O Auto conhecimento é a chave para a conquista do sucesso.
domingo, 12 de setembro de 2010
Um caminho a seguir
Vamos, eu e quem lê este blog, partilhar deste projeto meu, exposição de arte. Podendo ser usado o aprendizado em tua vida. Como? Sabendo que tudo tem um começo, meio e fim. E o fim vai depender do meio, ou seja de ti, de tua parceria, da crença em ti mesmo. Tudo começou, quando resolvi fazer mosaico em meu terreno. Ficaram lindos! Gostei do que fiz! Tipo quando meus filhos foram colocados em meu colo, ao nascer! Prazer, satisfação! Surge a exposição, mostrar para a sociedade meu trabalho. A palavra diz: EXPOR. Estar sujeita à criticas. Como tenho 55 anos, estou me lixando para as criticas. Parece agressivo, mas é verdade e basta! Dia 08 a exposição começou, ela está lá. Terça-feira das 19 às 21h,dia 14 vou estar presente, e todas as experiencias que forem vividas vou contar para voces. Já lancei livros na feira do livro, desta vez existe curiosidade, ver a reação das pessoas. Todos os dias vamos conversar a repeito disto: criar um projeto e executá-lo. Bom domingo, até amanhã!
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Convite Exposição PASSEIOS DO CENTRO HISTÓRICO
CAFÉ DO PORTO convida para exposição
PASSEIOS DO CENTRO HISTÓRICO
DE PORTO ALEGRE
Reproduções da pavimentação dos passeios, executados em
Pedra portuguesa, do Centro da Capital.
De 08 a 22 de Setembro / 2010.
Autora: REJANE GOLDANI
Rua Padre Chagas, 293 - Moinhos de Vento
PASSEIOS DO CENTRO HISTÓRICO
DE PORTO ALEGRE
Reproduções da pavimentação dos passeios, executados em
Pedra portuguesa, do Centro da Capital.
De 08 a 22 de Setembro / 2010.
Autora: REJANE GOLDANI
Rua Padre Chagas, 293 - Moinhos de Vento
recordar, é viver!
A viagem de ida para Marau foi uma expectativa só. Como encontraria minhas queridas amigas? Foi maravilhoso, pleno e imensamente nutridor. Espero que para elas tb. Voltei com o corpo, mente, alma e emoção quentinhos de amor, Valeu amigas queridas, e com quem não consegui falar, um dia eu volto! Bjs amadas amigas de meu passado!
Conheci Ana Rita no centro da cidade onde moro. Ela me abordou. Eu estava distraida, observando o comportamento de uma senhora idosa, enquanto ela tentava abrir sua sombrinha, na dúvida, se a ajudava ou não. (A sombrinha era para proteger a cabeça branca do sol)
- Ô tia,compra uma bala de goma pra me ajudar?
A voz dela não tinha a inocencia da sua idade física, seu olhar era prático e objetivo. Perguntei sua idade. Ela aborrecida, perguntou se eu iria comprar ou não sua mercadoria. logo vi, uma oportunidade incrível à minha frente. Propus à ela, comprar toda a caixa de bala, se ela pudesse sentar comigo no banco, que estava bem próximo de nós.
Ela pensou um pouco, olhou bem a caixa,e concordou, mas logo dizendo que tinha pouco tempo. Concordamos, paguei o total, deu dezoito reais. Comprei um guaraná para ela beber, enquanto conversávamos.Pedi que falasse sobre sua vida.Vou relatar as respostas dela às minhas perguntas...
-Comece me dizendo quantos anos tu tens?
-Tenho 11 anos, moro na rua, com mais cinco que nem eu. A gente "pega" as balas lá no super e sai prá vender. O dinheiro nós divide entre todos e vamos vivendo. (pareceu minha tia falando assim)
Minha família? Todos morreram,(senti logo que era mentira).
Nós dorme tudo junto. A gente se lava nas tornera da rua. Não, nenhum qué i prá casa de ajuda. Não falta nada prá nós. A turma bebe cachaça quando tá muito frio. A gente ganha roupa, ô compra lá no 1,99. Tu tá triste? Comigo? Não precisa. Tu qué me levá prá tua casa? Não, né. Deu? Eu preciso voltá e ajudá a turma. O que? tu vai me dá as bala que tu comprô de eu?Legal tia, valeu! Tchau!
