até onde ele podia ir. Ai o médico ligou as trompas, óbvio, não ia eu indefinidamente cortando a barriga, então eu tenho quatro cesárias na minha vida

...e o jeito como que eu procurei tudo que estivesse ao meu alcance de participar e de conhecer, informações, práticas, vivencias, sobre tudo que eu pudesse...minha experiência com Rosa Cruz, com Seicho Noie, com Reich, com Maçonaria, com os Templários, com os Ciganos, com a Umbanda...a Umbanda foi em função da quarta filha, que nasceu surda e cadeirante, não nasceu cadeirante...tornou-se cadeirante, e entrar na Umbanda foi em função da saúde dela...foram longos 15 anos de aprendizado.

Ai ele perguntou a respeito , ele não ela, essa voz, perguntou a respeito...porquê do feminino, de porquê durante essa caminhada toda a minha responsabilidade e minha prática maior e minha dedicação é com as mulheres... são dois motivos bem sucintos,

1. Não tenho paciência para os homens

2. Cada mulher cuide de seu homem

Na minha família, saídos de mim, tenho dois filhos homens e tenho 5 netos homens, é muito homem...e mais o pai de meus filhos, então é muito homem para administrar...cada mulher cuide de seu homem e administrar na magia é gerenciar alquimia para felicidade destes homens, porque os que saíram de dentro de nós, os que levam como hereditariedade a nossa sexualidade, nós temos liberdade de interferência. Ela me perguntou como é que...da onde eu tiro tudo isso e eu disse: - De uma lógica de vida...não sei se é verdade...não sei se é mentira, mas sinto a verdade na atitude e sinto esse ensinamento desde a primeira vez que li Fogo Cósmico da Alice Bailey, que para mim foi uma mestra, tendo sido esse, meu livro de cabeceira por muitos anos...e quando um dia, num fogo, a Gabriela queimou aquele livro eu sangrei, eu me desintegrei, mas respeitei a atitude da minha filha ...e assim tudo silenciou der repente...me deu um cansaço sabe, aliás eu estava cansada, pensei em tirar um cochilo para descansar um pouquinho, mas eu não tinha um cansaço de posição mal ou de deitar meu corpo numa cama...meu corpo estava bem, seja lá que corpo fosse, que forma tivesse, estava bem, era só cultivar o silêncio. Cada vez me encanta mais...era o que tinha que ser feito...e assim como passou um segundo, passou um século, que eu não tenho consciência de tempo, aqui onde eu estou...a voz dela me despertou, ou eu escutei a voz dela ou eu percebi a presença dela...aí ela disse que eu tinha uma caminhada interessante...a minha caminhada tinha sido interessante e se aprofundar em histórias emocionais como o amor transforma vida ou como tu amaste ou desamaste, ou odiaste ou perdoaste, isso tudo é livre arbítrio de cada um, então neste contexto não tinha valor, que o que ela queria era trocar comigo era objetividade  da vida humana...então o que eu poderia falar a respeito da vida humana, o que eu tinha aprendido a respeito da vida humana ...putz...é uma coisa que para mim nunca foi importante falar sobre a vida humana ...eu entendo , sempre entendi estar nesse planeta como parte de um estágio, aqui não é o começo e não é o fim ...onde é que seja o começo não é importante e onde seja o fim não me interessa...sempre tive um compromisso muito grande com o presente .Maior amor da minha vida, hoje eu sei, foi meu pai...ele morreu com 48 anos e eu não chorei, eu só tive uma crise de coluna estúpida  na noite que ele morreu e foi no interior, nós viajamos para lá e eu estava amamentando meu primeiro filho que obviamente não foi, então para mim a vida aqui é ...eu odeio dramas...eu me afasto imediatamente. quando eu vejo seres humanos perdendo tempo em fofoca , em comentar sobre assuntos que denigram a imagem da outra pessoa, tipo falar sobre moda é legal, moda da emprego, moda da subsistência...falar sobre a vizinha que esta´traindo, ou que comprou um  calçado de um preço tal, jamais, me nego, acho uma perda de tempo então, para mim a vida aqui... gerar os filhos ...legal, foi legal , faria de novo ? Dentro de uma lógica construtiva...dentro de uma lógica emocional...emocional faria tudo de novo, amo meus filhos ...de uma lógica construtiva sim, fiz minha parte, eles são evolução de um DNA. E para mim a vida nesse planeta é isso, tu adquirir conhecimento, entendimento, adaptação, controle, auto controle para o tele-transporte . A minha mente ela não concebe conceber, ou melhor, concebe o nosso sistema solar mas um milhão de sistemas solares onde se leva qual é o começo, qual é o fim...eu jamais vou me permitir, ou vou perder um tempo precioso de apreender a vida aqui, com o questionamento de quem somos e para onde amos.

...aí, de novo, um espaço enorme de tempo...passou ou não passou, não sei...aí eu pereci o som dela de novo...- Tens alguma pergunta para me fazer? Eu pensei muito sobre se eu teria alguma pergunta a fazer Primeiro lugar não sei com quem estou falando Senhora morte, então Senhora morte é um Orixá, um Elemental, é um Deva...é algo que está dirigindo a sincronicidade, neste momento?  Perguntar quem eu sou, da onde vim, ridículo...ridículo, jamais faria essa pergunta. Perguntar sobre a lógica de qualquer situação...qualquer situação, ridículo ...tudo são consequências de atitudes...não tenho o que perguntar...Estou viva, estou morta, não tenho curiosidade, sempre foi assim na minha vida...entrega total. Eu sou entrega total para meu mundo espiritual, ou mundo paralelo ou será que mundo é. Eu só sinto uma paz muito grande...e digo para ela que não, que não tenho nenhuma pergunta a fazer... não... em nome de tudo que tu possa imaginar, não que eu não tenha fome de conhecimento mas esse momento eu não me situo em nada, em momento algum em situação nenhuma, então nada tem valor nesse momento...eu saber A, B, C ou D , não interessa, interessa que eu estou conversando com essa energia que se auto denomina Senhora morte.

