O Auto conhecimento é a chave para a conquista do sucesso.
quinta-feira, 10 de novembro de 2016
Defina:qual teu papel em minha vida
O texto hoje é, direcionado e objetivo. E pessoal! Sabes que, como sempre, ao me expor, sirvo de exemplo para ti, que lês este blog! Perco a conta de quantas pessoas convivi e convivo, nas relações que intensamente deixo acontecer em cada período de minha vida! Milhares, centenas de milhares. Do esmoleiro das ruas, aos amores não vividos; das relações profissionais às relações familiares; das(os) aprendizes da fé aos crédulos...lembro de todos estes seres. Da infância em Guaporé e Marau, às amizades atuais. Muitas pessoas! E, cada uma, é um pedacinho da construção de quem sou hoje! O que quero exaltar, aqui, são os seres indefiníveis...aqueles que deixaram suas sombras, na frustração do incompleto. Explico melhor:seres que apesar do meu medo da troca, não definiram seus papéis, nesta troca. Este tipo ainda existe...como existe! Chamo ironicamente de brincalhões parvos! Seres que se alimentam da utopia, da expectativa, da ilusão. Acho graça, pois sou terrena pura. Meu elemento Terra, raramente deixa que eu arranque as raízes que marcam minha trilha, para que as asas que escondo tão bem, se abram e me levem para outras terras. Mas, o elemento Ar, meu regente, sussurra em meus ouvidos que estou pronta para voar. E este voo não significa o óbvio, nada em mim é óbvio! Apenas significa: quem não define seu papel, a partir de agora, em minha vida, não existe mais! Sai do contexto! Está fora! Tu nem sonha o que acontece, quando escrevo isso...sai de cima de meus ombros qualquer expectativa e, consigo voar para longe desta ilusória realidade que cria castelos de areia, pura ficção! Minha menina-mulher abana para os amores adolescentes frustrados. Também toda a luta profissional, até que eu assumisse viver financeiramente deste dom que possuo desde criança, some, sem deixar a mínima dor! A própria expectativa angustiada de saber notícias do que quer que seja, entrego esta expectativa para quem originou este planeta! Enfim...te liberto e nos liberto! Tu, que em algum momento, viveu comigo o aprendizado da vida, nos liberto! Queres ainda rever ou trocar alguma relação, para acertares definitivamente teu entendimento desta minha atitude? Por favor, que valha a pena! Pois estou livre de ti! Para que eu pare de novo e te enxergue, precisas definir meu papel, em tua vida!
Defina:qual teu papel em minha vida
O texto hoje é, direcionado e objetivo. E pessoal! Sabes que, como sempre, ao me expor, sirvo de exemplo para ti, que lês este blog! Perco a conta de quantas pessoas convivi e convivo, nas relações que intensamente deixo acontecer em cada período de minha vida! Milhares, centenas de milhares. Do esmoleiro das ruas, aos amores não vividos; das relações profissionais às relações familiares; das(os) aprendizes da fé aos crédulos...lembro de todos estes seres. Da infância em Guaporé e Marau, às amizades atuais. Muitas pessoas! E, cada uma, é um pedacinho da construção de quem sou hoje! O que quero exaltar, aqui, são os seres indefiníveis...aqueles que deixaram suas sombras, na frustração do incompleto. Explico melhor:seres que apesar do meu medo da troca, não definiram seus papéis, nesta troca. Este tipo ainda existe...como existe! Chamo ironicamente de brincalhões parvos! Seres que se alimentam da utopia, da expectativa, da ilusão. Acho graça, pois sou terrena pura. Meu elemento Terra, raramente deixa que eu arranque as raízes que marcam minha trilha, para que as asas que escondo tão bem, se abram e me levem para outras terras. Mas, o elemento Ar, meu regente, sussurra em meus ouvidos que estou pronta para voar. E este voo não significa o óbvio, nada em mim é óbvio! Apenas significa: quem não define seu papel, a partir de agora, em minha vida, não existe mais! Sai do contexto! Está fora! Tu nem sonha o que acontece, quando escrevo isso...sai de cima de meus ombros qualquer expectativa e, consigo voar para longe desta ilusória realidade que cria castelos de areia, pura ficção! Minha menina-mulher abana para os amores adolescentes frustrados. Também toda a luta profissional, até que eu assumisse viver financeiramente deste dom que possuo desde criança, some, sem deixar a mínima dor! A própria expectativa angustiada de saber notícias do que quer que seja, entrego esta expectativa para quem originou este planeta! Enfim...te liberto e nos liberto! Tu, que em algum momento, viveu comigo o aprendizado da vida, nos liberto! Queres ainda rever ou trocar alguma relação, para acertares definitivamente teu entendimento desta minha atitude? Por favor, que valha a pena! Pois estou livre de ti! Para que eu pare de novo e te enxergue, precisas Ddefinir meu papel, em tua vida!
