O Auto conhecimento é a chave para a conquista do sucesso.

terça-feira, 13 de abril de 2010

Saúde, bem maior

Há séculos, ouço o ser humano falar...falar...falar, do que não tem. Do que quer ter, do que precisa adquirir, do que os outros têm, do enorme desgaste que é manter o que conquistou. O tom sempre é o mesmo, um lamento choroso, envolvido até em autopiedade. E todos andam com suas próprias pernas, ouvem com ouvidos saudáveis, sentem a chuva em sua pele e o perfume das rosas, tem a opção de olhar todos os dias o por do sol! E os que vivem a falta de algo que citei, já despertaram para a consciência de dar valor ao bem maior...a saúde. Portanto, hoje, antes de dormir, vamos preparar um pote com água limpa, pingar algumas gotas de perfume,e passar esta água carinhosamente em nosso corpo físico, agradecendo este tesouro tão óbvio. Podemos fazer uma oração de gratidão, mais ou menos assim...
Mãe Terra, sou parte de ti, pequenina sou, perante tua imensa dimensão geográfica, mas infinita em gratidão por estar aqui e fazer parte, com este corpo saudável que possuo. Abençoa mãe querida minha vida, guia meus passos, me ajuda a ser digna deste corpo saudável que tenho.
E então, sabendo que sou TREMENDAMENTE abençoada, pois possuo este grande tesouro, vou olhar com calma para a vida ao meu redor, para me permitir identificar melhor o que é de real importância,para mim enquanto ser vivo.
Até amanhã.

domingo, 11 de abril de 2010

ervas sagradas

Eu posso morar no apto menor possível, sempre há de haver um lugar que caiba um vaso, onde eu possa plantar três ervas, no mínimo. Os elementais das plantas, são companheiros fiéis da sanidade de nossa personagem, enquanto humana. Arruda, alecrim e guiné, são imprescindíveis! Arruda absorve energias negativas, alecrim emana justiça e guiné traz a coragem de vencer desafios. O vaso deve ser colocado em algum lugar que receba luz solar, caso não seja possível, luz natural, tipo próximo de uma janela. As plantas são o termômetro de como está a energia em nossa casa. Elas são o código que fala se tudo está bem ou não conosco, e quando uma morre, são os elementais doação pura, descarregando algo ruim que pode nos debilitar. O cuidado maior é não dar água em exagero, aprender sempre a medida certa, e isto também é para nossas atitudes com relação à vida. Tudo na medida certa, e isto, as plantas nos ensinam muito bem. Bom plantio!

sábado, 10 de abril de 2010

Cozinha

Hoje, aconselho voces a fazerem esta delicia. O objetivo é através de uma receita culinária, com ingredientes específicos, propiciar energia positiva, para termos uma boa semana.
Vamos pegar um lt de leite, colocar numa panela, em fogo brando com um pedaço de canela em pau, tres cravos da índia e açúcar a gosto. Enquanto o leite vai adquirindo calor, bater tres claras em ponto neve, ou seja, a clara fica grudada na colher ao ser virada, a colher. O leite começou a levantar fervura, com uma colher de sopa, colocar porções da clara batida sobre o leite fervendo, tres colheradas por vez, porque a clara cresce muito. Com muita paciência e cuidado, virar com a colher a clara para cozinhar do outro lado. Quando cozidas as tres porções, pegar uma a uma com a escumadeira e colocar em um prato refratável, acomodando camada sobre camada das claras cozidas. Ao terminar a clara, pegar duas gemas, misturar com uma colher de sopa de maizena, acrescentar um copo de leite e cinco gotas de essência de baunilha. Misturar tudo, virar no leite fervendo, fora da chama, misturar com energia, e mexer enquanto engrossa, no fogo. Quando pronto, desliga a chama e vira o creme (ficou um creme) sobre as claras cozidas. Pode enfeitar com fios de ovos, cerejas, nozes, conforme seu gosto. Deixe gelar no refrigerador, por tres horas. Junte pessoas queridas, para saborear com voce. Sirva em taças individuais, e tenha um domingo maravilhoso!

