O Auto conhecimento é a chave para a conquista do sucesso.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
A árvore da vida
Desenha em uma folha de papel branca, uma árvore ! Podem serem rabiscos, não precisa ser uma obra de arte. Raiz, tronco,galhos folhas. Nas raízes que sustentam a formação do tronco, colocas o nome de teu pai e de tua mãe. Sobre eles, uma seta, que sobe em direção aos galhos, folhas e fruto(s) . Nos galhos, desenhas uma fruta, para ti e uma para cada irmã(ão) que tiveres. Caso sejas filha(o) única, será uma fruta só. Tua árvore está pronta? Observa com atenção teu desenho...o que é óbvio...que a raíz é quem busca os nutrientes para a vida e expansão desta árvore. Acompanha este raciocínio lógico. por ser a "lógica" da Mãe Natureza...raíz tem a função de sugar da terra, o alimento necessário para o crescimento do então, pequeno arbusto. Que com a persistência e rotina diária, se tornará uma bela árvore. Nosso olhar passa pelo tronco, canal de condução deste alimento, que por ele segue sempre em direção à expansão e continuidade da vida em todo este contexto. Em determinado momento surgem os frutos, que ali são a soma de toda esta química, tão rotineira em nosso planeta! A função do fruto, como bem foi desenhada a seta, de baixo para cima, é individual. Sim, pois ele-fruto não envia, de volta para a raíz o mínimo nutriente que seja, para que esta árvore seja mantida. Ele é colhido, como alimento, ou simplesmente amadurece, cai na terra, e ao longo do tempo, forma outra árvore. Esta representação,que ora uso, é para exemplificar como entendo Família, em nosso cotidiano.Como faço valer a existência de meus pais? Criando a minha própria árvore, à semelhança deles, pois tenho em mim, toda uma carga genética, tipo se meus pais são abacate não serei uma maçã. Certo? E, como nutro meus pais, minha raíz? JAMAIS voltará do fruto, seiva para a raíz. Então a função específica minha, é de ser uma árvore frondosa, para que este dna que recebi, dê sementes. Com relação à irmãs(ãos) de sangue ou frutos da mesma árvore que o meu fruto, qual minha responsabilidade? Repito. tu não vais ver do fruto, voltar seiva para o galho e buscar o outro fruto para nutrir. Isso é responsabilidade da raíz. A minha função como fruto desta árvore, repito, é fazer uma nova árvore propiciando assim a evolução da minha espécie-tipo árvore da maçã! Aqui entra o verdadeiro e profundo sentido da árvore da vida... isso vivi com minha irmã Janice,nos últimos dias. Amar minha irmã, tão diferente de mim, e tão autêntica em seu modo de ser. Vejo nela, características minhas, como frutos que somos, da mesma árvore. Semelhanças de gens, como costumamos comentar e sorrir disso! Existe sim a lógica, tudo neste planeta tem uma lógica própria! A ALMA de cada "árvore, que transcende qualquer lógica, é o amor! É tu escutar a outra fruta do mesmo pé que tu, num soprar suave do vento, que sacode as folhas e traz um murmurio familiar, que te enternece ou que te irrita profundamente. É tu, perdida na construção de tua árvore, com teu tronco forte e teus infinitos frutos, de repente ouvir este som. O som de tua origem de teu povo, de tua árvore-matriz!Querida Janice, me perdoa não ter estado sempre próxima, nesta sintonia afinada, trazida pela aragem de uma manhã orvalhada. Grata, querido fruto da mesma árvore que eu, por nos termos permitido "voltar" ao aconchego de nossa árvore materna-paterna. Grata pela nostalgica saudade e, sensacional certeza que somos frutos vencedores. Nossa raíz deve estar orgulhosa de sua produção! Grata Janice querida, irmã de seiva de meu coração!