As vezes começa a aparecer...lampejos de luminosidade passam como que numa noite tormentosa um raio riscasse o céu ...alguma coisa está acontecendo ao meu redor...o tudo bem. Aí vamos pensar de novo o que eu poderia perguntar... todo sentido, todo ensinamento, toda repetição

Desenvolvendo esse tema de uma maneira ainda mais específica ainda...nesse planeta, meu entendimento e minha admiração com o pintor Leonardo Da Vinte, com o gênio...o cara foi um gênio, é incrível. Ainda pretendo levar meu corpo físico a Vila onde morou...um dia ainda vou fazer isso, se for para ser...mas enfim, me chama a atenção pessoas inteligentes...eu gosto muito de pessoas inteligentes.... O entendimento que ser inteligente foi homem, e que transava, e que tinha suas questiúnculas com a matéria, é o desafio, é isso aí, todo ser genial que passar por aqui, ele não vai deixar de ser humano, porque ele é humano ...e a lei maior é desenvolver esse entendimento, essa percepção com o desafio do instinto humano agindo no teu corpo... imagina que ele dessecava corpos para aprender a musculatura e tudo e, ele... tinha ereções  ...como devia ser para ele entender uma ereção dele mesmo ? Mas enfim é isso...enfim é isso! Entender que a vida por aqui é uma oportunidade, entender que a perda de tempo com o que eu não considero importante não me cativa e eu não comungo, não adianta. Eu sei que meu futuro, minha velhice...eu sei que eu sobrevivendo dessa experiência maluca, que eu estou tendo...   Será solitária, por que a voz do ser humano me irrita como se o silêncio fosse meu companheiro, meu amante, meu amigo, meu confidente, então minha percepção deste planeta é isso ... vivi como eu devia ter vivido e, num acidente de percurso, tive um câncer de útero e aí essa vivência que estou vivendo agora...estou morta ...estou viva, onde eu estou, estou fazendo um balanço...o que é isso?  E aí silenciei. Já me sentindo, a cada minuto, um pouco melhor, chegando em um lugar que eu não sei qual é mas que seria o fim da jornada! Sentindo aquele calor quentinho da vida...pensei não estou morta. É balões pretos e não balões coloridos, foi o que eu projetei porque não ajuda projetar balões vermelho, amarelos, que saem pretos...aí de novo o silencio. Ela pediu, em algum momento, que eu falasse o que eu sinto dos grandes mestres e dos grandes Avatares ...sinto figuras criadas pela mente humana. Eu tenho uma bengala de pitangueira...a projeção dos mestres, pelos seres humanos...porque os mestres saíram da cabeça de mentes humanas, de experiências vivenciadas por mentes humanas então eu tenho uma bengala, tenho o meu Deus

Ela insistiu que eu explicasse melhor quando tomei a consciência do macro e do micro...eu já tinha quatro filhos...esse entendimento estava bem intrínseco em mim fazendo parte do todo de uma pequenina formiga, mas isso tomou um vulto e uma realidade quando... eu sempre trabalhei muito e vi a notícia no noticiário, só que aos 20, 25 anos atrás. Eu tenho recorte guardado de uma bomba que tinha explodido no Iraque, acho que foi no Iraque, no Egito, não sei...aí eu escrevi um artigo, no Espaço do Leitor do jornal Zero Hora dizendo como é que alguém podia explodir bombas nesse planeta sem a permissão de todos humanos, porque aquela bomba que foi explodida naquele local ...porque aquela bomba, tão distante de onde eu moro, reverberava, reverberava, até chegar em mim, em uma vibração negativa...mas em fim...eu já tinha os quatro filhos, quando em uma noite , porque as grandes consciências que eu adquiro sempre foi com o fogo aceso, sempre foi perguntando para os povos que aí estavam, no campo da espiritualidade, ou da dimensão diferente da terrena e aí eles me falaram uma coisa muito simples...foi por volta desse dia da bomba, que explodiu, foi aí que eles disseram que eu entendesse o planeta terra como um corpo humano...então ...o meu corpo por exemplo que tem olhos, nariz, boca, coração, sexualidade...o órgãos sexuais, papapá pele, papapá sangue, papapá o resto todo...e que eu tivesse uma ferida no dedo mingo do meu pé esquerdo, e que se essa ferida não fosse combatida e encerrada ela poderia provocar a morte do meu corpo físico, porque ela poderia se transformar em uma grande ferida, em uma gangrena, e assim por diante...e o fio do cabelo, tinha que ser, do fio do cabelo até a parte ínfima dos meus pés tinha que ser ativado para que essa ferida fechasse...eu teria que dar ordem mental a cada região, para que essa ferida fechasse e que meu corpo físico tivesse saúde...e que eu dimensionasse isso para o planeta terra, como a explosão daquela bomba no Iraque, fosse a pontinha do pé machucado porque se todo planeta não cuidasse do corpo físico, chamado Planeta Terra, Planeta Terra ia adoecer e ia morrer. Nesse momento, com essa explicação, eu entendi a importância do todo, a importância do entendimento do micro e do macro e a partir daí, sempre em todas as situações da minha vida, do meu trabalho, da família, seja lá o que fosse, sempre procurei ensinar as pessoas, sempre que pudessem a ativar o seu cérebro para auto cura, ou para ajuda, por exemplo: quando fui para cirurgia essa última, eu conversei com o meu corpo, beijei com carinho minhas próprias mãos e pedi, que os órgãos estivessem em uma mente só, em uma jornada só para ajudar a reabilitar o corpo físico. Então essa consciência que eu tenho, que me acompanha desde muitos anos...muitos anos...silêncio absoluto...não percebo nenhum movimento...aí de novo, aquela percepção de um tempo que não anda, ou de um tempo que passou muito rápido. Ela perguntou se eu sabia o que está acontecendo neste momento comigo...aí eu disse que eu não tenho consciência de exatidão, consciência exata de nada, muito pelo contrário...sinto até uma felicidade porque não sinto dor física, nenhum apego com relação a angustias familiares, de quem ficou ou de como vai ser a vida de quem ficou, porque eu dei o melhor que pude e cada um faz a sua trilha.., isso com relação a filhos, ao pai dos meus filhos, em relação a minhas irmãs, se eu estou morta tudo bem...só quero ver se eles vão fazer o som que eu pedi...que eu quero ser cremada e, quando forem largar as cinzas tenha uma música muito bonita. Se eu estou viva, como é que ai se dar esse retorno a matéria, a origem, e aí sinto uma náusea, como um misto de expectativa, de ansiedade que até então eu não tinha como consciente.

