Moro em um país abençoado por Deus e bonito por natureza!
Estas palavras cantadas por Caetano e Gil, falam do tesouro que eu partilho com milhões de outras pessoas, ser brasileira!
O fato de residir no Rio Grande do Sul, sobra a linha paralelo trinta graus sul, torna minha existência humana, tão plena, que as vezes tenho que respirar profundamente, para equilibrar a energia intensa desta região.
Ontem à noite, fui jantar com mulheres com M Maiúsculo! era para ser um encontro light, conhecer amigas de uma irmã muito querida minha. Nove mulheres, saboreando um rizoto de camarão e lula delicioso, feito por uma maga na cozinha!
E isso, quero partilhar contigo, exercendo o direito de ir e vir, que neste país amadíssimo, é lei, encontrei mulheres aguerridas, corajosas e mutantes, que nem eu!
Partilho contigo, que les este blog, esse movimento, não te deixes acomodar pela rotina, em tua vida!
Aproveita a liberdade que possuimos, até então, não tenho ciência de que alguem que leia este blog, seja tolhido da liberdade pessoal. Então, movimenta teu corpo, te permitas buscar, procurar, outros seres que falem tua língua!
É tempo de aglutinação, os iguais estão se encontrando e desenvolvendo a linguagem de identificação.
Já falei antes, estamos vivendo o fim da era escura, de sofrer muito, novo tempo está a começar. A evolução da consciência é necessária, e quando ouvimos seres que falam familiarmente conosco, estamos formando mais um elo da corrente evolutiva.
Te permitas este movimento. Não fica gemendo, ou te excluindo da troca por achares que tua cota de troca está cumprida. Enquanto aqui, vivendo aqui, fazemos parte.
O carinho e o prazer que vivi ontem à noite, tu também podes viver. E eu tenho cinquenta e sete anos!
Te desejo hoje, o movimento do encontro, de almas gemeas, faz tua parte, te movimenta!
Tenhas um lindo dia!
Até amanhã!
O Auto conhecimento é a chave para a conquista do sucesso.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Abelhas em festa
Hoje, tres de outubro, é dia da abelha! Desde pequena, minha flor preferida é a margarida e amo abelhas. Foi em um lindo dia de sol, vendo-as trabalharem nas margaridas que entendi quão importantes estes insetos são para os humanos. Era um vai e vem sem parar e eu observava aquela confusão, quando meus sentidos captaram suas conversas, ordens e logo percebi que não havia confusão alguma. E que o que parecia para mim anarquia, possuia uma lógica matemática, nas ordens executadas por todas.
O mel, comprendi no que uma criança consegue perceber, é o alimento mais sagrado e puro que a natureza nos presenteia. Ele (o mel) resulta de aproveitamento, sem sacrificio, dos elementos naturais daqui!
Quando fiz cinquenta anos de idade, a minha paciência e tolerância para com a mediocridade humana estava tão escassa! Resolvi buscar uma maneira de renovar em mim, o carinho no trato com todo e qualquer humano, e, estava pensando nisso, quando uma abelha entrou em minha casa e voou até a cozinha, onde o pote de mel que eu usara para adoçar o chá, ficara aberto.
Lógico, óbvio, pensei comigo! Colocar uma abelha em mim.
Daí em diante, como todas as decisões que determino, foi rápido. Tatuei em meu ombro direito uma linda abelha! Enquanto o tatuador trabalhava ela em mim, chamei a Abelha Rainha, e com muuuuuuuuuuuuuito respeito, pedi à ela que emprestasse doçura para meu corpo. Tive que explicar o porque, falei que estava ficando seca e sem ternura. Ela olhou com aqueles olhos enormes para mim, e aquiesceu de forma majestosa.
Quando o tatuador deu por terminada a tarefa, eu estava doída, mas muito feliz e esperançosa. De fato, ao longo dos dias, fui adquirindo o que considerava perdido, minha amorosidade e ternura!
Anos depois, li em um livro sobre os papas da igreja ( eu estava pesquisando a respeito da existência de uma papisa na igreja) quando li que na capa de veludo usada pelos papas tem muitas abelhas bordadas em fio de ouro, elas são bordadas no lado interno da capa, por isso não são visíveis.(sábios eles?)
Bem, estou falando delas hoje, simplesmente por ser seu dia! E também por querer partilhar contigo este tesouro que não é meu, é de quem quiser dele ser guardiã! Tem sempre mel em tua casa, o simples fato dele estar a lá já expande doçura em teu lar.
