Está acontecendo aqui no Rio Grande do Sul, o Fórum Mundial Social (Forum Social Temático 2012). Há alguns anos atrás, quando este evento ainda estava se firmando, em termos internacionais, eu fiz parte atuante dele.
Igual ao acontecimento da revista da Concepa, quando do primeiro realizado em Porto Alegre, eu sabia que iria estar lá, um dia, não importava o tempo!
Assim foi. Uma amiga querida, ativista política, muito inteligente, telefonou me convidando para fazer o ritual no campo das mulheres, então acampadas no parque Marinha do Brasil. Eu estava na praia, na beira do mar,espreguiçada em uma esteira! Sabe choque elétrico? No mesmo instante, minha filha (*na época minha sócia)e eu viemos para Porto Alegre, organizar tudo.
No dia combinado, lá estava eu. Adel e Gabriela, desenharam um enorme pentagrama, com um círculo a envolve-lo. Nos quatro cantos cardeais foram colocados os quatro elemento, um caldeirão com brasas sendo fogo no sul, garrafas de água mineral com gás sendo a água no oeste, um enorme cristal drusa no norte sendo a terra e muitos incensos acesos no leste representando o ar.
Uma responsabilidade profunda, uma leveza nunca vivida antes, e um enorme grupo de pessoas, sensação e soma. Quando comecei, senti a efervescência no ar, sobre nossas cabeças. Foi lindo o visual de quem participou. Um grupo de mulheres vestidas de bruxas com seus chapéus negros no sul he he, no fogo proteção. Fiz um exercício de autocontrole, minha gratidão ao Universo foi infinita, estava tudo certo. O ritual foi feito, começo meio e fim! Os participantes em massa cooperaram, com uma autosuficiência assombrosa. A expansão de luz do corpo que formávamos, TODOS DENTRO DO CÍRCULO COM O PENTAGRAMA, foi conclusivo. Nada mais seria igual. Nem se repetiria, aqui no paralelo trinta sul, aquele tipo de expansâo! Eu não conseguia enxergar ou sequer perceber o destino, só enxergava aquele cone sobre nós, absorvendo nossa vibração e expandindo! Quando falávamos, conforme eu os orientava, o som era de diversas línguas, todos de mãos dadas, unidade de paz! Ali foi vivido isso! Pessoas de boa vontade, reunidas em nome da paz planetária!
Hoje, vendo o movimento do fórum, precisando trazer nomes fortes de artistas populares, para juntar pessoas, sinto meu corpo quentinho, como quando orgasmo! Fiz minha parte! Nós as pessoas que lá estávamos, naquele início, fizemos nossa parte! Foi puro, limpo e profundo. Ponto!
Agradeço ter cinquenta e oito anos! Agradeço ser esta mulher autodidata, sem lenço, sem documento, sendo sómente deusa de mim mesma! Agradeço a insanidade consciente de fazer oque deve ser feito, sem questionamentos, medos ou inseguranças! É para fazer? Fui convocada? Presente! Aqui estou!
Então, aqui em meu Viamão querido, no aconchego de minha solidão, acompanhada pelos cantos dos pássaros, espio o movimento humano lendo o jornal diário inseparável, zero hora, sabendo que fiz minha parte e, hoje, posso estar aqui sossegadinha, em paz! Só observando o ir e vir das novas gerações!
Ficas bem! Até amanhã!
O Auto conhecimento é a chave para a conquista do sucesso.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Podes ajudar-me?
Por causa de uma lógica matemática toda rejane, preciso o mais breve possível, tipo ontem, que mude o número de pessoas que está registrado na página deste blog.
O número trinta e tres está cansado, preciso ir para o número trinta e cinco.
Podes ajudar-me?
Nos falamos amanhã! Grata, como sempre, por tua cumplicidade (ou não, especificamente neste caso ).
Tenhas um dia maravilhoso!
O número trinta e tres está cansado, preciso ir para o número trinta e cinco.
Podes ajudar-me?
Nos falamos amanhã! Grata, como sempre, por tua cumplicidade (ou não, especificamente neste caso ).
Tenhas um dia maravilhoso!
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Reencontro
O que vivi ontem à noite, já faz parte de minha autobiografia, que vou contar para ti, que lês este blog , agora.