A percepção do som dela vou repetir até o fim do que estou falando é muito rápida...é muito rápida então  e´...como se a conclusão dela fosse a minha... é como se a racionalização matemática fosse uma soma do que está sendo vivido fosse uma lógica que o meu cérebro já tivesse entendido, mas a minha psiquê não foi educada para isso e eu ainda tivesse que aprender entendeu esse comportamento ... aí ela disse sim...estas passando por um momento único em que a vida nunca será a mesma... a tua percepção e a tua consciência é de uma ancestralidade muito antiga, o teu respeito a tradição e tudo que é concebido nesse planeta é o certo, não é mérito,  não é aplausos, não é maravilhoso...é o certo...e o que está intrínsico nisso tudo é o tele transporte. Tu falaste lá no início, que o ser humano está aqui para ter conciencia do seu limite, do seu peso, da sua medida...quando ela falou isso eu me lembrei no tempo   que eu estava na paixão da descoberta do tele transporte isso fazem uns cinco anos e...eu vivi tele transporte e...eu falei com algumas pessoas que me olharam com carinho, com respeito mas...eu não sei se acreditaria se ouvisse um ser humano comum, sem grandes medalhas, falar sobre algo tão quântico, mas tudo bem, fazem uns cinco anos e eu nesse período eu estava treinando muito...fazem mais que cinco anos...fazem uns oito anos...eu estava treinando muito tele transporte, então eu procurava sempre primeiro entrar em um estado de serenidade com meu corpo para fazer experiências e levar o meu corpo à um centímetro adiante onde eu estava, nessa época ...todo esse desenvolvimento que eu fiz nesse trabalho autodidata, foram fazes, porque a Gisela que é minha companheira...já falei ela é cadeirante e surda, ela tem o mundo dela ...então eu dizia : - Filha eu estou indo fazer fogo...e ela... – Legal. Sabe...ela já fez muitos fogos comigo, então eu tenho a liberdade de 90%, de usar o meu tempo como e quando eu quero, quando eu estou precisando usá-lo, em situações de magia e em outras também Neste dia estava uma energia muito densa, sobre a região onde eu moro e ...um temporal... negro estava se formando ...e eu tirei fotos nesse dia e a sensação que eu tinha é que eu podia tocar com as mãos na densidade dessas nuvens e tirar um naco delas de tão densas...não tinha uma janelinha azul no céu...estava uma profusão de  loucura...estavamos só eu e a Gisela em casa, e eu fechei a casa toda muito assustada...muito assustada, cantando os mantras que eu canto, dos Orixás da natureza né, dos guardiões, e fui para o banheiro com a Gisela com nossas vassouras...eu tenho a minha e ela tem a dela, então eu disse : -Filha vamos segurar a onda aqui e...quando tem tempestade assim eu gosto muito, que eu esteja sozinha com a Gisela, nós combinamos de gritar, gritamos eu e ela, gritamos muito...procuramos gritar mais alto que a tempestade, que os raios e os trovões. É uma histeria que acontece conosco e a gente grita e diz...nós estamos aqui, protejam nosso cantinho, nós somos paz... frases nesse sentido, mas gritamos muito alto, muito alto...muito alto.... Quando estava chegando a tempestade com aquele rugido, como quem já passou por uma tempestade nesse planeta, uma tempestade feia conhece, eu me lembrei que a porta dos fundos...minha filha ainda morava lá nos fundos, eu não tinha fechado a porta dos fundos por que até tinha ficado muito seco o tempo e eu tinha recolhido a roupa e eu não me lembrava se eu tinha fechado as portas. Aí começou a me dar uma angustia muito grande, e um desespero muito grande e um desespero que eu não tinha sentido antes, a ponto de me dar uma dor no peito e eu disse...o vento vai levar tudo, ai arrancar o telhado ...sabe quando tu entra na onda do

 

histerismo que não controla o pensamento e aí...eu tinha que ir lá fechar a porta eu tinha que ao menos enxergar se a porta estava fechada, mas eu não podia sair do banheiro, eu não podia largar a Gisela em hipótese nenhuma sem eu estar junto, em uma situação de macro poder total sobre ela com a minha responsabilidade e aí eu disse para ela calma...calma, que ela me ajudasse,  com a mente, expliquei para ela com gestos que nossa linguagem é de sinais , e ao mesmo tempo que parei de falar com ela, me apoiei na parede e projetei meu corpo em direção a casa

Não foi vassoura, não foi calçada, não levei nada comigo, era o meu corpo que entrou, porque a porta estava aberta, entrou e fechou a porta e voltou em um átomo de um quarto de tempo...e quando eu tomei consciência que tinha voltado, a Gisela pegou minhas mãos e disse : - tu voltou, eu medo, tu voltou, fiquei preocupada quando eu tomei consciência de ter voltado...eu fiquei com muitas náuseas, muito excitada...não acreditando no que eu tinha vivido.