Um belo chá de margaridas adoçado com mel, para ti, para mim, para nós!
Tenhas um lindo dia! Até amanhã!
O mel, comprendi no que uma criança consegue perceber, é o alimento mais sagrado e puro que a natureza nos presenteia. Ele (o mel) resulta de aproveitamento, sem sacrificio, dos elementos naturais daqui!
Quando fiz cinquenta anos de idade, a minha paciência e tolerância para com a mediocridade humana estava tão escassa! Resolvi buscar uma maneira de renovar em mim, o carinho no trato com todo e qualquer humano, e, estava pensando nisso, quando uma abelha entrou em minha casa e voou até a cozinha, onde o pote de mel que eu usara para adoçar o chá, ficara aberto.
Lógico, óbvio, pensei comigo! Colocar uma abelha em mim.
Daí em diante, como todas as decisões que determino, foi rápido. Tatuei em meu ombro direito uma linda abelha! Enquanto o tatuador trabalhava ela em mim, chamei a Abelha Rainha, e com muuuuuuuuuuuuuito respeito, pedi à ela que emprestasse doçura para meu corpo. Tive que explicar o porque, falei que estava ficando seca e sem ternura. Ela olhou com aqueles olhos enormes para mim, e aquiesceu de forma majestosa.
Quando o tatuador deu por terminada a tarefa, eu estava doída, mas muito feliz e esperançosa. De fato, ao longo dos dias, fui adquirindo o que considerava perdido, minha amorosidade e ternura!
Anos depois, li em um livro sobre os papas da igreja ( eu estava pesquisando a respeito da existência de uma papisa na igreja) quando li que na capa de veludo usada pelos papas tem muitas abelhas bordadas em fio de ouro, elas são bordadas no lado interno da capa, por isso não são visíveis.(sábios eles?)
Bem, estou falando delas hoje, simplesmente por ser seu dia! E também por querer partilhar contigo este tesouro que não é meu, é de quem quiser dele ser guardiã! Tem sempre mel em tua casa, o simples fato dele estar a lá já expande doçura em teu lar.
Um belo chá de margaridas adoçado com mel, para ti, para mim, para nós!
Tenhas um lindo dia! Até amanhã!
sábado, 1 de outubro de 2011
Consciência na infância
Grata a voces que mandaram suas respostas! Seguimos então...
Quando crianças, é habito infantil, brincar com amiguinhos imaginários! Os pais, parecem permitir essa situação, até o momento que isso não lhes convenha mais. Por exemplo, até um determinado tempo, era interessante, a criança ficava em seu mundo, e não atrapalhava nas rotinas da casa.
Para falarmos sem hipocrizia, bendita televisão, videos games, etc.Isso substituiu um pouco, na geração de meus filhos o amigo imaginário.
Vamos falar da infância da minha geração (50 a 60 anos atrás)...
Brincávamos de casinha, pega pega, pula corda, amarelinha, as brincadeiras em grupo, e meus amiguinhos(as) sempre estiveram junto. Apanhamos bastante e o castigo era desculpa para nossos pais manterem seu espaço. Estando em castigo, a culpa de educar filhos ficava standbay.
A geração de meus filhos...
Foi criada solta, tanto quanto a anterior foi reprimida. Eu sempre, por enxergar o mundo paralelo, entendi os amigos(as) que acompanhavam meus filhos. Via as õutras mães colocarem seus filhos na frente da televisão e pronto. Lá em casa, a televisão era ligada em determinados horários.
A geração de meus netos...atual
São jovens que respeitam conforme a criação recebida, suas sensações diferentes, quando em situação que abra para uma experiência nova. E brincaram bastante com seus amiguinhos(as) do mundo paralelo.
Na geração de meus filhos, as crianças-índigo nasceram aos milhoes neste planeta! Crianças com a mente investigativa, aventureira, de ets aprendendo a conhecer um novo território.
Na geração de meus netos, as criança-cristal, vem com uma desenvoltura racional invejável. Inteligentíssimas, estas crianças trazem capacitação para desenvolver experiências de tele transporte.
Então, façamos um resumo, usando minha pessoa como exemplo, mas englobando toda a comunidade terrestre...
Minha consciência infantil era proibida, assustava os outros(tanto que silenciei total a respeito), a infância de meus filhos viveu a explosão de religiões explicando os anjos e os demonios. A de meus netos vive a expansão das sensações.
Podes entender o salto transcedental que estamos a viver e compreender o quanto as crianças que nascem hoje, vêm com a missão de serem os que mudam (mutantes).