Ontem de manhã, hora em que diariamente ligo o computador, após uma boa caminhada, tinha idéia de outro tema para trocar contigo. Ao sentar, saboreando um suco de laranja com beringela crua, d e l i c i o s o, o que escrevi foi a convocação para o primeiro encontro do ano, ao redor do fogo. Ok, vamos lá, então.
Já fazem muitos anos que expectativa não faz mais parte do contexto de eu sou rejane, mas ontem eu estava estranha!
Um calor infernal, fim de tarde, fui abrir o portão, para as primeiras gurias, que chegaram mais cedo do que o costume. Tres mulheres em um carro branco.
Abri o portão, vislumbrei dentro do carro, uma dama, elegantérrima, no mesmo instante morri de vergonha. Eu vestia um pano enrolado em meu corpo, cobrindo o maiô, recém saída da piscina. Desejei que o chão me engolisse. Morta de vergonha, suada, um trapo, assim estava eu, corajosa indo receber aquela lady.
A porta do carro foi aberta e de lá saiu uma senhora, de ar simples, de luz branca e olhar juvenil. Logo entendi que a outra, a dama que eu recebera, era uma ancestral da gentil senhora. Foi empatia instantânea, de ambos os lados, eu e ela. Atenta, deixei o rio fluir. O encontro seguiu o fluxo normal, outras gurias chegaram, se juntaram à nós, e assim foi.
Continuamos concentradas, realizando nosso ritual, quando tudo ao redor se modifica, instantâneamente. Estamos em um casa velha, sem pintura, mas aconchegante. Debruçadas sobre uma mesa tosca, estamos eu e ela, a dama, fazendo poções e magias.Muito longe de qualquer resquício de elegância, até de higiene. Estávamos cheirando a corpo sem banho, sabes? Bem primitivo o que fazíamos naquele momento. Olhei para ela, e quando nosso olhos se encontraram, voltei num segundo para onde estávamos, aqui, ao redor do fogo.
Meu coração se derreteu, quentinho, que sensação de êxtase! Eu estava reecontrando uma hermana de caminhada, muito, muito secular, aliás, milenar. O desenrolar, foi sereno, forte, profundo. Como estudiosa que sou, pedi ao universo que, se eu merecesse, me mostrasse o que aquela mulheres ao redor do fogo, com a chegada desta outra, que pela primeira vez estava presente,tinham em comum.Além é claro de coragem, determinação, lucidez e mágia.
Tudo ao redor se transformou em areia. Vestidas com roupas pretas e azul noite, com enfeites em nossos corpos em azul turqueza, somos negras, magérrimas, altas com as mãças do rosto salientes, no deserto. Aquele grupo em um oásis, canta mantras suaves, que se expandem em ondas pelas dunas altas ao redor. Tãmaras mastigadas, até se transformarem em pasta, são cuspidas em um recipiente (prateado por fora e dourado por dentro), misturado com pó de ouro e passada a mistura resultante, no rosto de cada uma.
Voltei à realidade ouvindo meu nome ser dito por ela, logo seu olhar inquieto entrou no meu, com curiosidade. Silenciei, continuamos, até encerrar os nossos compromissos da noite e mantive silencio, até onde pude, com relação a tudo que presenciei.
Na hora de bebericarmos o guaraná bem geladinho, novamente a dama surgiu, e todas nós, elegantemente vestidas, brindamos ao reencontro. Uma música de fundo que ainda agora, não consigo definir o instrumento que era tocado, tipo harpa?
Apaixonante viver as duas realidades... séculos atrás se interpunham com o presente. Taças chiquérrimas se misturavam aos copos de plástico branco.
E assim foi! Mulheres normais? Loucas? Viajantes? He he he! Sou Rejane Maria e agradeço!
Até amanhã! Tenhas um lindo dia!
Ontem de manhã, hora em que diariamente ligo o computador, após uma boa caminhada, tinha idéia de outro tema para trocar contigo. Ao sentar, saboreando um suco de laranja com beringela crua, d e l i c i o s o, o que escrevi foi a convocação para o primeiro encontro do ano, ao redor do fogo. Ok, vamos lá, então.
Já fazem muitos anos que expectativa não faz mais parte do contexto de eu sou rejane, mas ontem eu estava estranha!
