O Auto conhecimento é a chave para a conquista do sucesso.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Leitura interessante
Minha rotina matinal, é ler o jornal saboreando um delicioso café! As vezes deixo meus sensores escolherem o que ler, outras sigo religiosamente da primeira à última página com persistência, tipo, tarefa de hoje : ler todo o jornal. Nesta semana, ainda envolvida com a reforma da cozinha aqui de casa, li "por cima"! Trabalhar junto com o pessoal na obra, demandou horário e comprometimento. Por isso hoje, peguei todos os jornais desta semana e fui dar uma reciclada para posteriormente serem usados na casa. Encontrei um artigo não lido que quero partilhar contigo, que lês este blog.- *Arábia Saudita quer planejar uma cidade só de mulheres* - Uma cidade industrial para mulheres trabalhadoras. A idéia é permitir mais mulheres conquistando independência financeira, mantendo ao mesmo tempo a segregação de sexos, natural à cultura daquele povo. Costumes tribais lá, constituem uma sociedade ultraconservadora, e o trabalho misto, é pequeno. Solução encontrada? Construir cidades femininas. Então a proposta está de acordo com as instruções do governo, criação de mais empregos, capacitando suas mulheres para desempenharem um papel mais importante no desenvolvimento do país. A princípio fiquei triste, mas logo os cinquenta e oito anos foram mais fortes e a maturidade adquirida nestes anos, buscou a consciência global deste povo. Não deixa de ser um avanço. Para as mulheres de lá, talvez tenha sido motivo até de comemoração. Nascida em um país abençoado, como é o meu Brasil, vivendo uma democracia em evolução, devo felicitar as mulheres da Arábia Saudita, passo a passo elas vão conseguir terem o respeito-liberdade que, mulher=máquina da vida, merece!Como hoje é sexta-feira, deixo esta notícia para pensares na tua realidade como mulher, inserida no contexto que CRIASTES para ti. Que benção maravilhosa a liberdade comportamental! Pensa nisso,sejas homem ou mulher, faz uma análise da tua sociedade. E coloca em uma balança os pontos positivos e negativos de tua realidade! Torço para que vivas em um país tão abençoado como meu Brasil, aqui,as ancestrais tiveram o cuidado de desenvolver a igualdade de ação, não é a toa que temos uma governante mulher! Bom fim de semana!
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
O mundo ao meu redor
Cá estou eu, em meu mundo particular, expectadora deste momento tão radical, que a sociedade humana está vivendo, quando, bruscamente sou chamada... ajuda, ajuda, ajuda! Te confesso que um cansaço existencial enorme invade minhas entranhas. Minha cota, a que eu entendo é óbvio, está esgotada. Vim morar aqui, no Edelweis, justamente convicta desta certeza. Missão cumprida! Na real, paciência, é o que eu esgotei, na lida com seres humanos. MAS, sempre tem este mas, o pedido de ajuda chegou diferente, com códigos expressivos. É o suficiente para mim. Ela chegou, vou dar um nome, Maria, com o olhar ansioso, angustiado à minha frente! Atenta busquei em sua áura nózinhos que me dizem onde está o problema. Nenhum! Interessante! Abri minha visão holística, para identificar possíveis acompanhantes espirituais (ou seres de outras dimenssões), nada! Redimensionei meu físico, andei dentro do corpo dela, cérebro, fígado, pulmões, procurando dependência química, nada! Bom, com o tambor fiz sons xamânicos, com o sino chamei os elementais, respirando profundamente, convidei todos meus ancestrais, para aprendermos juntos! A nova raça está ativa! As crianças índigo cresceram, e Maria está com vinte e nove anos. Tudo que possuo como referência é nada, no trato com ela. Palavras chaves... ansiedade e angústia. Vou até minha horta, colho com profusão tres ervas sagradas...alecrim, poejo e mirra. Volto à Maria,faço com as ervas uma cama, onde peço que ela deite. Seu corpo entra em repouso, lágrimas vertem de seus lindos olhos cor de mel, estou atenta. Entôo o canto de minhas antepassadas em voz baixa. Então, uma luz índigo envolve o corpo dela. Ela chegou aqui com esta luz, só estava "entupida". Logo expandiu, cada partícula do corpo de Maria ficou inundado de luz índigo. Quando sua áura ficou densa de luz, tudo se acomodou nela. Seus olhos abertos, procuraram a mim. Infantilmente ela pega minha mão e beija com gratidão. E vai embora, deixando em mim, o compromisso de poder voltar. Calçou as sandálias caríssimas, pegou a bolsa de marca, entrou no carro do ano e com o ronronar do motor, foi embora. Voltei à minha sala, deitei onde ela estivera deitada e pedi entendimento. Ao meu redor, ancestrais à esquerda, seres futuristas à direita. Mentalmente eles falam comigo! Tão simples o que está acontecendo... as crianças índigo cresceram, estão aí! Correndo atrás de ordens sociais e materialistas. Nem um por cento delas, está evoluindo e realizando sua missão. Involução sem noção. Ansiedade...o gasto em valores tortos, o ganho na competição. Angustia...nada nutre esta geração. Estão vivendo sob moldes de comportamento ultrapassados. E estão aqui para tornar sutil a energia humana, e está acontecendo exatamente o contrário. Respiro profundamente, agora para aliviar a depressão que ficou em meu físico. Agradeço a oportunidade do aprendizado; as energias presentes; a vinda de Maria aqui! E cá estou,agora contigo, expandindo esta realidade. É minha parte no contexto. Estou velha. O mundo está em tuas mãos! Te peço, com humildade, olha o mundo ao teu redor... a vida aqui é tão curta! Faz por favor tua parte. Com o honorável rasgado, estou fazendo a minha.