E é dessas crianças, nascidas há tres anos atrás, (marco tempo hoje)que falo e alerto seus pais, para respeitarem com mais cuidado sua infância e seus amigos(as) imaginários(as). Elas vivem o limiar da nova era, é real, é agora, estamos vivendo.
A propósito, eu tenho cinquenta e sete anos e meu marido tem sessenta e um anos, meus filhos têm trinta e seis, trinta e tres, trinta e um, e vinte e nove anos respectivamente; meus netos têm dezesseis, quatorze e doze anos respectivamente.
Deixem seus filhos serem crianças, eles precisam desenvolver suas personalidade de luz, em paz!
Nos falamos amanhã! Tenham um lindo dia de sábado e domingo!
Quando crianças, é habito infantil, brincar com amiguinhos imaginários! Os pais, parecem permitir essa situação, até o momento que isso não lhes convenha mais. Por exemplo, até um determinado tempo, era interessante, a criança ficava em seu mundo, e não atrapalhava nas rotinas da casa.
Para falarmos sem hipocrizia, bendita televisão, videos games, etc.Isso substituiu um pouco, na geração de meus filhos o amigo imaginário.
Vamos falar da infância da minha geração (50 a 60 anos atrás)...
Brincávamos de casinha, pega pega, pula corda, amarelinha, as brincadeiras em grupo, e meus amiguinhos(as) sempre estiveram junto. Apanhamos bastante e o castigo era desculpa para nossos pais manterem seu espaço. Estando em castigo, a culpa de educar filhos ficava standbay.
A geração de meus filhos...
Foi criada solta, tanto quanto a anterior foi reprimida. Eu sempre, por enxergar o mundo paralelo, entendi os amigos(as) que acompanhavam meus filhos. Via as õutras mães colocarem seus filhos na frente da televisão e pronto. Lá em casa, a televisão era ligada em determinados horários.
A geração de meus netos...atual
São jovens que respeitam conforme a criação recebida, suas sensações diferentes, quando em situação que abra para uma experiência nova. E brincaram bastante com seus amiguinhos(as) do mundo paralelo.
Na geração de meus filhos, as crianças-índigo nasceram aos milhoes neste planeta! Crianças com a mente investigativa, aventureira, de ets aprendendo a conhecer um novo território.
Na geração de meus netos, as criança-cristal, vem com uma desenvoltura racional invejável. Inteligentíssimas, estas crianças trazem capacitação para desenvolver experiências de tele transporte.
Então, façamos um resumo, usando minha pessoa como exemplo, mas englobando toda a comunidade terrestre...
Minha consciência infantil era proibida, assustava os outros(tanto que silenciei total a respeito), a infância de meus filhos viveu a explosão de religiões explicando os anjos e os demonios. A de meus netos vive a expansão das sensações.
Podes entender o salto transcedental que estamos a viver e compreender o quanto as crianças que nascem hoje, vêm com a missão de serem os que mudam (mutantes).
E é dessas crianças, nascidas há tres anos atrás, (marco tempo hoje)que falo e alerto seus pais, para respeitarem com mais cuidado sua infância e seus amigos(as) imaginários(as). Elas vivem o limiar da nova era, é real, é agora, estamos vivendo.
A propósito, eu tenho cinquenta e sete anos e meu marido tem sessenta e um anos, meus filhos têm trinta e seis, trinta e tres, trinta e um, e vinte e nove anos respectivamente; meus netos têm dezesseis, quatorze e doze anos respectivamente.
Deixem seus filhos serem crianças, eles precisam desenvolver suas personalidade de luz, em paz!
Nos falamos amanhã! Tenham um lindo dia de sábado e domingo!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Níveis de Consciência
Ao longo da caminhada, como rejane, aprendi muito, na maior parte do tempo, escutando a vida ao meu redor.
Desde pequena, conheci o mundo em tres dimenssões; a que eu vivia, a que meus amigos espirituais viviam e em terceiro lugar, mas tão real quanto, o mundo dos elementais.
O mundo em que eu nasci e cresci, é a herança genética que deixo à meus filhos. As leis que regem este mundo e todo o comprometimento que temos, ao estarmos aqui, tento até hoje, quando ele dão uma brecha(por menor que seja) mostrar.
São leis e regras básicas, nascer, viver e morrer. O que somares nisso, será lucro. Caso não somes nada, também não fará diferença, a função aqui, neste planeta, é evolução de dna.
Portanto, olhar com carinho especial para nós, e nos permitir momentos de felicidade é o grande diferencial.