quinta-feira, 8 de abril de 2010

tatuagem

Aos 50 anos de idade, Renata, olha ao seu redor... seus filhos já crescidos e bem criados, administrando suas vidas. Aposentada, por ter começado aa trabalhar muito cedo, o dia se apresenta longo à sua frente. Seu marido, sai cedo para trabalhar e ela dá as ordens para a empregada, antes de sair para dar a caminhada diária. O ar frio de um outono, que se apresenta nas folhas amareladas pelo chão, causam nela uma certa nostalgia. Observa as pessoas que como ela, caminham absortas em seus pensamentos. Algumas sorridentes, outras com o olhar preocupado, a maioria da mesma idade que ela. São nove horas da manhã. Seu pensamento, viaja no tempo, buscando no passado, respostas para este estranho vazio que sente, já faz algum tempo. Sempre conhecida por sua amorosidade, lembra que ultimamente a tal amorosidade está em falta em sua vida. Um grupo de jovens, barulhentos passa por ela. O que chama sua atenção, são as roupas de verão que eles usam. Ah! o calor da juventude... Aconchega, no pescoço, a gola do abrigo marinho que veste. Seu corpo já não é o mesmo. Os jovens passam por ela, e uma tatuagem em uma das meninas puxa seu olhar.`É o desenho de uma borboleta colorida. Como num raio, seu pensamento lembra, sempre quisera ter feito uma tatuagem, mas as mulheres de sua geração não tatuam o corpo. Uma rebeldia instantânea provoca uma onda de calor, que se espalha por todo seu corpo. E por que não? Um sorriso malicioso se desenha nos cantos de sua boca, sim, fazer uma tatuagem. Mas qual? O que dirão seus filhso? e seu marido, tão conservador, o que vai achar? Sacode a cabeça, com energia, para afastar tais pensamentos. Muda a direção de sua caminhada e retorna seus passos, rumo à av. Osvaldo Aranha. Diversas vezes vira a propaganda no centro comercial do bairro: faz-se tatuagem.É para la que vai. O lugar é maneiro, como diriam seus filhos. Um rapaz barbudo, com tatuagens pelos braços a recebe.
-Pois não?
-Eu quero saber se voce tem como fazer uma abelha, quanto custa e quando podemos fazer?
o rapaz pega um grande álbum, folheia por um tempo até chegar onde quer. Mostra à ela, o desenho único de uma abelha, enquanto explica que uma bióloga, no dia anterior trouxera para ele. Ela observa atenta, é linda, pequena, mas cheis de detalhes. Ele observa seu interesse, e já fala que custa cento e cinquenta reais, e que se ela quiser, neste exato momento ele não tem nada marcado.É uma loucura, ela pensa, mas uma energia quente, que ela não sente há muito tempo a motiva.
-Muito bem, vamos fazer agora.
Ouve sua voz, decidida, sim essa é ela. Quando decide é prá já. O tempo passa rápidamente, duas horas, não tem problema, o compromisso maior, neste momento é ela, consigo mesma.
-Está pronto,pode olhar...
O rapaz mostra, em um espelho a tatuagem pronta. À direita, em suas costas, um pouco abaixo do ombro. Está pronta, muito bem feita, as duas asas esbranquiçadas, dão o toque especial! Ela preenche e assina o cheque, entrega ao tatuador, e sai, feliz, estranhamente feliz.
Sente a abelha renovar a doçura, tão esquecida em sua vida. Sente que neste simples ato, resgatou o sonho, em sua vida, afinal ter 50 anos, uma mulher que olha o espelho e até hoje, vê o reflexo de uma jovem,só podia ter feito isso.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

eu creio

-Parece que o mundo está desabando sobre minha cabeça!
A voz de Suzana, pode ser ouvida, mesmo com o barulho da chuva que cai,batendo nos vidros da janela do escritório, incessantemente.
Lia, sentada à mesa em frente da colega, observa preocupada a amiga.
-Calma, pode não ser o que tu estás pensando...
Ela tenta acalmar Suzana, que aperta as mãos, uma na outra, angustiada.
-o recado foi bem claro, mamãe está no hospital, na Santa Casa.
Lia tenta confortar Suzana, mas o rosto dela está branco e sua respiração apressada.Ela pega as bolsas das duas e puxa a amiga pela mão.
- Vamos, Bruno já chamou um táxi, em dez minutos estaremos lá. O chefe já foi avisado que estamos indo para lá.
Elas estão no elevador, quando Suzana precisa se apoiar na parede, sente que vai desmaiar,quando uma mão lhe ampara e sustenta . Ela levanta a cabeça, surpresa, pois quem a está amparando é sua mãe.
-Mamãe como é possivel, voce não está no hospital?
O rosto sereno da mãe, apenas sorri. Ela passa a mão direita na face de sua filha mais velha, quando sua imagem parece se dissolver como geada quando o sol começa a aparecer de manhã, bem cedinho, aqui no Rs.
-Lia voce viu, mamãe está aqui, conosco!
Lia olha preocupada para Suzana, só estão as duas no elevador. Ela acalma a colega,falando que não vira nada. Já na rua, o táxi as espera. Em 8 minutos elas chegam no hospital. Vão direto ao andar da UTI, Suzana sente uma dor no peito, uma dor de saudade. Elas chegam na UTI, uma enfermeira solícita, pede que elas aguardem um pouco, pois o médico já está chegando
com notícias. Mal ela termina de falar uma porta é aberta e surge Dr Nei.
Ele observa as pessoas que estão na sala , procurando alguém...
-Suzana Medeiros? Podemos falar?
Ele faz com que Suzana sente na poltrona que existe no local.
-Sinto muito,o quadro de sua mãe estava estável e de repente tudo acabou. Tentamos de tudo, mas a crise foi forte e ela morreu fazem uns oito minutos.
Suzana chora baixinho, sem querer perturbar sua mãe.Está tudo certo, sua mãe se despedira dela, no elevador. As lágrimas que escorrem pelo seu rosto são de carinho e gratidão, sua mãe não partiu sem antes lhe dizer adeus.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