Tentei escrever bem igual o geito dela falar. Fui para casa, para o aconchego da lareira quentinha, com a ternura de minha família viva em mim, e uma sensação estranha em meu peito. Karma? Aquela menina estaria resgatando vidas passadas?
Homens e mulheres da era de aquárius, como vamos interagir a partir de então? Qual nosso papel? Até amanhã!
Conheci Ana Rita no centro da cidade onde moro. Ela me abordou. Eu estava distraida, observando o comportamento de uma senhora idosa, enquanto ela tentava abrir sua sombrinha, na dúvida, se a ajudava ou não. (A sombrinha era para proteger a cabeça branca do sol)
- Ô tia,compra uma bala de goma pra me ajudar?
A voz dela não tinha a inocencia da sua idade física, seu olhar era prático e objetivo. Perguntei sua idade. Ela aborrecida, perguntou se eu iria comprar ou não sua mercadoria. logo vi, uma oportunidade incrível à minha frente. Propus à ela, comprar toda a caixa de bala, se ela pudesse sentar comigo no banco, que estava bem próximo de nós.
Ela pensou um pouco, olhou bem a caixa,e concordou, mas logo dizendo que tinha pouco tempo. Concordamos, paguei o total, deu dezoito reais. Comprei um guaraná para ela beber, enquanto conversávamos.Pedi que falasse sobre sua vida.Vou relatar as respostas dela às minhas perguntas...
-Comece me dizendo quantos anos tu tens?
-Tenho 11 anos, moro na rua, com mais cinco que nem eu. A gente "pega" as balas lá no super e sai prá vender. O dinheiro nós divide entre todos e vamos vivendo. (pareceu minha tia falando assim)
Minha família? Todos morreram,(senti logo que era mentira).
Nós dorme tudo junto. A gente se lava nas tornera da rua. Não, nenhum qué i prá casa de ajuda. Não falta nada prá nós. A turma bebe cachaça quando tá muito frio. A gente ganha roupa, ô compra lá no 1,99. Tu tá triste? Comigo? Não precisa. Tu qué me levá prá tua casa? Não, né. Deu? Eu preciso voltá e ajudá a turma. O que? tu vai me dá as bala que tu comprô de eu?Legal tia, valeu! Tchau!
Tentei escrever bem igual o geito dela falar. Fui para casa, para o aconchego da lareira quentinha, com a ternura de minha família viva em mim, e uma sensação estranha em meu peito. Karma? Aquela menina estaria resgatando vidas passadas?
Homens e mulheres da era de aquárius, como vamos interagir a partir de então? Qual nosso papel? Até amanhã!
domingo, 5 de setembro de 2010
retorno às origens
Amanhã vou viajar à Marau, cidade onde fui criada dos tres aos 17 anos, quando vim morar em porto alegre, casada. Estou numa expectativa no mínimo interessante! Quero visitar as escolas onde estudei, as casas onde morei com meus pais e irmãs, o clube onde dancei a valsa com meu pai em meu baile de debutantes e por que não, também, a igreja onde casei.Vou estar lá para o desfile de 7 de setmbro. No meu tempo,de jovem, lá vão 30 anos, era uma data importante. Vamos nos hospedar no hotel que fica na praça central da cidade. Esta praça, tem muitas história, um dia conto para voces, he he. Volto para casa quarta-feira, e então, conto, como foi esta aventura. Podem crer, é uma aventura, pois vou encontrar pela ruas a Rejane que fui. Não que hoje, eu seja muito diferente daquela menina-mulher, sempre elocubrando situações do arco da velha, como se dizia no meu tempo de jovem (fisicamente falando. A história da Ana Rita, conto quarta-feira. Elá mexeu muito comigo e quero dar a atenção que ela merece, e hoje, seria impossível, estou ligada em Marau.Um excelente início de semana para voces, um feriado para repor energias e muita luz para todas (os) nós. Até quarta-feira.
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Oração
Tem uma música que diz...
Se eu quiser falar com Deus, tenho que ficar a sós!
Vamos curtir este fim de semana em paz? Vamos aliviar esta ansiedade de estar no burburinho? Acalmar nosso corpo que busca o tempo todo adrenalina para curtição? Vamos então com calma, viver cada minuto, cada hora, buscando exercitar em nós, a paz.Onde estivermos, seja qual for a situação que nos irrite, vamos respirar fundo e buscar a paz. Por que, tudo que é cantado e falado sobre Deus, exige quietude? Para que possamos ouvir nosso eu interior, que é o deus de cada um de nós. E a paz, é exatamente isso, estarmos em harmonia conosco mesmas(os).Combinado?