O mundo espiritual e dos elementais, abrange outros níveis de consciêcia que, ou tu nasces com a visão aberta ou aprendes a desenvolver tal capacidade.
Tudo está registrado em nossas células. Para quem deseja ardentemente entender um pouquinho a respeito destes níveis de consciência, sugiro que pensem bastante a respeito, respondam tres perguntas minhas e então seguiremos adiante sobre este assunto.
Lá vão as tres perguntas, que serão feitas de ti para ti mesma(o)...
*A verdade cósmica sai através de minhas palavras?
*A verdade dita por outra pessoa é questionada, sempre, por mim?
* A minha vida é minha, e o que faço dela é o que realmente me faz bem?
Os diversos níveis de consciência, que já consegui alcançar, mostraram que a chave para conectá-los estava em meu inconsciente, na evolução de meu dna.
Nas células de cada um de nós , humanos, está registrada toda a evolução desde sendo um micro organismo até o que somos hoje.
Falaremos a respeito, conforme cheguem suas respostas às tres perguntas acima.
Tenham um lindo dia! Até amanhã!
Desde pequena, conheci o mundo em tres dimenssões; a que eu vivia, a que meus amigos espirituais viviam e em terceiro lugar, mas tão real quanto, o mundo dos elementais.
O mundo em que eu nasci e cresci, é a herança genética que deixo à meus filhos. As leis que regem este mundo e todo o comprometimento que temos, ao estarmos aqui, tento até hoje, quando ele dão uma brecha(por menor que seja) mostrar.
São leis e regras básicas, nascer, viver e morrer. O que somares nisso, será lucro. Caso não somes nada, também não fará diferença, a função aqui, neste planeta, é evolução de dna.
Portanto, olhar com carinho especial para nós, e nos permitir momentos de felicidade é o grande diferencial.
O mundo espiritual e dos elementais, abrange outros níveis de consciêcia que, ou tu nasces com a visão aberta ou aprendes a desenvolver tal capacidade.
Tudo está registrado em nossas células. Para quem deseja ardentemente entender um pouquinho a respeito destes níveis de consciência, sugiro que pensem bastante a respeito, respondam tres perguntas minhas e então seguiremos adiante sobre este assunto.
Lá vão as tres perguntas, que serão feitas de ti para ti mesma(o)...
*A verdade cósmica sai através de minhas palavras?
*A verdade dita por outra pessoa é questionada, sempre, por mim?
* A minha vida é minha, e o que faço dela é o que realmente me faz bem?
Os diversos níveis de consciência, que já consegui alcançar, mostraram que a chave para conectá-los estava em meu inconsciente, na evolução de meu dna.
Nas células de cada um de nós , humanos, está registrada toda a evolução desde sendo um micro organismo até o que somos hoje.
Falaremos a respeito, conforme cheguem suas respostas às tres perguntas acima.
Tenham um lindo dia! Até amanhã!
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Adeus setembro
Estamos na última semana de setembro, já iniciando outubro.
Tempo de fazermos um balanço, nas metas que lá no fim do ano passado, determinamos, acontecer em nossas vidas. O terceiro trimestre está acabando, e temos ainda mais tres meses para realizar as nossas propostas.
Duas folhas de papel branco
caneta e cola
canela em pó
folhas de louro
Em uma das folhas escreveremos as metas que já foram alcançadas. Estamos com saúde? agradecer a saúde até aqui...a família unida... e assim por diante.
Em outra folha, escreveremos o que ainda falta alcançar, caso tenham surgido novos desafios, é nesta folha que serão escritos. Desentendimentos profissionais, familiares, amorosos, tudo escrito.
Dívidas a serem saldadas, vendas a serem realizadas, enfim, dentro das metas a que nos propusemos, as dificuldades que estão a emperrar o desenvolvimento e a solução.
A folha com as metas já alcançadas, queimamos e sopramos as cinzas na direção do oeste, onde o sol se põe.
A folha com o que falta para realizar, vamos passar cola sobre tudo o que escrevemos, com a cola ainda molhada espalhar a canela em pó. Fazemos tudo isso, enquanto falamos para nossso cérebro ser mais ágil em seu movimento de nos dar soluções.
Quando pronto, dobramos em quadrados, até o tamanho menor possível, colocando o papel dobrado, dentro de um vidro cheio de folhas de louro.
Este vidro será colocado à céu aberto, recebendo chuva, sol, sereno, enfim energia natural.