O temporal passou foi terrível, quando abrimos a porta da casa tinha telhas pelo chão, cravadas como lanças... foi uma tempestade violenta, destelhou várias casas, foi assustador...então essa situação de tele transporte já vivenciei e...fui movida por um sentimento de terror muito grande e se eu precisar ter esse sentimento de novo, para mover algum sentimento do meu corpo eu não vou fazer.

Na real, esse aprendizado eu larguei, larguei. Certo ou errado, esse câncer veio para me trazer a responsabilidade de desenvolver...continuar fazendo experiências não sei, vamos ver...

As vezes começa a parecer que os relâmpagos de luminosidade passam, como em uma noite tormentosa um raio riscasse o céu...alguma coisa está acontecendo ao meu redor ... ok tudo bem...aí vamos pensar de novo o que eu poderia perguntar...todo sentido, todo ensinamento, toda repetição, repetição, repetição, do desenvolvimento de toda civilizações humanas, vem encima de Decretos, encima de Leis, encima de regras que sempre levaram a humanidade ao caos. Sempre tive muito esforço, sempre fiz muito esforço de dobrar regras, como aceitar regras, por isso sempre fui autônoma... até tentei ser funcionária pública, até tentei ter um negócio mas...se me chamarem na China, amanhã, estou indo, então... qualquer coisa que for fazer terei que ter um passaporte para sair do Brasil, saco isso... no momento em que o avião pouse, onde quer que eu vá e eu me ajoelhe e beije aquele chão, eu estou beijando minhas mãos ou um pedacinho do meu pé ...ou meu anel no dedo, porque aquele pedacinho faz parte de mim...é eu também, então regras, regras, regras, entender que tudo é uma grande Aldeia e que, para colocar em ordem, colocam leis, afinal ...isso não me cabe, se não teria optado por outro caminho, até para fazer soma nesta evolução aqui. Aí a ordem é de meu Deus...meu Deus, quando o inferno, o paraíso, o limbo, como o pós vida...um lugar lindo, todo mundo em paz...meu Deus porque o ser humano cria tanta fantasia? Para levar adiante situações emocionais que se tornam feridas, eu respeito, jamais tu vais me ver apontar o dedo para qualquer filosofia ou qualquer verdade, assim como quem diz que o que eu estou falando é verdade? Verdade para mim. Então este conceito que existe morte após a vida...existe transformação, porque tudo se transforma...transformação em que não sei... vou perguntar para Senhora morte... porque?

Aí de novo um clarão forte...mas ele é tão rápido que eu não consigo perceber o que tem ao meu redor, porque a negritude volta em seguida...negritude...negritude me traz um entendimento que eu tinha a uns cinco anos atrás, que a nova leva do desenvolvimento humano seria a evolução da era de aquários seria regida pelo povo negro e eu fiquei muito triste quando...eu vi a raça amarela se movimentando muito forte...aceito...aceitei, meu senso crítico é nenhum, mas aí comecei a estudar um pouquinho: raça negra...raça negra, porque...porque os negros ficaram hostilizados em diversas partes do planeta, como escravos, principalmente aqui no Brasil, onde a terra foi dominada e os índios também não lutaram para se defender...quando foram lutar foi um arremedo porque não tinham dentro de si essa alto proteção, seriam seres ainda criança, no sentido de conceito existencial, e os negros ? Hoje ainda eu analiso com dor, me dói a cabeça...acompanhando as notícias da África e dos países negros quando eu vejo as tribos se matando...continua tudo igual...aí eu penso como é que poderia haver alguma evolução com a raça negra quando ela está tão preocupada em se auto dizimar...aí me vem um pouco de lógica, dos negros terem vindo ´para o Brasil, porque aqui tem espaço para todos existirem. Aí eu vou perguntar...o que que vou perguntar a Senhora Morte, a respeito disso... ............ me surge a imagem de um modo que não sei exatamente o que é, em um clarão da luz...ai o meu cansaço é muito grande...é como se o tempo fosse passando a partir de um determinado momento, eu começasse a sentir o peso do meu corpo e a mobilidade em que ele está