sábado, 23 de novembro de 2013
A arte de envelhecer
Eu poderia colocar como título desta postagem..."um dia, todos seremos velhos"! Senhor do Universo, que aprendizado intenso! Minha mãe Dada, tem 84 anos, e aos sábados, minha irmã Bete que mora com ela, trabalha todo o dia na Feira da Redenção, em Porto Alegre. Eu e minhas outras duas irmãs, Débora e Janice, assumimos a mãe neste dia! Cada sábado uma de nós passa o dia com Dada! Ontem fui à POA, meu sábado com nossa Dada. Isso já acontece há alguns meses. E sempre tem sido light, não fui *tocada* para falar a respeito até então. MAS, neste sábado, mergulhei no que é viver com uma pessoa bem mais velha que eu, literalmente falando. O que foi especialmente aprendido? Não vais acreditar...a paciência. Paciência para andar devagar nas calçadas e ruas; para ouvir a voz de minha mãe o tempo todo (ela está surda e seu tom de voz é bem alto); para parar a cada cachorro que passa ou criança, especialmente em carrinho querendo saber nome, idade etc; para observar em comentários bem altos como tal árvore é linda; ou ser cutucada para olhar pessoas excêntricas que chamam sua atenção(ou no vestir ou no andar ou miserável); para traduzir tudo o tempo todo; enfim paciência! Sou mãe também, de uma filhota com 32 anos cadeirante e surda, então aprendi isso com ela...paciência. Será por ser minha mãe, e não ter coragem de dar à ela limites? Ou será porque também estou envelhecendo? Ou será porque meu biorritmo hoje está especialmente pavio curto? Cheia de pensamentos confusos, vim para casa, sentindo compaixão por Bete que vive com nossa mãe, estava eu desintegrada na poltrona do carro, vindo para casa com meu marido, no fim da tarde, quando meu olhar absorveu um relâmpago cósmico no céu...ele estourou em minha cabeça com uma única frase...um dia terás a idade de tua mãe. Pois foi o que bastou! Me considero uma mulher inteligente, absorvi instantâneamente com lucidez absoluta, tal realidade. E ponto. Um dia terei 84 anos e que as pessoas tenham paciência para com meus vícios comportamentais. Mas te digo com absoluta convicção...desde agora, neste momento, inicio um auto controle de meu comportamento! Ou então, programo envelhecer em uma ilha sem montanhas, com alimento farto e muita sanidade para poder ser autosuficiente até o último minuto de minha vida! Óbvio que sei que o homem põe e Deus dispõe! Isso não impede que eu deseje ardentemente uma velhice em paz, em silêncio, em sossêgo!
domingo, 17 de novembro de 2013
Mais um na multidão
Ainda menina, eu sentia uma enorme necessidade de liderar, de "empurrar" as pessoas. Movimentar, não suportava a inércia, que em meu modo de ver, gerava algo ruim, que me incomodava. Sempre, o tempo todo, essa sensação fez parte de mim, até uns dias atrás. Quando, em meu trabalho como cartomante, começaram a chegar para consultar, mulheres com a "estrela sobre o ombro esquerdo ou direito", abracei a causa de despertar nelas, a consciência de que possuiam um dom diferenciado das outras mulheres. Ao longo de mais de vinte anos, trilhei este caminho, quase que adotando tais mulheres, como filhas de meu coração. Mesmo as mais velhas em idade cronológica que eu, o sentimento era esse. Perco a conta de quantas mulheres-estrelas passaram por minhas mãos. Com TODAS, desempenhei o que me propus...ser a luzeira! Jamais disse para cada uma o que fazer. Não era este o meu papel, elas eram diamante bruto,sendo lapidados por elas mesmas. Entender serem diamantes, era esta minha missão! Com uma certa expectativa, acompanhei suas vidas, ao longo destes anos todos. A consciência que desenvolvi, me dá uma paz profunda, fiz minha parte! Quando deito minha cabeça já com cabelos brancos no travesseiro, durmo em absoluta serenidade existencial. O carinho e o respeito que sinto por todas, é infinito. As que seguiram, ou não, o caminho aceitando esta consciência, são iguais para mim. Admiro todas, sem exceção! E aí, acontece...uma bela noite, uma taça de vinho, conversando com algumas Mulheres-Estrela, vem a redenção! Na forma de uma chave que, assim como recebi, entreguei! A sensação, não tens idéia! Pela PRIMEIRA vez, desde que existo, estou leve, livre e solta! Senhora do Universo, isso não tem preço! Com o corpo de uma mulher de 59 anos, estou com a energia de uma adolescente, que olha para o céu, vê o avião passando, lá em cima, e diz convicta para si mesma..."mundo me aguarde, estou chegando"! O que é mais valioso nisso tudo? A missão cumprida! Completamente cumprida...começo,meio,fim! Agora, sou mais um na multidão.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Feira do Livro POA