No fim do ano, em um lindo braseiro, queimar as folhas de louro com o escrito e as cinzas serão jogadas para o norte, onde o elemento terra trabalha a riqueza colheita!
Nos falamos amanhã! Tenhas um lindo dia!
Tempo de fazermos um balanço, nas metas que lá no fim do ano passado, determinamos, acontecer em nossas vidas. O terceiro trimestre está acabando, e temos ainda mais tres meses para realizar as nossas propostas.
Duas folhas de papel branco
caneta e cola
canela em pó
folhas de louro
Em uma das folhas escreveremos as metas que já foram alcançadas. Estamos com saúde? agradecer a saúde até aqui...a família unida... e assim por diante.
Em outra folha, escreveremos o que ainda falta alcançar, caso tenham surgido novos desafios, é nesta folha que serão escritos. Desentendimentos profissionais, familiares, amorosos, tudo escrito.
Dívidas a serem saldadas, vendas a serem realizadas, enfim, dentro das metas a que nos propusemos, as dificuldades que estão a emperrar o desenvolvimento e a solução.
A folha com as metas já alcançadas, queimamos e sopramos as cinzas na direção do oeste, onde o sol se põe.
A folha com o que falta para realizar, vamos passar cola sobre tudo o que escrevemos, com a cola ainda molhada espalhar a canela em pó. Fazemos tudo isso, enquanto falamos para nossso cérebro ser mais ágil em seu movimento de nos dar soluções.
Quando pronto, dobramos em quadrados, até o tamanho menor possível, colocando o papel dobrado, dentro de um vidro cheio de folhas de louro.
Este vidro será colocado à céu aberto, recebendo chuva, sol, sereno, enfim energia natural.
No fim do ano, em um lindo braseiro, queimar as folhas de louro com o escrito e as cinzas serão jogadas para o norte, onde o elemento terra trabalha a riqueza colheita!
Nos falamos amanhã! Tenhas um lindo dia!
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Sem trégua
Ontem, fui acompanhar minha filha ao supermercado, resolvi ficar esperando dentro do carro. Estava acompanhando o jogo, através do rádio, de meu time, o Internacional, aqui de Porto Alegre.
O carro ficou estacionado em uma praça, à sombra de árvores frondosas. Eu estava bem, acompanhando atentamente o jogo, quando meu olhar foi atraído, puxado! Um homem de meia idade, envelhecido pela aparente pobreza, sentou em um dos bancos da praça. A bengala onde ele se apoiava para andar, foi largada no chão e ele não a pegou, lá ficou. Acendeu um cigarro e começou a observar as pessoas ao redor, ele me viu, dentro do carro, mas não prestou atenção em mim. Uns minutos depois que ele chegara, tempo do meu time fazer um gol, duas crianças chegaram na praça e se juntaram ao homem , que fumava displicente seu cigarro. A menina devia ter uns onze anos, o menino, apesar de baixinho, uns doze anos de idade. Ela tocou na pérna do homem, carinhosa. Eu imaginara ser o velho, avô das crianças, mas quando ela tocou a perna dele, um arrepio passou por meu corpo e apertei minhas pernas, uma contra a outra fortemente.
-Mas que inferno!
Este foi meu primeiro pensamento. É domingo, estou em lazer!
Não adiantou nada, a vida, inexorável, com seu quadro real, puxou minha sensibilidade, lá me fui, aprender, aprender, aprender.
O velho deu um cigarro para a menina, que ele acendeu no dele, ela colocou nos lábios e deu uma tragada profunda, rindo ao soltar a fumaça. Ele então deu um cigarro para o menino, este ele não acendeu. Ela passou a mão com malícia, para meu espanto nele. Em seguida, as duas crianças, fumando com arte seus cigarros, se dirigiram aos balanços e ficaram lá, rindo e balançando seus corpos, como se crianças fossem, o que provava o contrário era aquele cigarro que não acabava nunca.
Respirei fundo. Antigamente, eu teria descido da comodidade de meu carro, e teria ido falar com aquele homem . Ontem, eu deixei as lágrimas rolarem em meu rosto, num choro quente e manso. Lembrei das palavras do taxista que as vezes me leva para casa... o problema daqui, é a prostituição infantil...
Nossa, nossa, nossa.... testemunha silenciosa, orei com todas as forças de minha alma... senti vontade de matar, é sério, aquele ser podre, que deu o cigarro para os dois seres em evolução, era para serem crianças.
Este é meu mundo,teu mundo, nosso planeta!