um dia especial

Porque um dia especial? É segunda feira, e toda a semana depende de como a iniciamos! Portanto usar a inteligência, para programar produtividade, coragem e alegria, é imprescindível. Então, retornemos à nossa rotina, como foi proposto, vamos falar sobre assuntos interessantes. Hoje, a história é a seguinte:
Lenara calçou os tênis, colocou um chapéu, para proteger o rosto do sol forte. Fecha o portão da entrada da casa, para que as duas cadelas Maya e Sacha não a sigam. Sacha é uma labradora preta, linda. Maya é uma viralata preta e branca, de estatura pequena, que foi abandonada na estrada e adotada pela família.São dez horas da manhã.Grease, sua gata companheira, a acompanha, miando de vez em quando, para os pássaros que do alto, observam as duas. Pega a estrada que circunda o condomínio onde mora, caminha em um ritmo puxado, conforme seu personal orientou. Já está caminhando há uns quinze minutos, quando sua atenção é chamada para uma cadela, que lá na frente,late furiosamente. Lenita apressa o passo, já pressentindo o que vai encontrar... a cadela está junto à uma caixa de papelão alta. Devagar, falando palavras que acalmem a cachorra, ela confirma. A caixa está com filhotes. Seis ao todo.
-Droga, que absurdo! De novo, "desova"na estrada.
Ela sabe que sua caminhada já está interrompida e que solução terá que ser dada, a mais uma surpresinha em suas caminhadas diárias.
Volta para casa, pega ração, um litro de água com uma bacia velha, coloca próximo à mãe com seus filhotes. Espera, para ver ela começar a comer, mesmo tendo os bichinhoso pendurados em suas tetas. Se afasta, colhe alguns galhos de mato, que tem em profusão, por todos os lados. A estrada é deserta. Calmamente, ela ergue os galhos, como se fossem uma vassoura, em sentido antihorário, saúda os pontos cardeais e começa a falar:
-tu, que aqui abandonastes vidas, atenção...
com a força da justiça sagrada, neste momento
mando de volta para ti com a intensidade de um rojão
o abandono, a fome, o risco e o lamento.
Ela começa a girar o corpo como que numa dança frenética, até suas pernas cansarem. Então, senta na beira da estrada, extenuada, com o olhar perdido ao longe, como se estivesse acompanhando os versos cantados.
Passam alguns minutos. Lenita levanta,pega o caminho de volta para casa, sem olhar para trás.
Até amanhã.

sábado, 3 de abril de 2010

páscoa

Doce energia no ar! Chocolates, doces, e a bendita erva marcela para tudo curar. Como a natureza é amada e cúmplice com seus habitantes! Abusar na gula, é uma característica óbvia, que nós usamos para compensar carências das quais as vezes, nem sabemos ter. Aí, a mãe natureza nos concede em abundância a cura, nos presenteando com esta erva digestiva tão sagrada. Feliz Páscoa para todos nós! E que o comer chocolate nos deixe mais doces, para sorrirmos e trocarmos carinho e amorosidade entre nós!
Aviso que estou de volta, em Viamão, numa região que o sinal para teclar com voces é manhoso. Tem dias, que some, e fica impossível estar aqui. Portanto vamos navegando nas ondas da comunicação, conforme ela nos permite. Um grande abraço!