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Jacira, Nakeba e Sofia
Na primeira noite que Jacira passa no galpão, Nakeba está atenta, cuidando da índia. Algo estranho e ao mesmo tempo familiar, que ela ainda não consegue identificar. O olhar alucinado e perdido, que ficara no navio, quando se sentiu enlouquecer ao ser tratada como bicho, está agora em Jacira. Lembra de si, ao pisar em terra, sem identificação alguma daquela guerreira que embarcara nele. Lembra dos cuidados de Sofia, que a haviam trazido de volta, sentindo que agora é sua vez de ajudar esta mulher, deitada na cama improvisada. A posição dela é de uma criança, os joelhos dobrados,junto ao corpo, em sono, inerte, sem qualquer energia. Sua memória busca as canções de Orixás, que cantava com sua tribo, ao redor da fogueira! Com voz mansa, canta baixinho, sentindo um arrepio tomar conta de seu corpo. Desde que saíra da África, esta sensação não fôra mais sentida! Em alerta, ela continua a cantar. Vê então um ser estranho se materializar ao lado da cama...é de um velho índio, o corpo coberto com penas de pássaros de todas as cores. Ele parece não ver Nakeba. Sacudindo um chocalho começa a dançar batendo os pés no chão. Ela não entende o que ele diz, mas o canto é forte e o ritmo aumenta aos poucos. Tres índias velhas, surgem ao lado dele...nas mãos ervas de cheiro forte! Uma delas começa a esfregar as ervas na cabeça , a outra no peito e a terceira na barriga de Jacira! Viram de bruços o corpo dela, repetindo o ritual. Agora são os quatro índios que cantam. O ritmo acelerado vai diminuindo aos poucos, até ficar um murmúrio. O corpo dela é virado de volta, como estava antes. A que parece ser a mais velha, deita seu corpo sobre a índia que dorme, em seguida as outras duas, fazem o mesmo. Os tres corpos se fundem com o corpo de Jacira, que começa a tremer muito. Nakeba então começa a entoar o canto da cura, chamando seus Orixás. A figura do velho índio vai sumindo até desaparecer totalmente. O corpo sobre a cama, começa a suar, quando Jacira abre os olhos. Grossas lágrimas vertem como uma cachoeira de seus olhos. O corpo é sacudido por soluços. Nakeba deita na cama, abraçando com carinho o corpo dela. Respira forte, fazendo barulho, até sentir que a índia acompanha sua respiração. O choro passa, as lágrimas secam. As duas adormecem abraçadas! Um sono profundo embala os sonhos de Nakeba e Jacira. O sonho de Nakeba é doce, ela está em sua amada África. O de Jacira é de nutrição. Ela está nos braços de sua avó, que nina com carinho sua neta, herdeira da tradição de seu povo. E é assim que Sofia encontra as duas, quando, no dia seguinte abre a grande e pesada porta do galpão.
sábado, 25 de agosto de 2012
Reforma
Estou reformando a cozinha aqui de casa, como ajudante de obras, sou a que faz o rejunte,dos azulejos e acabamento. Está ficando lindo, mas meus dedos estão "endurecidos"! Segunda-feira retorno com novo capítulo da Saga de Sofia, Jacira e Nakeba. Até lá! Bom fim de semana para ti! Bom descanso!
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Cadê o inverno?