Um calor infernal, fim de tarde, fui abrir o portão, para as primeiras gurias, que chegaram mais cedo do que o costume. Tres mulheres em um carro branco.
Abri o portão, vislumbrei dentro do carro, uma dama, elegantérrima, no mesmo instante morri de vergonha. Eu vestia um pano enrolado em meu corpo, cobrindo o maiô, recém saída da piscina. Desejei que o chão me engolisse. Morta de vergonha, suada, um trapo, assim estava eu, corajosa indo receber aquela lady.
A porta do carro foi aberta e de lá saiu uma senhora, de ar simples, de luz branca e olhar juvenil. Logo entendi que a outra, a dama que eu recebera, era uma ancestral da gentil senhora. Foi empatia instantânea, de ambos os lados, eu e ela. Atenta, deixei o rio fluir. O encontro seguiu o fluxo normal, outras gurias chegaram, se juntaram à nós, e assim foi.
Continuamos concentradas, realizando nosso ritual, quando tudo ao redor se modifica, instantâneamente. Estamos em um casa velha, sem pintura, mas aconchegante. Debruçadas sobre uma mesa tosca, estamos eu e ela, a dama, fazendo poções e magias.Muito longe de qualquer resquício de elegância, até de higiene. Estávamos cheirando a corpo sem banho, sabes? Bem primitivo o que fazíamos naquele momento. Olhei para ela, e quando nosso olhos se encontraram, voltei num segundo para onde estávamos, aqui, ao redor do fogo.
Meu coração se derreteu, quentinho, que sensação de êxtase! Eu estava reecontrando uma hermana de caminhada, muito, muito secular, aliás, milenar. O desenrolar, foi sereno, forte, profundo. Como estudiosa que sou, pedi ao universo que, se eu merecesse, me mostrasse o que aquela mulheres ao redor do fogo, com a chegada desta outra, que pela primeira vez estava presente,tinham em comum.Além é claro de coragem, determinação, lucidez e mágia.
Tudo ao redor se transformou em areia. Vestidas com roupas pretas e azul noite, com enfeites em nossos corpos em azul turqueza, somos negras, magérrimas, altas com as mãças do rosto salientes, no deserto. Aquele grupo em um oásis, canta mantras suaves, que se expandem em ondas pelas dunas altas ao redor. Tãmaras mastigadas, até se transformarem em pasta, são cuspidas em um recipiente (prateado por fora e dourado por dentro), misturado com pó de ouro e passada a mistura resultante, no rosto de cada uma.
Voltei à realidade ouvindo meu nome ser dito por ela, logo seu olhar inquieto entrou no meu, com curiosidade. Silenciei, continuamos, até encerrar os nossos compromissos da noite e mantive silencio, até onde pude, com relação a tudo que presenciei.
Na hora de bebericarmos o guaraná bem geladinho, novamente a dama surgiu, e todas nós, elegantemente vestidas, brindamos ao reencontro. Uma música de fundo que ainda agora, não consigo definir o instrumento que era tocado, tipo harpa?
Apaixonante viver as duas realidades... séculos atrás se interpunham com o presente. Taças chiquérrimas se misturavam aos copos de plástico branco.
E assim foi! Mulheres normais? Loucas? Viajantes? He he he! Sou Rejane Maria e agradeço!
Até amanhã! Tenhas um lindo dia!
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Compromisso com o feminino
Nestes trinta e cinco anos de caminhada holística, sempre senti responsabilidade maior com a auto descoberta feminina. Lá por mil novecentos e noventa, trabalhei com homens e mulheres. Quando falo em trabalhei, quero dizer idas à natureza, encontros semanais etc. Foi extremamente enriquecedor!
Ano passado, meados de junho, foi aberta a participação novamente da figura masculina em nossos encontros. Hoje, voltamos ao que era dantes. O encontro no fogo, precisa que haja um orientador masculino e eu sou feminina, altamente feminina. A sobrecarga que a soma dos sexos representa, para mim está encerrada. Tipo assim... não tenho mais idade para isso he he he! É sério. Hoje, nos encontros, observar a evolução da mulher, é muito profundo, e a preocupação com o masculino é extremamente desgastante. Está bem explicado? Retornamos hoje ao fogo, o primeiro do ano de dois mil e doze, em grupo. Estás gentilmente convocada! Retomo a posição assumida ao longo dos anos... sou responsável por caminhar com mulheres na busca do autoconhecimento holístico. E que cada mulher que chega à mim, receba forças e ela, cuide de seu homen (ou seus homens, hoje muito comum este plural, pode ser filhos, netos enfim, seus homens).