Rápidamente, meu cérebro foi buscar o equilíbrio da culpa, em mim. O que estou fazendo para ajudar esta sociedade a evoluir? Deus cósmico, que inferno pode ser estar aqui!
Minha filha vinha vindo, com sacolas das compras, apressada, preocupada em ter deixado a mãe esperando.
Sequei as lágrimas de meu rosto, a luz do dia, deixava as lentes de meus óculos escuras. Não deixei ela perceber o sofrimento que estava vivendo naquele momento.
Mostrei para ela as crianças no balanço, rindo , já sem o cigarro. Contei à ela o que se passara, o meu estado de incapacidade real de gestar aquela realidade.
Ela com a lógica de uma libriana, começou a falar do trabalho que faço com as mulheres, há mais de trinta anos. O aprendizado, a troca vivida,onde elas aprenderam comigo, o que nãqo é ensinado nas escolas, o autoconhecimento. Lembrou de duas delas, assistentes sociais, que trabalham com crianças iguais aquelas duas , que me arrancaram de um lindo domingo de sol.
Agradeci o cuidado dela, em que eu ficasse bem, novamente. Aquilo de estar fazendo a minha parte. Voltamos para casa. Estou cá, pensando que esta situação não aconteceu à toa. Vamos ver, para onde a vida vai me levar daqui para diante, sinto que o mundo está a me chamar de volta. Será que minha programação de envelhecer em paz, não é para agora?
Nos falamos amanhã. Tenhas um lindo dia!
A propósito, hoje é segunda feira de encontro no fogo!
O carro ficou estacionado em uma praça, à sombra de árvores frondosas. Eu estava bem, acompanhando atentamente o jogo, quando meu olhar foi atraído, puxado! Um homem de meia idade, envelhecido pela aparente pobreza, sentou em um dos bancos da praça. A bengala onde ele se apoiava para andar, foi largada no chão e ele não a pegou, lá ficou. Acendeu um cigarro e começou a observar as pessoas ao redor, ele me viu, dentro do carro, mas não prestou atenção em mim. Uns minutos depois que ele chegara, tempo do meu time fazer um gol, duas crianças chegaram na praça e se juntaram ao homem , que fumava displicente seu cigarro. A menina devia ter uns onze anos, o menino, apesar de baixinho, uns doze anos de idade. Ela tocou na pérna do homem, carinhosa. Eu imaginara ser o velho, avô das crianças, mas quando ela tocou a perna dele, um arrepio passou por meu corpo e apertei minhas pernas, uma contra a outra fortemente.
-Mas que inferno!
Este foi meu primeiro pensamento. É domingo, estou em lazer!
Não adiantou nada, a vida, inexorável, com seu quadro real, puxou minha sensibilidade, lá me fui, aprender, aprender, aprender.
O velho deu um cigarro para a menina, que ele acendeu no dele, ela colocou nos lábios e deu uma tragada profunda, rindo ao soltar a fumaça. Ele então deu um cigarro para o menino, este ele não acendeu. Ela passou a mão com malícia, para meu espanto nele. Em seguida, as duas crianças, fumando com arte seus cigarros, se dirigiram aos balanços e ficaram lá, rindo e balançando seus corpos, como se crianças fossem, o que provava o contrário era aquele cigarro que não acabava nunca.
Respirei fundo. Antigamente, eu teria descido da comodidade de meu carro, e teria ido falar com aquele homem . Ontem, eu deixei as lágrimas rolarem em meu rosto, num choro quente e manso. Lembrei das palavras do taxista que as vezes me leva para casa... o problema daqui, é a prostituição infantil...
Nossa, nossa, nossa.... testemunha silenciosa, orei com todas as forças de minha alma... senti vontade de matar, é sério, aquele ser podre, que deu o cigarro para os dois seres em evolução, era para serem crianças.
Este é meu mundo,teu mundo, nosso planeta!
Rápidamente, meu cérebro foi buscar o equilíbrio da culpa, em mim. O que estou fazendo para ajudar esta sociedade a evoluir? Deus cósmico, que inferno pode ser estar aqui!
Minha filha vinha vindo, com sacolas das compras, apressada, preocupada em ter deixado a mãe esperando.
Sequei as lágrimas de meu rosto, a luz do dia, deixava as lentes de meus óculos escuras. Não deixei ela perceber o sofrimento que estava vivendo naquele momento.
Mostrei para ela as crianças no balanço, rindo , já sem o cigarro. Contei à ela o que se passara, o meu estado de incapacidade real de gestar aquela realidade.