Essa ligeira sensação de incomodo começou a interferir no meu bem estar de até então...até então não importava onde eu estivesse, o que estivesse sentindo, eu estava bem...mas ai é como meu corpo estivesse engessado, Eu sentia ela, essa energia, junto comigo...espectadora...ai eu perguntei se ela, ela, podia falar o que estava acontecendo comigo, em que dimensão eu estava, se eu tinha morrido, se eu estava viva...ai ela demorou um pouquinho para responder e me perguntou : - O que que tu achas ? Eu pensei um pouco e disse...até então eu achei que estivesse morta...porque eu não tinha a dimensão de corpo físico e agora, a sensação que eu tenho é que estou engessada...tenho dificuldade de respirar, minha respiração está curta...é como eu estivesse em uma hora estranha de acordar, e eu tivesse que acordar...um tanto confuso tudo isso. O que está acontecendo? Ai ela disse bem pausadamente... - O que vou te contar agora, o que vou te dizer agora, vai ficar guardadinho ai na tua psique, na tua consciência...tu vais levar para tua inconsciência, se tu quiseres, se tu quiser te lembrar tu vais lembrar, se não for importante para ti tu não vais lembrar, mas eu vou falar algumas coisinhas, porque tu és merecedora por ter chegado nesse estágio. Tudo bem, me senti bem, apesar que parecia que estava voltando de uma batalha muito dura, que parecia que a luta pela vida fosse de segundo a segundo... Ai ela começou a falar...a falar sobre o desenvolvimento da consciência humana no planeta... começou a falar sobre os caminhos que toda uma evolução química passou para que houvessem os ditos humanos no planeta tipo um acidente de laboratório... aqui seria um lugar para milhões de anos existir...mas por ter humanos demais no planeta estava acontecendo uma aceleração de danos, de perdas, e de repente essa superpopulação concentrada em lugares tão malucos, construídos pelo ser humano, representasse um desacerto em uma cadeia de desenvolvimento, e que esse desacerto teria que ser consertado, Ela falou que o conceito de vida pós morte que todas as filosofias humanas mantém, todas, muito pouco tem de real, muito pouco tem de real, que a continuidade do caminho é ciência e que o aprendizado da vida humana passando por esse planeta aqui é como que a emoção e o administrar essa emoção se equilibraria com a ciência, com tudo que tem que ser, assim como levaram milhões de anos para químicos se desenvolverem, para o planeta se tornar gelo, para as vidas evoluírem como matemática independente de fé...queria ver como esse estudo, esse acaso ou esse acidente mostraria o fim dessa era de aquários, o que ficou de positivo dessa experiência toda, então, a própria fé, a criação de valores, as diversas bengalas que o ser humano constrói para se apoiar...tudo isso faz parte da realidade de cada indivíduo, cada indivíduo assegura seu equilíbrio emocional com o que quer ou com o que precisa...que...seguindo a evolução, e agora vai começar muito rapidamente a acontecer porque o tempo urge, as religiões e as ideologias e as filosofias vão passar por uma grande transformação...é como se os grandes dinossauros construídos pelo homem, na linha do comportamento humano, chegassem ao fim, vão chegar ao fim...como se para tu ter um coletivo sadio, tu tens que ter um individual sadio e como é que é, com milhões de humanos no planeta, tu vais conseguir uma hegemonia de pensamento...e ai eu me lembrei, de quando a Gisela nasceu, que eu fui procurar APAE porque eu queria um trabalho para as mães de crianças excepcionais, porque eu via que as mães é que seguravam a onda toda, porque um grande percentual os pais iam embora, faziam outra família e que quem segurava a realidade do deficiente era a mãe...e lá na APAE me disseram que isso não era importante, que a APAE era voltada para criança, E aí eu fundei um movimento, eu e outras mães, fundamos um Movimento Humanista de Apoio a Mães de Excepcionais, que durou enquanto foi necessário, mas isso quer dizer que não existe uma hegemonia, não existe uma doçura social de paciência com as novas ideias, com as novas propostas. Eu me lembro que na Clínica que a Gisela frequentava, com essa liderança louca que eu sempre tive, eu queria mudar, eu queria assumir a Clínica, queria acontecer...e ai um senhor, presidente da Clínica, com muito respeito, uma pessoa muito respeitosa, chegou para mim e disse: - Existem três tipos de pessoas em áreas como a nossa assistencialista...aquela pessoa que tem ideias fantásticas para solução dos problemas, aquela pessoa que por um tempo movimenta , busca ajuda e coloca as ideias em prática, que vão ou não, dar certo e aquela pessoa que está todo dia aqui, na manutenção do cotidiano...até aqui nós temos trazido esta Instituição com essa postura, os que levam o cotidiano a sobreviver diariamente, que leva essa Clínica até hoje, fazendo o mesmo trabalho. Então essa situação toda que estou vivendo aqui, esse monte de coisas que me vem, que me surgem e o que ela esta falando, as vezes parece que se misturam a realidade de uma vida humana. A sensação que essa mistura acontece, a cada tempo, não sei se é hora, se é minuto, eu vou tomando consciência ...eu tenho certeza absoluta do meu corpo físico...eu já tentei mexer o dedo do pé, com a mente...senti um formigamento, então ao que parece estou viva, mas ainda na escuridão total e ...ouvindo muito atento o que essa energia denominada Senhora Morte fala para mim.     Ela voltou a falar independente de minhas divagações pessoais... Então a lei maior nesse planeta, me diz ela, escuto na voz dela... a lógica é que tudo aqui tem um propósito, tudo segue uma lei, uma regra tudo, por isso é natureza viva...a natureza viva tem um comportamento geral em termos de planeta mas especial e único para cada indivíduo, só que acima disso tudo existe nascer, viver e morrer ...a benção do nascimento, a escola do crescimento da evolução e a morte, como o fim de tudo...e quem não entende esses três passos ou não os aceita não evolui, porque é muita emoção, muito desespero, muito, muito desgaste de energia é gasto na não aceitação da morte, e isso é falta de humildade, porque quem se julga dono da vida do outro a ponto de sofrer desesperadamente pela ausência de outra pessoa, não tem uma concepção de uma ausência planetária, segue por uma lei própria de sobrevivência mas com o controle, com o poder. A morte é um desapego, uma libertação, uma missão cumprida.

E ela fala tudo isso entendendo como algo já resolvido, já determinado, na minha cabeça...acho triste, sim acho triste como uma morte não natural, acho triste...sempre faço uma oração quando passo por um acidente, em qualquer situação que eu veja ou que eu sinta, sempre faço uma oração e sigo adiante...e minha oração é que os anjos espirituais ajudem e resolvam aquela situação diante um pensamento que eu tenho de lógica e de ciência... loucura não é? Mas é isso. Ai assim de repente ou lentamente não sei explicar eu percebi aquela energia sem forma, sem corpo, mas viva...uma energia densa, muito densa, ali para quem quisesse tocar, mas sem emoção nada de carinho ou...ai estou falando com a morte ou meu Deus...existe ou meu Deus estou viva, nada disso, nada, absolutamente nada... O que ela me passou foi o fim de uma experiência que eu estou tendo...até então cada vez eu vou sentindo mais meu corpo físico...eu estou em uma cama hospitalar...cada vez vou enxergando melhor, eram sombras e agora são vultos e os vultos tem formas bem distintas, e ela continua ali, aquela energia, e na sintonia da vibração dela ela diz que a gente vai se encontrar de novo...e eu já sentindo um despertar, disse com profunda gratidão a ela... – Eu sou Rejane Maria Bordin e agradeço! Então ela olhou bem séria e vibrou em uma sintonia bem séria dizendo:  - TU ÉS VIDA !!!                                                                                                    