A partir das seis horas da tarde, o fogo aceso inicia mais uma caminhada!
Ficas bem! Uma excelente semana para todas(os) nós!
Até amanhã!
Ano passado, meados de junho, foi aberta a participação novamente da figura masculina em nossos encontros. Hoje, voltamos ao que era dantes. O encontro no fogo, precisa que haja um orientador masculino e eu sou feminina, altamente feminina. A sobrecarga que a soma dos sexos representa, para mim está encerrada. Tipo assim... não tenho mais idade para isso he he he! É sério. Hoje, nos encontros, observar a evolução da mulher, é muito profundo, e a preocupação com o masculino é extremamente desgastante. Está bem explicado? Retornamos hoje ao fogo, o primeiro do ano de dois mil e doze, em grupo. Estás gentilmente convocada! Retomo a posição assumida ao longo dos anos... sou responsável por caminhar com mulheres na busca do autoconhecimento holístico. E que cada mulher que chega à mim, receba forças e ela, cuide de seu homen (ou seus homens, hoje muito comum este plural, pode ser filhos, netos enfim, seus homens).
A partir das seis horas da tarde, o fogo aceso inicia mais uma caminhada!
Ficas bem! Uma excelente semana para todas(os) nós!
Até amanhã!
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Falando muito sério
Te convido à fazeres um brinde comigo!
O motivo? Família ! Tu tens tua família, lógico, pode ser pequena, por exemplo: tu e teu cachorro? ou tu e um filho(a)? ou tu e um irmão? ou tu e uma velha tia? ou tu e uma grande família como eu...
Dentro da era de aquárius que estamos iniciando, já lá vão doze anos, primordial é estarmos em paz com nossa família sanguínea. Não vamos falar aqui de outras família, aquela que encontramos em um grupo religioso, ou em nosso trabalho, ou em uma ong, ou em pessoas semelhantes ao nosso modo de pensar, ou ainda aquela família que se pudessemos ter opção seria nossa escolha ao nascer.
Falo de pai e mãe de sangue, tios(as) primos(as), avós, irmãs(os)sobrinhas (os), filhas(os). Esta família que por ordem genética, é nosso primeiro desafio neste planeta. Entender, desculpar, investir na relação, acreditar. Vamos parar uns minutos hoje e vamos buscar com a mente, nossa família. Tendo feito isso, vamos dissecar os relacionamentos neste núcleo hereditário.
E vamos trazer para este momento, as pessoas que gostamos por afinição é óbvio, e que compartilham muuuuuuuuito mais de nossa atenção e carinho.
Vamos buscar, com coragem, o porque de mantermos desentendimentos familiares sanguíneos. Vamos buscar o quanto de paciência devotamos para as relaçoes escolhidas por nós, e quão pequena e é a cota dada aos nossos familiares.
Já deves ter percebido que, com as pessoas que escolhemos, não há realmente um compromisso eterno enquanto vivamos por aqui. Sofremos uma desilusão ...terminamos a relação. E com um parente, ela se manterá à revelia de nosso distanciamento.
Pois bem, tendo isso bem esclarecido, sinto te dizer que não soma nada sermos doces e amigas(os) de quem escolhemos como tal. A verdadeira soma está no evoluir DENTRO de tua família original terrena!
Estou falando com conhecimento de causa, já morri onze vezes, e em todas elas (minhas mortes) a luminosidade ao meu redor sempre esteve cristalina quando resolvi , nas onze existencias, as relações núcleo-familiares.
Temos um rico mês, este de janeiro, com ainda onze dias pela frente. Tenta resolver isso, encara de frente a lógica de teres nascido no ninho do qual fazes parte. Saibas que TUDO que criticas em teus familiares, está em teu dna.
Caso seja muito dificil fazeres isso, busca ajuda, existem psicólogas(os) capacitadíssimas(os) no mercado atual!
Torço para que consigas alinhar esta relação, pois te afirmo, as melhores alegrias e momentos profundos de paz, encontro em minha família de sangue, pois a aceito como ela é, sei que carrego a mesma carga genética .
