Existem dois tipos: a existencial e a física.
Na solidão existencial, mesmo que nosso círculo familiar, social e profissional sejam enormes, ela entra de uma maneira profunda, nos jogando a kilometros de distância de tudo e todos que nos rodeiam.
Perceber o que acontece, nos situando dentro e fora do contexto, é o passo fundamental, para vivermos esta realidade sem culpa e sem cobrança.
Olharmos com carinho o mundo que construimos, quando sentimos que não estamos mais dele fazendo parte (mesmo que momentaneamente) e nos isolarmos no silêncio de nossas atitudes, exige sermos pura arte, ao fazer isso, sem magoar quem está conosco. Mas é importantíssimo que nos permitamos esta solidão, e nosso recolhimento(mesmo que por segundos) seja vivenciado sómente por nós. Esta arte é acionada, quando a linguagem que é falada onde nos encontramos, se torne sem significado, sem conteúdo e sem a mínima lógica. Ao nos "retirarmos" damos um tempo para nós mesmas(os) e podemos retornar ao convívio capazes de manter os relacionamentos inerentes à nossa vida!
A solidão física, que hoje é muito comum, exige mais de nós. Ela exige movimento físico, precisamos ir em busca de seres humanos, que nem nós, que dêem o mínimo eco, ao mínimo som que consigamos fazer. Neste tipo de solidão, existe o perigo de nos tornarmos esquizofrenicos, rabugentos e amargurados. Quando somente nossa voz, ou de máquinas tipo televisão, rádio, computador,ou até o latido do cão ou gato domésticos, enchem o silencio ao nosso redor, está na hora de lembrarmos que nós, os humanos, somos seres sociais. Que desde os primórdios, tempo das cavernas, o grupo andava junto.Sobrevivencia que se adequa ao século que estamos vivendo, só que hoje a sobrevivencia é da sanidade mental e lá era da própria vida!
Também muito importante, tanto na física quanto na existencial, achar o meio termo, aliás como em
tudo, equilibrio; Os dois tipos, tem momentos que são necessários, para alinharmos nosso ritmo com o do mundo, ao nosso redor.
Hoje sinto a solidão existencial, já fiz minha viagem equilibrio, voltei e encontrei o núcleo humano parceiro, sem cobrança! Agradeço a cada minuto ter a idade que tenho,ter construido ao redor, do geito que está e, principalmente ser merecedora do respeito, por todos que fazem parte da história da rejane!
É domingo! Qual tua solidão neste instante?
Nos falamos amanhã! Tens um lindo dia!
O Auto conhecimento é a chave para a conquista do sucesso.
domingo, 16 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Parabéns
Hoje, dia catorze de outubro, minha filha mais velha completa trinta e cinco anos!
O caminho que esta filha escolheu para trilhar, é árduo! Autêntica libriana, tem a justiça como guia, isso traz muitos desafios, pois às vezes ela parece uma patrola, que passa por cima de tudo, com a sua verdade e justiça como parâmetro, sempre.
E eu, com os cinquenta e sete anos de vida por aqui, observo, quieta, esta caminhada. Sei que o desafio de uma mulher libriana é entender o tempo das coisas acontecerem e a sabedoria em aceitar este tempo.
Meu desejo para ela, neste dia, é que use a comprensão e a aceitação do tempo de cada um, e pare de passar a patrola ou o rôdo, nas situações, como ela é conhecida, nas fogueiras!
Também agradecer à ela, me manter sua amiga. Para mim, ela é minha melhor amiga, conseguimos sobreviver com esta cumplicidade, à revelia dos percalços do cotidiano.
Então, aproveitando a benção de poder estar aqui, ver esta semente que saiu de mim, ser uma filha tão amorosa, partilho contigo, este tesouro entre mãe e filha. A sabedoria de permitir que a cumplicidade sobreviva!
O dna vai sendo aprimorado, com um "azeite de oliva refinadíssimo" que faz as emoções e a razão, deslizarem num fluxo doce e persistente!
Nos falamos amanhã! tenhas um lindo dia!
Em tempo....................
Minha mãe está aqui do meu lado, e quiz colocar seu pensamento à respeito... Ela tem oitenta e quatro anos, e sei que vais ler com atenção o pensamento dela.
Lá vai!
"Por ter com minhas quatro filhas vivas amizade, desejo que continue para sempre, nas (os) netas(os), bisnetas(os) esta tradição. Família que reza junta, vive seus problemas e suas conquistas junta, e cultua amor e carinho entre todos.
E meu filho do coração Adel querido, a quem agradeço poder viver com ele a relação mãe e filho homem que não tive , de sangue".