 

 

 

 

 

sexta-feira, 22 de maio de 2020

O retorno de Rejane

                        Em janeiro de 2019, data da minha última postagem. Foi uma despedida bem conceituada! Começo, meio e fim! Assim pensava eu, com convicção! Estava agora deitada, me deliciando com o barulho da chuva macia que cai, sobre o telhado de minha casa, quando aconteceu o chamado..."Volta a escrever no blog". Dei uma risada nervosa.   Estou com previsão de cirurgia em meus dois olhos...catarata. Não foi feita ainda, em função da pandemia que assola nosso Planeta. Isso explicado, abro o notebook  e, dou uma espiada rápida nos últimos escritos, com a sensação da missão cumprida presente em meus sentimentos! Então, ainda não sei porque voltei, mas garanto que, sou aprendiz eterna. Sobre o que ainda preciso escrever??? Vamos descobrir juntas(os)... Até nova postagem. Que a benção da Lei Maior, nos abençoe!!!!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2019

HUMANOS PSICOPATAS

                                         Hoje, a ciência estuda o cérebro humano, abrindo enfim, ou começando a abrir a famosa caixa de Pandora. Cada área cerebral, tem sido estudada com afinco. A comprovação de comportamentos diferenciados, provocados por "falhas" físicas ou emocionais, genéticas ou adquiridas, me deixa muito à vontade, para falar a respeito da psicopatia. Desde pequenina, sou vidente. Aprendi com o povo que está comigo, sempre, que determinadas pessoas, não era nem para eu perder meu tempo, fosse qual fosse a relação. Amizades, parentes, pessoas importantes da sociedade, etc. Eles diziam que determinadas pessoas eram "ocas". Que qualquer investimento ali, seria jogar pérolas aos porcos. Cresci, confirmando esta realidade, através de provas circunstanciais comportamentais. Por isso, sempre me pareceu lógica, a opção pela pena de morte. Humanos predadores, maus, sem condição de reabilitação. Isso hoje inclusive, afirmado pela ciência. Não estou falando de pessoas portadores de deficiências físicas. Ao ler o livro Mentes perigosas, escrito por Ana Beatriz Barbosa Silva, proeminente profissional da área científica, senti um micro alívio. Talvez agora, a sociedade humana, possa evoluir. Sem que a hipocrisia de órgãos políticos, mascarados como defensores dos direitos humanos, prevaleça. Podes pensar que sou muito fria...ok. É teu direito e tens meu respeito . Gostaria que conhecesses onde moro.  Quinze anos atrás, ao adquirir o terreno onde moro, havia aqui muitos cactos, espinhos, um mato cheio de bichos rasteiros e nocivos Nestes rápidos quinze anos, a transformação foi total. Árvores frutíferas, ervas curativas, recanto sossegados e aprazíveis em cada parte deste todo, que chamo meu lar. Perco a conta, de quantos seres matei, centenas de milhares ... das ervas daninhas (rosetas mis) aos bichos predadores, Óbvio que sempre com diálogo, mas com foco absoluto de fazer daqui, um oásis.  O sentimento sempre o mesmo...construir um local de paz. Tem um cantinho, onde os espinhos são livres para existir, sempre podados e cuidados. Assim me sinto, com relação aos humanos. Não sinto constrangimento, ao determinar, energéticamente, a "limpeza" de humanos estupradores, psicopatas e matadores. Chega de aprender com sofrimento, violência, perda de pessoas do bem. Trabalhadores, que sustentam suas famílias, mortos por bala perdida, por exemplo. Estamos no século XXI. Em busca de novo planeta, pois nossa amada Terra, envelhece rapidamente. Te pergunto, estes humanos serão transportados para um novo mundo??? Então, te convido a observar, identificar e fazer tua parte. A minha está sendo, manter um oásis para morar. TODOS podem fazer isso, na medida de suas certezas e prioridades. Um abraço à ti, que lês este blog!!!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