E com coragem , lambo nossas mútuas feridas existenciais com muita consideração. Assim como faço com as pessoas não de mesmo sangue que eu, mas que fazem parte da minha grande família!
Portanto... tim tim ! Brinda comigo... à família!
Ficas bem! Até amanhã!
O motivo? Família ! Tu tens tua família, lógico, pode ser pequena, por exemplo: tu e teu cachorro? ou tu e um filho(a)? ou tu e um irmão? ou tu e uma velha tia? ou tu e uma grande família como eu...
Dentro da era de aquárius que estamos iniciando, já lá vão doze anos, primordial é estarmos em paz com nossa família sanguínea. Não vamos falar aqui de outras família, aquela que encontramos em um grupo religioso, ou em nosso trabalho, ou em uma ong, ou em pessoas semelhantes ao nosso modo de pensar, ou ainda aquela família que se pudessemos ter opção seria nossa escolha ao nascer.
Falo de pai e mãe de sangue, tios(as) primos(as), avós, irmãs(os)sobrinhas (os), filhas(os). Esta família que por ordem genética, é nosso primeiro desafio neste planeta. Entender, desculpar, investir na relação, acreditar. Vamos parar uns minutos hoje e vamos buscar com a mente, nossa família. Tendo feito isso, vamos dissecar os relacionamentos neste núcleo hereditário.
E vamos trazer para este momento, as pessoas que gostamos por afinição é óbvio, e que compartilham muuuuuuuuito mais de nossa atenção e carinho.
Vamos buscar, com coragem, o porque de mantermos desentendimentos familiares sanguíneos. Vamos buscar o quanto de paciência devotamos para as relaçoes escolhidas por nós, e quão pequena e é a cota dada aos nossos familiares.
Já deves ter percebido que, com as pessoas que escolhemos, não há realmente um compromisso eterno enquanto vivamos por aqui. Sofremos uma desilusão ...terminamos a relação. E com um parente, ela se manterá à revelia de nosso distanciamento.
Pois bem, tendo isso bem esclarecido, sinto te dizer que não soma nada sermos doces e amigas(os) de quem escolhemos como tal. A verdadeira soma está no evoluir DENTRO de tua família original terrena!
Estou falando com conhecimento de causa, já morri onze vezes, e em todas elas (minhas mortes) a luminosidade ao meu redor sempre esteve cristalina quando resolvi , nas onze existencias, as relações núcleo-familiares.
Temos um rico mês, este de janeiro, com ainda onze dias pela frente. Tenta resolver isso, encara de frente a lógica de teres nascido no ninho do qual fazes parte. Saibas que TUDO que criticas em teus familiares, está em teu dna.
Caso seja muito dificil fazeres isso, busca ajuda, existem psicólogas(os) capacitadíssimas(os) no mercado atual!
Torço para que consigas alinhar esta relação, pois te afirmo, as melhores alegrias e momentos profundos de paz, encontro em minha família de sangue, pois a aceito como ela é, sei que carrego a mesma carga genética .
E com coragem , lambo nossas mútuas feridas existenciais com muita consideração. Assim como faço com as pessoas não de mesmo sangue que eu, mas que fazem parte da minha grande família!
Portanto... tim tim ! Brinda comigo... à família!
Ficas bem! Até amanhã!
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
E fez-se a luz !
A persistência, a entrega, e humildade da aceitação.
Tu possuis uma dessas qualidades? Caso respondas uma. tudo bem! É um longo caminho. E que seja importante saberes que o primeiro passo, ja foi dado por ti!
Caso respondas duas, excelente! O pior já passou e a partir de agora as coisas fluirão de modo rápido!
Caso respondas tres, sejas benvinda (o) à era de aquárius!
Estamos já com doze anos de vida, nesta era que começou turbulenta e desajeitada, graças à herança deixada para nós, por nossos ancestrais. Um mundo caótico, com ilhas humanas que eu chamo frente de resistência, que sobreviveram e estão prontas para começar tudo de novo.