Ela com a lógica de uma libriana, começou a falar do trabalho que faço com as mulheres, há mais de trinta anos. O aprendizado, a troca vivida,onde elas aprenderam comigo, o que nãqo é ensinado nas escolas, o autoconhecimento. Lembrou de duas delas, assistentes sociais, que trabalham com crianças iguais aquelas duas , que me arrancaram de um lindo domingo de sol.
Agradeci o cuidado dela, em que eu ficasse bem, novamente. Aquilo de estar fazendo a minha parte. Voltamos para casa. Estou cá, pensando que esta situação não aconteceu à toa. Vamos ver, para onde a vida vai me levar daqui para diante, sinto que o mundo está a me chamar de volta. Será que minha programação de envelhecer em paz, não é para agora?
Nos falamos amanhã. Tenhas um lindo dia!
A propósito, hoje é segunda feira de encontro no fogo!
sábado, 24 de setembro de 2011
Envelhecer
Não importa quantos anos tenhamos hoje, todos nós, um dia, vamos envelhecer!
Rejane, sim igual ao meu nome, é uma mulher com setenta anos de idade. Este caso é veríssimo. Ela criou os filhos, quatro, teve um casamento duradouro, hoje é viúva. Eu a conheci, quando, nesta semana fui fazer um trabalho voluntário, em um lar para idosos, aqui no Rio Grande do Sul. Poderia ser em qualquer lugar, quem faz esta história é Rejane, não um simples lar para idosos.
Com outros voluntários, minha participação foi de ouvir suas histórias.E à minha maneira, dar um up, em suas vidas, os ensinando alguns exercícios de meditação e bem estar.
Como sempre, em minha vida, ao chegar em um lugar, identifico logo , alguém especial, para aprender o que busco em todos os cantos deste planeta.
Logo a figura elegante e perfumada desta mulher, chamou minha atenção. Atenciosa para com todos, mas na dela, adorei detectar este comportamento tão meu. Quando perguntei seu nome e ela falou, fiquei muito feliz, temos o mesmo nome!
Terminei com sucesso o que fôra fazer naquele lar, perguntei à ela se poderiamos conversar, sentamos no avarandado lateral da casa, onde pudemos conversar sossegadamente.
Sua história é tal qual falei no início, bem casada, psicóloga aposentada, filhos e netos, enfim uma rica família. Perguntei porque estava naquele lugar. Já visitei muitos lares para pessoas da terceira idade e aquele era muito bem cuidado, limpo e com acomodações excelentes.
Ela falou que pagava mais, porque quis um quarto só para ela. Em nenhum momento senti triste suas palavras, muito antes pelo contrário, uma mulher de bem com a vida.
Pedi que ela falasse de si, eu a escutaria atentamente, sempre pergunto o que as pessoas têm para de ensinar, com ela não seria diferente. Seu depoimento...
- "Já fazem dois anos que moro aqui. Quando fiquei viúva, algo muito profundo aconteceu comigo. Não quis que meus filhos e netos se preocupassem comigo. Além de precisar de recolhimento, ouvir a mesma língua, tornou-se imprescindível. E não é uma linguagem rara, é a fala do corpo físico degenerando, no meu caso, graças à Deus, muito lentamente!
Gosto daqui, de fechar a porta de meu quarto e entrar em meu mundo passado, presente e curiosidade quanto ao futuro. Uma vez por ano, viajo com amigas, queremos conhecer o que pudermos deste grande Brasil. Quando meus filhos e netos vêm me ver, adoro! Quando vão embora, adoro!
Mas o mais importante, é estar com estas pessoas, que como eu, estão envelhecendo!
Nos ajudamos uns aos outros. Tenho uma conhecida, fica no quarto com mais tres mulheres, o filho morreu e não havia ninguém para pagar o lar, eu posso, tenho condições, pago para ela.
Te falo isso, para entenderes minha felicidade em ainda poder ser útil para alguém como eu, entendes?"
Falamos ainda uma meia hora, uma atendente nos trouxe chá de folhas de bergamoteira e abacaxi, uma delícia. Ao nos despedirmos, seu abraço acolhedor, transmitiu uma vibração de luz que é o que sinto quando estou ao redor do fogo com minhas irmãs bruxas
Assim como, estamos vivendo momentos de tremenda transformação cultural, adorei ver que nesta geração que é a minha e a da Rejane, morrem as velhas infelizes, e surgem, atraves de nós, mulheres que envelhecem de uma maneira simples, autosustentável e feliz!