A mediunidade e o caráter

                                               A mediunidade, faz parte de cada ser vivo. Todos a possuem, em seu inconsciente. Trazer este pedacinho da composição humano, para o cotidiano, fazer esta totalidade, não é ensinado nas escolas! Lembro que, há muitos anos atrás, em meus atendimentos de cartomante, eu ensinava as pessoas, a importância de aprenderem a serem felizes. Eu dizia, que a felicidade deveria ser ensinada, nas escolas. Igual ao que digo hoje em relação à mediunidade. Hoje, a ciência prova que, a felicidade é uma explosão química.  que, existem pessoas que precisam tomar medicamentos, para viverem a felicidade. Assim entendo a mediunidade.  Assim entendo João de Deus. A única vez que me aproximei deste médium, sim, ele é médium, foi em uma pequena cidade, no interior do Rio Grande do Sul. Fomos de ônibus, minha família, a pedido da dinda da Gisela. Vocês sabem que, Gisela, minha quarta filha é cadeirante e surda. Resolvi atender o pedido de minha irmã, dinda da Gisela, como demonstração de carinho. Foi uma maratona . Uma verdadeira multidão estava lá. Gente de todos os lugares. Ficamos no ônibus, a noite. O atendimento começaria de manhã cedo. No que Gisela adormeceu, procurei descansar meu corpo, para tentar desfazer, uma sensação de incomodo, que estava comigo, desde que vislumbrei o local de atendimento. O banco do ônibus onde eu estava, era na janela. Dali e enxergava a construção onde, no dia seguinte, exporia minha filha ao médium. Comecei a fazer meus mantras, em voz baixa, quase imperceptível. Bem devagar, uma sombra cinza azulada apareceu, como uma abóbada, sobre a construção. Diversos fios, desta cor, saiam do centro da abóbada, e desciam para  prédio. Os Seres de Luz, que me acompanham, começaram a me dar uma aula, sobre a origem daquela energia extra terrestre, que envolvia aquele lugar. O que ficou muito claro, para mim, é que o desafio de quem trabalhava com aquela energia, seria a humilde! Entendi que, o preço que esta energia cobrava, de quem trabalhasse com ela, seria muito parecida com  a de grandes Médiuns, conhecidos meus. O que fizeres, receberás infinitas vezes. Ok. Voltei ao mundo de Rejane, com o pai da Gisela, determinando que iríamos dormir em um hotel, que aquilo que estávamos vivendo, parecia um pesadelo. Ele falava da acomodação dificílima, com Gisela, no ônibus. Pela manhã, pegamos um táxi, e nos fomos para o compromisso. Uma fila, com pessoas a perder de vista, nos esperava. As situações de dor, esperança, estavam ali,  em todas as pessoas. Por Gisela ser cadeirante, fomos chamados, para atendimento especial. Logo, na corrente humana, estávamos, os três. Pai, Mãe e filha. Se me perguntares, o que eu sentia? A velha sensação de fazer o que deveria ser feito. Passamos no centro de duas correntes de médiuns, todos vestidos de branco. Ao chegarmos defronte o médium maior, João de Deus, eu só senti curiosidade. Não senti nada mais do que isso. E uma vontade louca de ir embora, sair daquele lugar. O maior desafio que vivi em minha vida, foi a espera de que, todos que estivessem no ônibus, fossem atendidos. Passava do meio da tarde, quando finalmente, o ônibus partiu. Quando chegamos na auto estrada, asfaltada, o caminho de volta iniciado, fingi estar dormindo e, chorei baixinho. Como a humanidade ainda está atrasada! Quanto chão para andar. Já uma mulher mais experiente, ouvi as informações de meus Irmãos de tantos anos, com relação à entrar muda e sair calada! Agradeci o aprendizado vivido, naquela conjuntura. Quando chegamos em casa, fiz todos tomarem um banho de ervas, pois sentia uma gosma incômoda, grudada em nossas auras.  Isso foi minha experiência com João de Deus. O que ele falou da Gisela? Que não podia fazer nada por ela, ninguém podia! Bom. Passaram-se os anos. De vez em quando, sabia da existência deste senhor, através de minha irmã. Soube que ele estava construindo um império  financeiro, lá no centro do país. Aqui no sul, ele não conseguiria. Soube das viagens, das idas, das multidões, assim, de longe, entendendo o aprendizado em ação. de todo um povo. O povo que seguia este homem. Quando o escândalo deu seus primeiros movimentos, e ele, médium, começou a ser notícia, lembrei de  Saturno. O planeta que rege minha vida, e que está em ação direta, neste Sistema Solar, que vivemos. "Nada fica por debaixo do tapete. Tudo vem à tona". Sim, sob a regência de Saturno, que permanece nesta condição, nos próximos dezenove anos,  a sociedade humana, inicia o aprendizado duro, inexorável, deste planeta Saturno: colher o que plantar. Literalmente falando. Com relação ao homem João de Deus, eu queria que existisse aqui, em meu país, a pena de morte. Não tem. Com relação ao médium João de Deus, escolheu o caminho totalmente inverso.  A foice de Saturno, iniciou a limpeza. Bom dia, pessoas queridas.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

ACELERAÇÃO

                              O Tempo! Ah este Senhor do Destino! Estamos vivendo um tempo, em que os minutos, as horas, dias, semanas, meses, voam sobre nós. Nem tinha me dado conta, de que há tanto tempo, não vinha neste blog, para falar contigo. Me perdoa. Sejas um, sejam centenas, não importa, peço desculpas. Fui literalmente engolida por este duro ditador, que rege a vida de todos que compõe este Sistema Solar. Lógico que, as prioridades também tiveram peso, mas, não se justifica. Aproveitando então, estar aqui agora, quero falar sobre o que estamos vivendo. Em meu Brasil. A paralização dos Caminhoneiros. Parou meu país! Aprovada por quase toda uma sociedade, este acontecimento é, a prova viva, do caos instaurado aqui, onde vivo. Atenta em manter a possível rotina, torcendo para que consiga trabalhar, a cada vinte e quatro horas, acompanho serena o avanço das negociações. Sem liderança positiva, esta situação se arrasta. Por estarmos assim, sem líderes políticos, é natural que, a realidade imponha o surgimento de movimentos oriundos do povo e de suas mazelas. Estamos vivendo isso, agora. Se me perguntares qual o nome do ou dos, líderes desta paralização, não sei. Mas sei te explicar a origem deste caos. Impostos demais. Sangria de um povo. Imoralidade exposta. Mediocridade acentuada, nos políticos e empresários de plantão. E principalmente, EXPLORAÇÃO da comunidade trabalhadora brasileira. Assim começa esta última semana deste maio, deste ano. Sexta feira, entra junho. Com as mãos postas em expectativa oração, acompanho esta anarquia generalizada. Tem meu apoio? Óbvio que sim!