Mais uma Feira do Livro acontece aqui em Porto Alegre! Digo aqui, pois Viamão onde moro é do ladinho; tipo cidades vizinhas! Busquei então, na caixa de fotos, as das duas feiras que participei, com o lançamento de dois dos vinte que já tenho escrito,nesta maravilhosa Feira! E quero partilhar contigo, esta estranha emoção. Um dia que acordas, como se fosse o dia de teu casamento. Um nervoso, misturado com felicidade e expectativa. Andar nas "ruas" da feira, pisar naquelas pedras encantadas , sabendo que naquele flash momentâneo, farás parte daquele contexto. Onde Magos e Magas da escrita, exibem sua arte, como cisnes que com o bico, alisam suas brilhantes penas! Foram duas vezes de igual êxtase. Dividi intensa, com aqueles seres eruditos, um espaço sagrado. E foi perfeito!!!! Como meus filhos que fiz, faria tudo outra vez, com os livros que lancei na Feira! E, acredita em mim, realizei um sonho! Não foi assim, da noite para o dia. Precisei de ajuda...sim...tive a humildade de pedir e a humildade de aceitar ajuda! E é isso que quero compartilhar contigo neste blog, hoje...tens um sonho? Por mais estranho e impossível que ele te pareça, saibas que ELE SÓ SE REALIZARÁ, na hora certa, com a ajuda certa, no local (geográfico) certo! Isso, trocando em miúdos, quer dizer...JAMAIS desista de teu sonho, por não conseguires realizá-lo no momento que queres que ele se torne real. Tem paciência, te recolhe, te fortalece, na expectativa do tempo certo, que, chegará! Eu Rejane Maria Goldani, vinda lá de Marau-Guaporé, sem ter concluido o segundo grau, estive lá, onde chamo Palácio da Cultura! Andei entre reis e rainhas, vesti, por momentos, quando autografava os livros, o manto sagrado dourada e lilás. E pronto! Aqui, quietinha em meu canto, hoje, com meu bico de cisne ainda afiado, coloco minhas penas reluzentes em ordem, navegando neste lago-remanso, meu ponto final!
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Fórum Social Mundial
Hoje, coloquei no face, as fotos que mostram trabalho feito em 2005, quando este evento Fórum Social Mundial, aconteceu no Parque Marinha do Brasil, aqui em Porto Alegre. Foi um convite inesperado. Eu estava de férias em Arroio Teixeira, verão, e pelo telefone, uma amiga querida perguntou se eu aceitava o desafio de fazer um ritual de paz para nosso amado planeta Terra. Com a ajuda de Gabriela e Adel, fizemos um enorme pentagrama branco no chão do parque. Nos quatro pontos cardeais cada elemento representando o respectivo Elemental. No norte uma base com cristais e ervas representando o elemento Terra os Gnomos, no leste incensos acesos representando elemento Ar as Sílfides; no Sul um braseiro representando o Elemento Fogo as Salamandras e no oeste água mineral com gás representando o elemento Água as Ondinas! No centro do pentagrama, uma fogueira de fogo baixo, mas intenso, usado para transmutar toda a alquimia somando os quatro Elementos para a composição do Quinto! Foi uma experiência da qual sempre vou lembrar com muita ternura. Naquela noite, como sempre são meus trabalhos, eu não preparei nada. A medida que o pentagrama foi surgindo, minha mente e meu corpo já sabiam o que era para ser feito. E, nas mais diversas línguas, de cada nacionalidade que ali estava, foi expandida na forma de espirais que se projetavam para o alto, um manancial de amorosidade por este planeta, como acredito, não vou viver igual, tão cedo ou nunca mais... As palavras saíam livres de minha boca, com vida própria. Cada movimento era conduzido por meu corpo,com tanta energia quanto era respondido pelas centenas de pessoas que ali estavam! As cinco dimensões trabalharam em perfeito sincronismo! Quando ao terminar o ritual, pedi que todos nos abraçássemos, formando um só corpo, tive que controlar o tremor que sacudiu cada partícula de meu físico. O céu estrelado, foi tão somente, naquela noite, um belíssimo Portal! Guardei as fotos durante estes anos todos, sabendo que chegaria o momento em que seria importante falar a respeito. Creio que um novo encontro está sendo arquitetado, e novamente estaremos realizando esta expansão coletiva de paz. Saberemos quando chegar a hora. Coloco neste blog este depoimento, para que todos que o leiam, se preparem e digam "presente" quando a convocação acontecer Não será através de mim, já fiz minha parte. Estejam atentas (os)e façam a doação com tanto amor como eu fiz, sem visar recompensa alguma a não ser a paz de ter feito o que deveria ser feito! Meu nome no face é Rejane Bordin Goldani -acessa e verás as fotos.
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