Hoje vivi uma história com Maria Rita, menina de 9 anos, vendendo bala de goma nas sinaleiras da cidade. Conversei com ela e contarei a história de uma pequena querreira da paz. Bom findi para todos nós. Salve Baco, senhor do vinho, quero curti-lo muito este findi.
Se eu quiser falar com Deus, tenho que ficar a sós!
Vamos curtir este fim de semana em paz? Vamos aliviar esta ansiedade de estar no burburinho? Acalmar nosso corpo que busca o tempo todo adrenalina para curtição? Vamos então com calma, viver cada minuto, cada hora, buscando exercitar em nós, a paz.Onde estivermos, seja qual for a situação que nos irrite, vamos respirar fundo e buscar a paz. Por que, tudo que é cantado e falado sobre Deus, exige quietude? Para que possamos ouvir nosso eu interior, que é o deus de cada um de nós. E a paz, é exatamente isso, estarmos em harmonia conosco mesmas(os).Combinado?
Hoje vivi uma história com Maria Rita, menina de 9 anos, vendendo bala de goma nas sinaleiras da cidade. Conversei com ela e contarei a história de uma pequena querreira da paz. Bom findi para todos nós. Salve Baco, senhor do vinho, quero curti-lo muito este findi.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
Era uma vez-continuação de ontem
O tempo passou ...
Era um dia de muito calor. No galinheiro tudo era rotina. Todos os dias iguais. Nossa! Tanta monotonia! Ciscar para ´lá, ciscar para cá. Comer milho! Dar outra ciscadinha. As tres galinhas, inseparáveis, motivo de piada em todo o galinheiro, sempre juntas, para variar, neste dia também, ciscavam pelo galinheiro. Uma delas, por acaso, levantou a cabeça e olhou para o céu. Lá em cima, soberbas, águias voavam em círculos, dando gritos que se ouvia aqui embaixo. Uns gritos agudos, que geito estranho de se comunicar (ela pensou). Cutucou suas irmãs, com as asas e falou...
-Lá estão elas de novo! Parecem tão felizes! Como eu gostaria de poder estar voando agora também.
-Cala a boca maninha! Somos galinha, tu estás louca? Vamos comer, que é melhor!
Foi a resposta que ela teve, das duas irmãs, que falaram juntas como em um jogral. E foi o que ela fez. Ainda deu mais uma olhadinha, baixou a cabeça e seguiu ciscando pela vida.
Estão a ver que essas "galinhas" são as tres águias que o fazendeiro colocara no galinheiro e morrera no dia seguinte, sem ter contado para ninguém sua aventura com a mãe delas a águia.
O que pretendo, contando esta fábula? Reafirmar a importância do autoconhecimento. Pensem a respeito, certo?
Até amanhã!
Era um dia de muito calor. No galinheiro tudo era rotina. Todos os dias iguais. Nossa! Tanta monotonia! Ciscar para ´lá, ciscar para cá. Comer milho! Dar outra ciscadinha. As tres galinhas, inseparáveis, motivo de piada em todo o galinheiro, sempre juntas, para variar, neste dia também, ciscavam pelo galinheiro. Uma delas, por acaso, levantou a cabeça e olhou para o céu. Lá em cima, soberbas, águias voavam em círculos, dando gritos que se ouvia aqui embaixo. Uns gritos agudos, que geito estranho de se comunicar (ela pensou). Cutucou suas irmãs, com as asas e falou...
-Lá estão elas de novo! Parecem tão felizes! Como eu gostaria de poder estar voando agora também.
-Cala a boca maninha! Somos galinha, tu estás louca? Vamos comer, que é melhor!
Foi a resposta que ela teve, das duas irmãs, que falaram juntas como em um jogral. E foi o que ela fez. Ainda deu mais uma olhadinha, baixou a cabeça e seguiu ciscando pela vida.
Estão a ver que essas "galinhas" são as tres águias que o fazendeiro colocara no galinheiro e morrera no dia seguinte, sem ter contado para ninguém sua aventura com a mãe delas a águia.