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Qual a palavra que ainda não foi dita?
Pergunto à mim mesma, neste novembro de dois mil e dezesseis, anos. Qual a palavra que ainda não foi dita? Desde Platão, no meu entender o melhor pensador, até Einstein o gênio que adoro... são tantas as palavras existentes...em cada país, em cada tribo... em cada continente e em cada hemisfério! Em línguas diferentes, na paixão da prece...na ponta da caneta que escreve, ou no teclar de um computador. Pensativa, observadora, penso em todas as palavras que falam da dor, do amor, da solidão, da felicidade e todo o resto de situações que envolvem a vida humana. Como um exercício de retórica, falo palavras soltas, e a cada nova palavra, em minha mente se desenha um quadro específico. Existiria por ventura, alguma palavra que, ainda não foi dita? Vem ao meu socorro, as crianças que nascem a todo o momento...na observação do desenvolvimento de meus netos, especificamente na fala. Constato o som diferenciado dos mais novinhos. Hoje, as crianças que começam a falar, trazem um som que tu tem que te esforçar para associar ao que elas querem dizer. Um exemplo... quando Lucas fala "brumá" ele está falando carro. Qualquer carro. E infinitos outros exemplos. Mateus, também com dois anos e pouco de idade, tem sua linguagem própria! Foi isso que chamou minha atenção. Eles tem novas palavras! Esta constatação me deixou um tanto perplexa, para a obviedade da evolução da linguagem humana, neste século XXI. Não é um estudo orgasmático de mostrar conhecimento, e repetir, e repetir, e repetir...tipo, qualquer palestra que tu assistes, com euditos que trazem conhecimentos para solucionar probemas atuais... É uma geração que vem para transformar, todo um existencial contexto de comunicação! APRENDIZ ETERNA! Madona mia! Isso que me faz ficar viva! Enquanto esta geração de crianças, for respeitada, e assim deve ser...poderemos viver sem castrar, como donos do saber, o que está por detrás destas palavras que ainda não foram ditas.
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Água mole em pedra dura
A persistência, sempre foi uma das armas mais imporantes, na existência humana. Não precisa ser vidente, para isso VER! Basta estudar a evolução humana. Alcançou seus objetivos, quem persistiu. Hoje, vejo o desencanto nas pessoas; a desesperança emoldurada em suas feições! Aqui e agora, meu recado é curto! Aliás, é mais um pedido, que um recado...NÃO DESISTE de teus sonhos! Não te entregas para o desencanto! Não fica parada(o)! Te junta comigo e com quem mais acredita na construção de um mundo melhor! Está difícil?Sim, mas se reparares, nunca foi fácil! É uma arte, ser feliz, neste planeta que tanto admiro! Portanto, hoje, ao iniciar o penúltimo mês de 2016, te peço: não desiste de ser feliz! Persiste, uma hora, isso vai acontecer! EU ACREDITO e faço por isso! Lembra, nem ontem, nem amanhã! Aqui e agora, costruir um mundo melhor, começando por acreditar em cada um de nós!