Aqui, no Rio Grande do Sul, onde moro, cresci vivendo um inverno frio, gelado! Lembro que quando estudava em Marau, pela manhã ao sair para a escola, minha mãe forrava com jornal as congas azul marinho, que calçávamos. E quando no caminho , a geada estalava sob nossos pés eu amava enxergar a trilha que minhas pegadas deixavam para trás! Vivi isso, neve que chegamos a fazer um boneco, no pátio da casa onde morávamos, vou colocar a foto para veres. Hoje ao levantar, após ter degustado café e lido minha zero hora, borboletas e fadas chamaram minha atenção, com seu vôo gracioso ao redor da mesa, onde eu estava a começar a fazer as palavras cruzadas do jornal, meu ritual diário. Entrei na sintonia destes seres divinos, ok, entendi. Peguei a máquina fotográfica, e fui andando pelo terreno e fotografando flores, que estarão editadas aqui, logo mais. Estava em *encanto*, fazendo isso, quando um papel caiu aos meus pés (trazido pela brisa suave soprada pelas fadas), uma data, a de ontem. Minha mente treinada para interpretar com agilidade os códigos ao meu redor, começa o exercício! LOUCURA, a natureza enlouqueceu? Primeiro pensamento... Eu estou louca? Não existem fadas só borboletas? Desliguei a máquina fotográfica e comecei a dançar uma música que fala da loucura, do controle que leva à loucura. Eu sou minha heroína, eu navego feliz em meu mundo! Mas o que é mesmo que a natureza está a falar? Quatro estações no mesmo dia, calor de trinta graus no mês de agosto, flores pujantes no inverno!!!Paro de dançar quando meu físico de cinquenta e oito anos dá o basta! Está certo, Mãe Natureza querida, sempre mostrando os sinais, para uma humanidade que apressada, não tem tempo para reparar neles. Está certo! Quatro estações em um dia, preciso acelerar a mutação de meu corpo, adaptar este abençoado físico para navegar neste momento de mudanças. Grata Mãe querida, sou parceira! Aqui, neste micro ambiente que mantenho com zêlo,trabalho e fé infinita em ti, expando agora, neste momento para quem ler este blog esta luz do arco-íris que está em mim!
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Te liga
Como estão tuas ferramentas de trabalho? ESTE É O ENSINAMENTO DE AGOSTO, parece simples? e se agora, neste instante precisares dela, estão contigo? Estão prontas para uso? Emprestastes alguma e não sabes onde ela anda? Imaginas estares em uma guerra e é chegado o momento de desembainhar a espada... ela sai da bainha com facilidade? ela está enferrujada? o fio da lâmina está a contento (tipo à prova do fio de cabelo)? Não me diz que estás sem tua espada...
Agosto traz o ensinamento da responsabilidade com os instrumentos de nosso trabalho. Sejamos dentistas, advogadas(os), garis ou bruxas(os). O material tem que estar SEMPRE PRONTO PARA USO. Portanto vai lá, revisa, está tudo em ordem? Perfeito porque logo logo vais precisar deles. Algum problema? Está faltando um pequeno, mínimo cuidado? Vamos lá, corre, deixa tudo em ordem! Agora sim, estamos preparadas(os)! Não seremos pêgas(os) de surpresa! Até amanhã!
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
ano 2012
Estamos no mês de agosto de 2012! Temos ainda quatro meses, para entender, aprender e sobreviver com sanidade à este desafio enorme que é viver enfrentando tal tsunami. Religiões e filosofias vem falando há muito tempo do que acontecerá com a humanidade, o planeta e até nosso sistema solar. Mas o que seria previsto como uma catástrofe na natureza, está todo concentrado na evolução humana. Já percebestes que estamos vivendo um tempo SEM ÍDOLOS? SEM MESTRES? SEM CAMINHOS? À revelia e porque? com humildade partilho contigo uma serena convicção... Valores individuais somados à ética comportamental, identificação de qual o papel no contexto, e principalmente entender o quão solitário é este momento. Eu, desde menina, sabia, mesmo sem lógica, que a vida havia se tornado uma grande ilusão. Procurei juntar ao meu redor, construtores, como o pai de meus filhos. E hoje, conseguimos sermos dois em um (eu e ele) seis em um (eu, ele e nossos quatro filhos), mesmo que este um seja básico individual. Sinto que a solidão vivida aí fora, é que alucina todo mundo, sendo que todos querem a qualquer preço, mascarar isso. Então, sendo sólida nesta passagem, convicta de valores reais, tipo quando minha filha mais velha fez quinze anos eu fiz um lindo bolo para ela, era o que podíamos dar, sem culpa,família presente em esperança de um mundo melhor. Foi nosso presente à ela. Não conseguimos pagar faculdade à nossos filhos, os quatro fizeram supletivo, não pagaríamos jamais um estudo hipócrita como era na época. São os quatro, indivíduos fortes, instigantes e aprendendo o autoconhecimento SEMPRE. Então, quero falar com carinho para ti, esteja alerta. Está chovendo? toma um banho na chuva! É noite? espia o céu! anda descalça(o) na terra! Faz um foguinho no chão e cozinha arroz com cebola e come com queijo ralado. Conversa com teus filhos, com teus pais. Respeita as amizades, aceitando cada pessoa como ela é. Não queira colher maçãs de uma bananeira! Baixa as guardas. Vai dar uma caminhada em teu bairro. Cumprimenta teu vizinho. Respira o ar de tua cidade. Vive o dia de hoje como se fosse o último dia da humanidade. Abre tua mente para entender que fazemos parte de algo maior! E principalmente entendas que à revelia de tua vontade, tudo segue como um organograma muito bem desenhado pelo ser maluco que bolou tudo isso. Isto é 2012... te situa, respira fundo, tenha ética e sobreviva!
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