O caminho que esta filha escolheu para trilhar, é árduo! Autêntica libriana, tem a justiça como guia, isso traz muitos desafios, pois às vezes ela parece uma patrola, que passa por cima de tudo, com a sua verdade e justiça como parâmetro, sempre.
E eu, com os cinquenta e sete anos de vida por aqui, observo, quieta, esta caminhada. Sei que o desafio de uma mulher libriana é entender o tempo das coisas acontecerem e a sabedoria em aceitar este tempo.
Meu desejo para ela, neste dia, é que use a comprensão e a aceitação do tempo de cada um, e pare de passar a patrola ou o rôdo, nas situações, como ela é conhecida, nas fogueiras!
Também agradecer à ela, me manter sua amiga. Para mim, ela é minha melhor amiga, conseguimos sobreviver com esta cumplicidade, à revelia dos percalços do cotidiano.
Então, aproveitando a benção de poder estar aqui, ver esta semente que saiu de mim, ser uma filha tão amorosa, partilho contigo, este tesouro entre mãe e filha. A sabedoria de permitir que a cumplicidade sobreviva!
O dna vai sendo aprimorado, com um "azeite de oliva refinadíssimo" que faz as emoções e a razão, deslizarem num fluxo doce e persistente!
Nos falamos amanhã! tenhas um lindo dia!
Em tempo....................
Minha mãe está aqui do meu lado, e quiz colocar seu pensamento à respeito... Ela tem oitenta e quatro anos, e sei que vais ler com atenção o pensamento dela.
Lá vai!
"Por ter com minhas quatro filhas vivas amizade, desejo que continue para sempre, nas (os) netas(os), bisnetas(os) esta tradição. Família que reza junta, vive seus problemas e suas conquistas junta, e cultua amor e carinho entre todos.
E meu filho do coração Adel querido, a quem agradeço poder viver com ele a relação mãe e filho homem que não tive , de sangue".
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Respeito
Seja qual for a idade terrena que tenhamos, existe uma palavra que torna toda e qualquer experiência, aqui neste planeta, mais fácil. A palavra chave é respeito!
Lembra de ti quando criança, onde os transtornos de personalidade são formados, toda a sequência que vem daí, negativa, resulta da falta de respeito que alguém teve contigo.
Observa tua vida, analisa os detalhes de situações que vivestes de profundo desgaste, vais encontrar ali, alguém que cometeu a ausência do respeito.
De igual forma, seja corajosa(o) e busca em teu passado, as amizades perdidas, os empregos frustrados, veja onde e em que momento não tivestes respeito com a outra ou outras pessoas e como ficou tal uma tatuagem em tua pele, situaçoes amargas que se perpetuam no tempo.
Ontem, no fogo, esta foi a palavra mestra, que trabalhamos com toda a nossa capacidade de transcendência. Todas os seres que estiveram a participar, foram unânimes na soma de força de expansão da atitude aqui denominada respeito!
Decidi por ter sido algo tão intenso, partilhar contigo, o que foi vivido ontem...
cada um de nós, possui o que chamamos de livre arbítrio, isto demanda resultados que se somam àos de bilhões de outras pessoas que vivem aqui na Terra, como humanas. Imagina que tu cometas algo que seja desrespeitar outro ser , o que provoca em cadeia expansiva, quando entre tantos outros humanos, digamos que um por cento faça no exato instante que tu, a mesma coisa.
Assim como ontem a noite expandimos respeito para além de nós, imagina que positivo outros grupos fazendo a mesma coisa.
Para entenderes melhor, pega um relacionamento teu, onde tu ou a outra pessoa tenham feito isso, desrespeitado por um momento que tenha sido, um ao outro. Entendes o que digo, quando fica em ti a sensação de tristeza, ou mágoa, ou até sentimentos outros que nem vale a pena citar...
É isso, convoco os seres de boa vontade, que como eu vivem aqui, agora, neste momento, e peço que busquem controlar suas atitudes, assim como está sendo regra de vida para mim.
Geralmente antes do ato físico, vem o verbo, a palavra. Pensa antes de falar, te colocas no lugar da outra pessoa e em nome de uma expansão de evolução neste planeta, sejamos respeito, dividido e multiplicado por respeito. Assim, mesmo que não façamos parte de Ongs transformadoras, estaremos no silêncio de nossa rotina, somando em um mundo melhor.
Grata por existires, aí do outro lado, grata pela luz que multiplicamos quando ativamos a cumplicidade de aprendizado e trocamos conhecimento.Sou Rejane e agradeço!
Até amanhã! Tens um lindo dia!
Lembra de ti quando criança, onde os transtornos de personalidade são formados, toda a sequência que vem daí, negativa, resulta da falta de respeito que alguém teve contigo.
Observa tua vida, analisa os detalhes de situações que vivestes de profundo desgaste, vais encontrar ali, alguém que cometeu a ausência do respeito.