domingo, 23 de outubro de 2016
Sem medo de ser feliz
Desde muito menina, vivo uma relação intensa, com o aprendizado "conhecer" o ser humano! Era sereno, era normal estar sempre acompanhada! A vida, era e continua sendo, um constante aprendizado. Tive a benção de por puro unstinto, optar pelos seres do bem. Construtores! Que traziam conforto! Os quue tinham carra fechada, ou olhar de fera, eu mandava embora. Nunca gostei de sentir dor Minha opção sempre foi sentir alegria, vivendo junto com pessoas e crescendo com elas. Então, o lado amargo da vida, durante décadas da vida de minha amada personagem Rejane, foi empurrado para lá! Hoje, estou vivendo, um aprendizado diferente. A Matriarca de minha família, nossa Mãe, está com Mal de Alzheimer, em estágio avançado. A sensação de "perder" alguém com vida, é estranhíssima. É minha mãe, mas esqueceu quem eu sou! E foi aos poucos...hoje, ela está distante é uma criança. Aprendizado doído, onde a matemática humana nunca foi tão lógica! O cérebro fecha suas portas, em áreas que são daquele ser! Minha opção de estudo existencial...o comportamento humano, estou a viver, agora com minha raíz! Vivi algo semelhannte há 35 anos atrás, quando foi confirmada a paralizia cerebral em minha quarta filha! Lembro de estar no consultório do neurologista e ele falar para eu cuidar dos outros 3 filhos, porque aquela que eu tinha em meus braços, não "vingaria" (cresceria). E hoje esta filha é um ser feliz, vivo e atuante! Com relação à lição Dona Dada, minha mãe, sinto esta sensação...fazer de tudo, para que ela seja feliz! Seja onde for, seja com quem estiver, que o modo como ela sente a vida, neste estágio da doença, seja sendo feliz e respeitada em seu caminho. Como me sinto como filha? Existem duas realidades: a da menina que ontem a noite chorou muito, sentindo saudades da mãe que aprendeu a amar. Existe a mulher, cercada por Seres de Luz, explicando com lógica, cada situação que se apresenta! Então, neste domingo que metade do céu tem sol e a outra metade anuncia temporal,eu opto poor viver este aprendizado, com gratidão! Porque eu quero ser feliz!Porque aprender, é para toda a vida! E, certas matérias, não são programadas, como quem entra em determinada universidade. Porque a vida, neste planeta, é um laboratório surprendente, que não mede limites, para nos ensinar.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Eu só quero ser FELIZ
A depressão, o desânimo; o próprio desalento; são os sentimentos e as sensações em moda, na atualidade. Por outro lado, a histeria; o up causado por drogas (cabe aqui o álcool e todo o resto); o comer demais ou comer de menos, regem o comportamento humano. A anarquia, a violência,a corrupção, são os ingredientes que, compõem este caos. E aí, tem uma velha mulher que TEIMA em ser feliz! Adivinha quem? Ora, pensa um pouquinho...não precisa ir longe...estás falando em ela! Sim! Euzinha! Eu mesma! E não sinto culpa por ser feliz! Não me escondo por detrás de uma cara triste e compungida! Por todas as Deusas! Não sou hipócrita! Gente! Eu enxergo; ando; possuo paladar; ouço o mínimo som; minha pele sente o toque da brisa mais suave e, possuo um faro de cão de caça! Qualquer pão me alimenta! Tenho o espetáculo diário da Mãe Natureza ao meu dispor! Tenho 5 pares de sapatos! Só compro roupa em liquidação ou em ofertas promocionais! Sei me satisfazer sexualmente! Amo de paixão a solidão em mim! O mundo está em guerra? Sim, e daí? Neste momento em que falo de minha felicidade, as maiores atrocidades estão acontecendo, Sim, e daí? Por que preciso carregar sobre meus velhos ombros a responsabilidade alheia??? NÃO CARREGO! ME NEGO! Sabes por que ME SINTO FELIZ SEM CULPAS???? Porque faço minha parte! Isso que quero colocar neste blog que, com persistência mantenho vivo. E sabes por que eu o mantenho??? Porque faço minha parte! À revelia da angústia de ser lido ou não? Óbvio! EU FAÇO A MINHA PARTE! Então, pessoas queridas deste mundão... deixo aqui mais um testemunho do jeito Rejane de ser feliz! Eu sou feliz, quando me permito ser,e te confesso que, quanto mais velha vou ficando, mais leve e em paz vou me sentindo, portanto feliz. Se é uma receita??? Ora bolas, já passei da idade de passar receitas de felicidade. Minha digital é única! Encontrei meu jeito de ser feliz, aos 62 anos!!!! Tu queres ser feliz? Sim, e daí??? Vai à luta, não desiste! Desapega e feliz aprendizado! Boa noite!