Quis passar para ti mais uma experiência de minha vida, talvez por ter ficado com minha mãe de oitenta e quatro anos, durante cinco dias seguidos, para minha irmã, que cuida dela descansar.
Jamais, enquanto lúcida for, farei isso com minha família! Precisar que um membro dela , família, abra mão de sua vida para cuidar de mim... he he he jamais!
Tenhas um lindo dia! Não esqueça, seja quanto for tua idade, programa tua velhice! Merecemos a felicidade até o último suspiro, de nossas vidas!
Até amanhã!
Rejane, sim igual ao meu nome, é uma mulher com setenta anos de idade. Este caso é veríssimo. Ela criou os filhos, quatro, teve um casamento duradouro, hoje é viúva. Eu a conheci, quando, nesta semana fui fazer um trabalho voluntário, em um lar para idosos, aqui no Rio Grande do Sul. Poderia ser em qualquer lugar, quem faz esta história é Rejane, não um simples lar para idosos.
Com outros voluntários, minha participação foi de ouvir suas histórias.E à minha maneira, dar um up, em suas vidas, os ensinando alguns exercícios de meditação e bem estar.
Como sempre, em minha vida, ao chegar em um lugar, identifico logo , alguém especial, para aprender o que busco em todos os cantos deste planeta.
Logo a figura elegante e perfumada desta mulher, chamou minha atenção. Atenciosa para com todos, mas na dela, adorei detectar este comportamento tão meu. Quando perguntei seu nome e ela falou, fiquei muito feliz, temos o mesmo nome!
Terminei com sucesso o que fôra fazer naquele lar, perguntei à ela se poderiamos conversar, sentamos no avarandado lateral da casa, onde pudemos conversar sossegadamente.
Sua história é tal qual falei no início, bem casada, psicóloga aposentada, filhos e netos, enfim uma rica família. Perguntei porque estava naquele lugar. Já visitei muitos lares para pessoas da terceira idade e aquele era muito bem cuidado, limpo e com acomodações excelentes.
Ela falou que pagava mais, porque quis um quarto só para ela. Em nenhum momento senti triste suas palavras, muito antes pelo contrário, uma mulher de bem com a vida.
Pedi que ela falasse de si, eu a escutaria atentamente, sempre pergunto o que as pessoas têm para de ensinar, com ela não seria diferente. Seu depoimento...
- "Já fazem dois anos que moro aqui. Quando fiquei viúva, algo muito profundo aconteceu comigo. Não quis que meus filhos e netos se preocupassem comigo. Além de precisar de recolhimento, ouvir a mesma língua, tornou-se imprescindível. E não é uma linguagem rara, é a fala do corpo físico degenerando, no meu caso, graças à Deus, muito lentamente!
Gosto daqui, de fechar a porta de meu quarto e entrar em meu mundo passado, presente e curiosidade quanto ao futuro. Uma vez por ano, viajo com amigas, queremos conhecer o que pudermos deste grande Brasil. Quando meus filhos e netos vêm me ver, adoro! Quando vão embora, adoro!
Mas o mais importante, é estar com estas pessoas, que como eu, estão envelhecendo!
Nos ajudamos uns aos outros. Tenho uma conhecida, fica no quarto com mais tres mulheres, o filho morreu e não havia ninguém para pagar o lar, eu posso, tenho condições, pago para ela.
Te falo isso, para entenderes minha felicidade em ainda poder ser útil para alguém como eu, entendes?"
Falamos ainda uma meia hora, uma atendente nos trouxe chá de folhas de bergamoteira e abacaxi, uma delícia. Ao nos despedirmos, seu abraço acolhedor, transmitiu uma vibração de luz que é o que sinto quando estou ao redor do fogo com minhas irmãs bruxas
Assim como, estamos vivendo momentos de tremenda transformação cultural, adorei ver que nesta geração que é a minha e a da Rejane, morrem as velhas infelizes, e surgem, atraves de nós, mulheres que envelhecem de uma maneira simples, autosustentável e feliz!
Quis passar para ti mais uma experiência de minha vida, talvez por ter ficado com minha mãe de oitenta e quatro anos, durante cinco dias seguidos, para minha irmã, que cuida dela descansar.
Jamais, enquanto lúcida for, farei isso com minha família! Precisar que um membro dela , família, abra mão de sua vida para cuidar de mim... he he he jamais!
Tenhas um lindo dia! Não esqueça, seja quanto for tua idade, programa tua velhice! Merecemos a felicidade até o último suspiro, de nossas vidas!
Até amanhã!
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