terça-feira, 27 de março de 2018

Juiz Sérgio Moro

                                                     Sérgio Moro! Assisti nesta noite, sendo entrevistado em um programa de televisão. Do início ao fim, acompanhei as respostas diretas, objetivas, claras. Em momento algum, vi este homem na dúvida, ao ser questionado. Lembrou muito meu pai. Por quanto tempo, este homem conseguirá viver, neste país? Combatendo de forma tão prática e verdadeira, a corrupção neste enorme Brasil!  Falando da responsabilidade que, cada brasileiro tem, de no seu dia a dia, combater esta praga chamada corrupção. Frente de Resistência que sou, senti renascer em mim, a esperança por dias melhores . Te confesso que, em muitos momentos, ao longo destas duas últimas décadas, pensei em desistir. Mas a vergonha de deixar uma herança maldita para meus netos, impediu este acontecimento. Do meu jeito, acendendo o fogo sagrado e orando muito, vi os anos passarem, na expectativa do final, deste duro aprendizado, para nós, brasileiros. Bem. Hoje conseguirei dormir melhor. Este homem, Sérgio Moro tem a idade de meu filho mais velho. Ou seja, uma geração que começou a faxina. De forma segura, com um comportamento irreprensível, fazendo a sua parte! Que tempo levaremos, para limpar nossa casa? Quantos anos se passarão, para que a vida retome seu ciclo de crescimento e expansão, desejada? Será que a lição foi aprendida? Enquanto junto os gravetos para acender o fogo da gratidão, oro baixinho, pedindo perdão à meus filhos, por ter deixado chegar a este ponto, tamanha anarquia. Perdoo os algozes que construiram em meu Brasil, esta Torre de Babel. Com coragem, agradeço toda esta caminhada, vivida até aqui. Viro gotas de incenso de olíbano, no braseiro que bem vivo, aquece e ilumina ao meu redor. Expando este cheiro forte, determinando força e saúde para este jovens homens que, TRABALHAM por um país melhor. Conclamo todas as Egrégoras da Reconstrução. Conclamo todas as dimensões da Luz, para estarem comigo, orando e protegendo estes Guerreiros, que estão à frente desta dura batalha. Coloco vinho em minha taça, para com toda a malícia que possuo, sorrir esperançosa, BRINDANDO a vida! Verei este país melhor? Não sei! Me sinto velha e cansada! Mas, inteira e confiante...esta noite, sem a menor dúvida, dormirei melhor! Juiz Sérgio Moro! Que Deus te abençoe!

segunda-feira, 12 de março de 2018

ESTOU AQUI

                                          Março de novo! E, novamente, vemos o tempo passar, tão rápido quanto conseguimos notar! Os dias, semanas, meses, anos, à revelia de nossa sabedoria ou entendimento existencial, passam conosco, inexoráveis! Sem paixão, perdão ou misericórdia! O humanidade continua sua evolução, (ou seria involução) como sempre, desde o surgimento do primeiro homem. Os ciclos se repetem, sem estardalhaço. Atualmente chamam nossa atenção, por sermos em grande número de seres humanos. Ao longo da história, cada ciclo foi finalizado, com a queda do poder do homem, com desastres geográficos ou ainda com catástrofes naturais que assustam, pelo número de seres destruidos. Hoje, independente do momento individual, estamos a viver o fim de mais um ciclo. Não importa se somos felizes, se temos projetos existenciais, ou se gememos por estarmos vivos. O caminho, a trilha, é desenhada sem tréguas! No ano de dois mil, tantos e tantos videntes, deixaram registrados o aviso do fim do mundo. Que realmente, era para ter acontecido! Tantas orações foram feitas ... tantas vigílias realizadas, pedindo mais tempo. Então, Seres Iluminados, atentos às pequenas ilhas formadas por alguns humanos inteligentes, apostou em dar mais um tempo, para a existência de nosso amado Planeta Azul. E, aqui estamos! Guerras com as desculpas mais diversas, continuam acontecendo. Comportamento humano doentio, droga, miséria, mau uso da riqueza natural ... e tantas outras coisas ... Madonia mia! Quem está usando o tempo que ganhamos, para evoluir em consciência existencial? Quem se preocupa com o lixo que produzimos, toneladas, diariamente? Quem partilha sua comida, sua moradia? Quem usa sua inteligência, para melhorar a vida neste Planeta? Aqui, na existência de meus sessenta e cinco anos incompletos, observo curiosa tudo isso! Hoje, minha atuação entre os humanos, é através daqui. Falo, comento, dialogo contigo, que lês este blog. Sabe? Lembro quando escrevi o primeiro texto... quanta vontade de despertar todo o mundo. ACORDEM, AINDA TEMOS TEMPO! ESTÁ EM NOSSAS MÃOS! SÓ DEPENDE DE NOSSO COMPORTAMENTO!  Quantos anos, levei grupos para a Natureza, com vivências de luz! Quantas pessoas passaram por mim, nestes quarenta anos de trabalho ... Sim! Assim como deixei quatro filhos\sementes, TOQUEI na alma de tantas pessoas, que perco a conta! Despertem! Por favor! Durante muitos anos, a expectativa foi minha companheira! Passou! Tudo passa! Não é verdade? Quantes vezes e, para quantas pessoas repeti isso! Continuo Frente de Resistência! Reciclo o que posso! Economizo a luz elétrica, o máximo! Tenho horta, herbário, árvores frutíferas! Trabalho todos os dias, para comer no dia seguinte! Continuo, independente do comportamento dos outros humanos. Em toda a parte do Planeta, tem exemplos loucos, de gastos supérfluos de energia natural, para o gozo de quem tem dinheiro para jogar fora! Obsevando a aceleração do tempo, e sentindo que ainda tem muito trabalho para ser realizado, quero que saibas que eu ainda ESTOU AQUI! Como quando iniciei este blog! Como quando fechava a torneira, ainda menina, ao escovar meus dentes! Enquanto viva eu for, estarei aqui! Sempre viva, sempre frente de resistência! Sempre, sem um segundo de dúvida, estarei aqui, fazendo minha parte, na vida de cada ser humano que por mim cruzar! Oro por ti, por mim, por nós!ESTOU AQUI!