O que pretendo, contando esta fábula? Reafirmar a importância do autoconhecimento. Pensem a respeito, certo?
Até amanhã!
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
MUDANÇA DE PLANOS
ONTEM, FIQUEI SEM COMUNICAÇÃO, aqui onde moro. Já falei para voces, que grande parte da minha magia, é consequencia da interpretação de códigos em nosso dia a dia. Portanto, nada de liderança, vou contar para voces uma pequena história que li, esqueci o nome de quem a escreveu. É de um sábio...
Um rico fazendeiro, já velho, sentado na varanda de sua enorme casa, observava a fazenda que construira ao longo de sua vida. Satisfeito estava, quando sua amiga águia começou a sobrevoar aos gritos, onde ele se encontrava. Preocupado, pegou sua bengala e a seguiu, montanha acima, na trilha que só ele conhecia, feita para observar suas amigas águias. A certa altura da caminhada, viu a águia pousada sobre o ninho, junto de pedras grandes, muito grandes. Ele se aproximou do ninho, seguindo os gritos dela, que pareciam mais fracos. Encontrou tres ovos, quando se virou para perguntar o que ela queria que ele fizesse, ela estava morta. Ele sentiu uma grande paz, por ela ter confiado seus filhotes à ele.Após cobri-la com os galhos das árvores ao redor, ele tirou o chapéu de feltro preto, quase tão velho quanto ele, por issso macio (he he), e colocou os ovos, descendo a montanha com muito cuidado, como se carregasse seus próprios filhos. Foi direto ao galinheiro, um primor de galinheiro, e colocou lá, junto com os outros, os ovos que trouxera, para as galinhas chocarem. À noite, sonhou com sua amiga, ele, no sonho, voava com ela feliz, feliz. De manhã, o empregado estranhando a demora do patrão para vir tomar café,foi até o quarto, e encontrou seu amado patrão morto.
No enterro, veio gente de tudo que era lugar, o fazendeiro era muito amado por todos. Os filhos viajaram no dia seguinte, dos quatro, nenhum quis ficar cuidando da fazenda. Todos eram profissionais de sucesso. Quem ficou administrando a fazenda, foi o empregado que encontrara o patrão morto.
Bem, amanhã eu conto o resto, a própósito esta á a historia de tres filhotes de águia. Como terá sido o destino delas?
Até amanhã!!!!!!!!!!!!!!!Fiquem bem!
Um rico fazendeiro, já velho, sentado na varanda de sua enorme casa, observava a fazenda que construira ao longo de sua vida. Satisfeito estava, quando sua amiga águia começou a sobrevoar aos gritos, onde ele se encontrava. Preocupado, pegou sua bengala e a seguiu, montanha acima, na trilha que só ele conhecia, feita para observar suas amigas águias. A certa altura da caminhada, viu a águia pousada sobre o ninho, junto de pedras grandes, muito grandes. Ele se aproximou do ninho, seguindo os gritos dela, que pareciam mais fracos. Encontrou tres ovos, quando se virou para perguntar o que ela queria que ele fizesse, ela estava morta. Ele sentiu uma grande paz, por ela ter confiado seus filhotes à ele.Após cobri-la com os galhos das árvores ao redor, ele tirou o chapéu de feltro preto, quase tão velho quanto ele, por issso macio (he he), e colocou os ovos, descendo a montanha com muito cuidado, como se carregasse seus próprios filhos. Foi direto ao galinheiro, um primor de galinheiro, e colocou lá, junto com os outros, os ovos que trouxera, para as galinhas chocarem. À noite, sonhou com sua amiga, ele, no sonho, voava com ela feliz, feliz. De manhã, o empregado estranhando a demora do patrão para vir tomar café,foi até o quarto, e encontrou seu amado patrão morto.
No enterro, veio gente de tudo que era lugar, o fazendeiro era muito amado por todos. Os filhos viajaram no dia seguinte, dos quatro, nenhum quis ficar cuidando da fazenda. Todos eram profissionais de sucesso. Quem ficou administrando a fazenda, foi o empregado que encontrara o patrão morto.
Bem, amanhã eu conto o resto, a própósito esta á a historia de tres filhotes de águia. Como terá sido o destino delas?
Até amanhã!!!!!!!!!!!!!!!Fiquem bem!
Assinar:
Postagens (Atom)