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Instrumento de aprendizado
Chega um momento em nossas vidas que, parece termos atingido o limite de tudo, o nosso próprio limite. Este texto, hoje, é para quem está vivendo um momento asim. Cada um de nós, tem a sua história e a escreve do seu modo. O aprendizado sutil, de como viver neste planeta, é cantado em verso e prosa, há milênios. Na fábula da Formiga e da Cigarra, podemos enxergar claramente isso. Nas quatro Estações, também a mesma constatação! Sabe a gangorra? Ou em cima ou embaixo? No jogo, para estar no mesmo nível, tem que haver cumplicidade, ou seja , vontade de ambos. Assim é a vida! Um tempo de plantio e um tempo de colheita. Daí, vem aquele tempo, que parece não ter lógica....quando sofremos desmesuradamente. Doença? Dificuldade financeira? Perda de um ente querido? Ou, o que vivemos hoje? Dor coletiva, NÃO conheço nada pior! Pois se é minha dor, busco o entendimento e navego tranquila, enquanto ela precisar existir, para eu aprender, o que ela quer me ensinar. E quando a dor é vivenciada por um grupo, uma família, uma cidade, uma nação? Até quando é possível suportar, "carregar" o tempo deste aprendizado coletivo? Até quando, as ondas doídas, que passam por nós, precisamos conviver? Até quando, aquela angústia exagerada, vem passa por meu corpo físico e deixa suas mazelas? Sabe o que é divino, na maturidade adquirida pela vivência humana? Que, se descobre NÃO SER obrigação, conviver com a dor coletiva! Para isso acontecer, são necessários três movimentos: *FAZER o que te cabe, nas relações coletivas; leia aqui,o que está ao TEU alcance! *RESPEITAR o aprendizado alheio: aceitar o modo que cada um tem para aprender! *SER PAZ! Leia aqui, entender que somos pequenos organismos no meio da imensidão e, que isso já é um tremendo desafio! Era isso que eu queria falar contigo, hoje! Sabe o que eu tenho comigo? Que ESTOU EXAUSTA DE CARREGAR DORES COLETIVAS. Calma, não é um protesto, nem estou desistindo de meus semelhantes, não! É um basta que estou dando à dor! ESTOU ME DANDO TRÉGUA! Sim é possível! Até o mais forte guerreiro, precisa descansar o corpo, repor as energias gastas em cada batalha! Como posso fazer isso, sem culpa? Ah! Bendita (ou não) criação! Dizendo à vida..."Pára o trem, eu vou descer". E vou tomar um banho de rio; fazer amor na relva molhada; andar a cavalo; acender um fogo sob o olhar atento da irmã Lua, comer uma lima arrancada direto da limeira! E, quando eu estiver renovada, volto para a estação e escolho qual trem vou entrar!
Assinar:
Postagens (Atom)