* Durante muitos anos de minha vida, falo isso sempre que estamos em grupo de estudo ou de magia:
Minhas pernas são alongadas, bastante alongadas. Meus pés estão entranhados na terra como raizes profundas. Meus braços parecem tentáculos fortes e resistentes. Minha cabeça é comprida, olho para cima, buscando o céu. O que vejo, são minhas mãos segurando uma enorma abóbada transparente, infinitamente grande, tão grande que não enxergo onde termina. Acima desta abóbada transparente, vejo um mar de horrores, humanos e animais, todos envolvidos em um turbilhão de sangue e água, passando em alta velocidade. Respiro profundamente. A posição não é cansativa, pelo contrário, me sinto forte!
Olho para baixo, vejo muitos, muitos humanos e animais protegidos pela abóbada, calmos em posição de quem está orando. Não vejo ninguem conhecido, muito menos meus filhos, ou meu companheiro querido,nem irmãs, nem minha velha mãe, nada! Com profunda paciência, persistência e entrega, mentalizo o desejo de que eles estejam protegidos sobre alguma outra abóbada*.
Sim, já começou o mundo novo. Para os que sobreviveram na frente de resistência, sendo humildes, persistentes e aceitaram seu modo diferente de ser, chegou a hora!
Fica tranquila (o)! O que deves fazer, te será mostrado. Mantem teu coração aberto.
Amanhã falamos mais a respeito! De quem possui uma ou duas ou tres das palavras citadas no início deste texto, qual seu papel nisso tudo! Esta é a boa nova que recebi dos companheiros da luz!
Hoje, dia dezoito de dezembro de dois mil e doze, quem diria, lua minguante, quarta-feira, parecia ser um dia comum! He he he, lá vamos nós! Turbinem seus motores, sacudam as teias de aranha de suas vassouras! O movimento começou!
Ficas bem!
Tu possuis uma dessas qualidades? Caso respondas uma. tudo bem! É um longo caminho. E que seja importante saberes que o primeiro passo, ja foi dado por ti!
Caso respondas duas, excelente! O pior já passou e a partir de agora as coisas fluirão de modo rápido!
Caso respondas tres, sejas benvinda (o) à era de aquárius!
Estamos já com doze anos de vida, nesta era que começou turbulenta e desajeitada, graças à herança deixada para nós, por nossos ancestrais. Um mundo caótico, com ilhas humanas que eu chamo frente de resistência, que sobreviveram e estão prontas para começar tudo de novo.
* Durante muitos anos de minha vida, falo isso sempre que estamos em grupo de estudo ou de magia:
Minhas pernas são alongadas, bastante alongadas. Meus pés estão entranhados na terra como raizes profundas. Meus braços parecem tentáculos fortes e resistentes. Minha cabeça é comprida, olho para cima, buscando o céu. O que vejo, são minhas mãos segurando uma enorma abóbada transparente, infinitamente grande, tão grande que não enxergo onde termina. Acima desta abóbada transparente, vejo um mar de horrores, humanos e animais, todos envolvidos em um turbilhão de sangue e água, passando em alta velocidade. Respiro profundamente. A posição não é cansativa, pelo contrário, me sinto forte!
Olho para baixo, vejo muitos, muitos humanos e animais protegidos pela abóbada, calmos em posição de quem está orando. Não vejo ninguem conhecido, muito menos meus filhos, ou meu companheiro querido,nem irmãs, nem minha velha mãe, nada! Com profunda paciência, persistência e entrega, mentalizo o desejo de que eles estejam protegidos sobre alguma outra abóbada*.
Sim, já começou o mundo novo. Para os que sobreviveram na frente de resistência, sendo humildes, persistentes e aceitaram seu modo diferente de ser, chegou a hora!
Fica tranquila (o)! O que deves fazer, te será mostrado. Mantem teu coração aberto.
Amanhã falamos mais a respeito! De quem possui uma ou duas ou tres das palavras citadas no início deste texto, qual seu papel nisso tudo! Esta é a boa nova que recebi dos companheiros da luz!
Hoje, dia dezoito de dezembro de dois mil e doze, quem diria, lua minguante, quarta-feira, parecia ser um dia comum! He he he, lá vamos nós! Turbinem seus motores, sacudam as teias de aranha de suas vassouras! O movimento começou!
Ficas bem!
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Produtividade
Calma com as movimentações de início de ano. Calma , dê atenção especial à saude.
Semana para exercer produtividade na saúde em ti mesma(o)!
Ficas bem!
Semana para exercer produtividade na saúde em ti mesma(o)!
Ficas bem!
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