De igual forma, seja corajosa(o) e busca em teu passado, as amizades perdidas, os empregos frustrados, veja onde e em que momento não tivestes respeito com a outra ou outras pessoas e como ficou tal uma tatuagem em tua pele, situaçoes amargas que se perpetuam no tempo.
Ontem, no fogo, esta foi a palavra mestra, que trabalhamos com toda a nossa capacidade de transcendência. Todas os seres que estiveram a participar, foram unânimes na soma de força de expansão da atitude aqui denominada respeito!
Decidi por ter sido algo tão intenso, partilhar contigo, o que foi vivido ontem...
cada um de nós, possui o que chamamos de livre arbítrio, isto demanda resultados que se somam àos de bilhões de outras pessoas que vivem aqui na Terra, como humanas. Imagina que tu cometas algo que seja desrespeitar outro ser , o que provoca em cadeia expansiva, quando entre tantos outros humanos, digamos que um por cento faça no exato instante que tu, a mesma coisa.
Assim como ontem a noite expandimos respeito para além de nós, imagina que positivo outros grupos fazendo a mesma coisa.
Para entenderes melhor, pega um relacionamento teu, onde tu ou a outra pessoa tenham feito isso, desrespeitado por um momento que tenha sido, um ao outro. Entendes o que digo, quando fica em ti a sensação de tristeza, ou mágoa, ou até sentimentos outros que nem vale a pena citar...
É isso, convoco os seres de boa vontade, que como eu vivem aqui, agora, neste momento, e peço que busquem controlar suas atitudes, assim como está sendo regra de vida para mim.
Geralmente antes do ato físico, vem o verbo, a palavra. Pensa antes de falar, te colocas no lugar da outra pessoa e em nome de uma expansão de evolução neste planeta, sejamos respeito, dividido e multiplicado por respeito. Assim, mesmo que não façamos parte de Ongs transformadoras, estaremos no silêncio de nossa rotina, somando em um mundo melhor.
Grata por existires, aí do outro lado, grata pela luz que multiplicamos quando ativamos a cumplicidade de aprendizado e trocamos conhecimento.Sou Rejane e agradeço!
Até amanhã! Tens um lindo dia!
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Autobiografia
Como de hábito, vou falar de mais uma de minhas experiências com os mundos paralelos.
Resolvemos, meu marido e eu, passar um fim de semana acampando.
Escollhemos um local em Tres Coroas, uma pequena cidade aqui do interior do Rio Grande do Sul. O local...um camping à beira rio, com total infra estrutura. Já tinhamos os quatro filhos.
Ao chegarmos, a ocupação de todos foi instalar uma barraca emprestada, de dois quartos. Muito trabalho!
O dia transcorreu perfeito, a natureza maravilhosa, e as pessoas que lá estavam também acampando, educadas .
Quando anoiteceu, o lampião que levamos foi aceso, e a alimentação correu normalmente. Quando tudo ficou acomodado, limpo e no lugar, apagamos o lampião e o espetáculo mais lindo que vi em minha vida se apresentou para nós!
Onde o rio fazia uma curva, foi onde instalamos a barraca. Do outro lado do rio, de uns oito metros de largura, e bem caudaloso, havia um paredão verde, forte, pujante, que até então só olháramos rapidamente.
Pois foi ali, nele, que o espetáculo aconteceu...
Centenas, milhares de vagalumes, acendendo e apagando suas luzinhas, se expandiu, à nossa frente, com o lampião apagado.
As crianças adormeceram em seguida, os quatro, estavam muito cansados, afinal passaram a maior parte do dia dentro do rio. Meu marido também foi deitar, e fiquei sósinha, a sensação que eu tinha era que alguém estava sincronizando aquela alegoria de luzes, pois identifiquei um certo padrão rítmico naquilo tudo.
O barulho do rio foi ficando mais manso e grave. Um som se sobressaiu ao barulho do rio. Era um som agudo de tres paradas. Eu permaneci sentada, sentindo o tradicional arrepio em minha nuca, detector de contatos a serem feitos.
Respirei com mais lentidão, falei baixinho meu mantra "sou rejane aprendiz" e esperei. Não foi preciso muito tempo. Levou só alguns minutos. Eles apareceram aos poucos. Primeiro um, depois mais dois e depois comecei a perder a conta. Eram pequenos gnomos e gnomas, atarefadíssimos, andando por todos os cantos e resmungando muito quando viam algum lixo por ali. Dei graças aos meus filhos, estavam na escola de escoteiros, onde os tres mais velhos eram lobinhos e o hábito de deixar tudo limpo ao redor, deixou o povo gnomo sorridente para comigo.
Fiquei quieta, sem emitir um som, além da minha respiração. Não queria que fossem embora, gostaria muito que meus filhos os vissem, mas não foi como eu queria, é óbvio! Eles sentaram na grama, há um metro de mim, ficamos olhando os vagalumes piscando e iluminando sim e não, sim e não, ao redor!
Meus olhos ficaram marejados, e olhei com muito carinho e respeito para eles, gnomos guardiães daquele lugar. Agradeci poder estar ali, agradeci ter meu coração limpo para poder enxergá-los e agradeci morar em um estado onde os elementais ainda gostam de estar!
De repente, senti um sono tão grande, que meus olhos ficavam abertos com muito esforço, então resolvi recostar na rede, e adormeci em seguida.
Acordei com meu marido tocando meu corpo,e preocupado com minha coluna torta de dormir na rede. Senti o calor da manta de lã, cobrindo meu corpo. Agradeci à ele, que surpreso falou que dormira toda a noite e nem vira que eu não deitara ao seu lado.
Com o olhar, busquei as árvores frondosas da mata ao nosso redor, e agradeci o carinho da coberta. Expandi um jato forte de luz cor de rosa, para meus amigos elementais, e fui lidar em mais um dia com minha família.
Isso aconteceu em uma primavera, lua cheia, há quinze anos atrás!
Nos falamos amanhã! Tenhas um lindo dia!
Resolvemos, meu marido e eu, passar um fim de semana acampando.
Escollhemos um local em Tres Coroas, uma pequena cidade aqui do interior do Rio Grande do Sul. O local...um camping à beira rio, com total infra estrutura. Já tinhamos os quatro filhos.
Ao chegarmos, a ocupação de todos foi instalar uma barraca emprestada, de dois quartos. Muito trabalho!
O dia transcorreu perfeito, a natureza maravilhosa, e as pessoas que lá estavam também acampando, educadas .
Quando anoiteceu, o lampião que levamos foi aceso, e a alimentação correu normalmente. Quando tudo ficou acomodado, limpo e no lugar, apagamos o lampião e o espetáculo mais lindo que vi em minha vida se apresentou para nós!
Onde o rio fazia uma curva, foi onde instalamos a barraca. Do outro lado do rio, de uns oito metros de largura, e bem caudaloso, havia um paredão verde, forte, pujante, que até então só olháramos rapidamente.
Pois foi ali, nele, que o espetáculo aconteceu...
Centenas, milhares de vagalumes, acendendo e apagando suas luzinhas, se expandiu, à nossa frente, com o lampião apagado.
As crianças adormeceram em seguida, os quatro, estavam muito cansados, afinal passaram a maior parte do dia dentro do rio. Meu marido também foi deitar, e fiquei sósinha, a sensação que eu tinha era que alguém estava sincronizando aquela alegoria de luzes, pois identifiquei um certo padrão rítmico naquilo tudo.
O barulho do rio foi ficando mais manso e grave. Um som se sobressaiu ao barulho do rio. Era um som agudo de tres paradas. Eu permaneci sentada, sentindo o tradicional arrepio em minha nuca, detector de contatos a serem feitos.
Respirei com mais lentidão, falei baixinho meu mantra "sou rejane aprendiz" e esperei. Não foi preciso muito tempo. Levou só alguns minutos. Eles apareceram aos poucos. Primeiro um, depois mais dois e depois comecei a perder a conta. Eram pequenos gnomos e gnomas, atarefadíssimos, andando por todos os cantos e resmungando muito quando viam algum lixo por ali. Dei graças aos meus filhos, estavam na escola de escoteiros, onde os tres mais velhos eram lobinhos e o hábito de deixar tudo limpo ao redor, deixou o povo gnomo sorridente para comigo.
Fiquei quieta, sem emitir um som, além da minha respiração. Não queria que fossem embora, gostaria muito que meus filhos os vissem, mas não foi como eu queria, é óbvio! Eles sentaram na grama, há um metro de mim, ficamos olhando os vagalumes piscando e iluminando sim e não, sim e não, ao redor!
Meus olhos ficaram marejados, e olhei com muito carinho e respeito para eles, gnomos guardiães daquele lugar. Agradeci poder estar ali, agradeci ter meu coração limpo para poder enxergá-los e agradeci morar em um estado onde os elementais ainda gostam de estar!
De repente, senti um sono tão grande, que meus olhos ficavam abertos com muito esforço, então resolvi recostar na rede, e adormeci em seguida.
Acordei com meu marido tocando meu corpo,e preocupado com minha coluna torta de dormir na rede. Senti o calor da manta de lã, cobrindo meu corpo. Agradeci à ele, que surpreso falou que dormira toda a noite e nem vira que eu não deitara ao seu lado.
Com o olhar, busquei as árvores frondosas da mata ao nosso redor, e agradeci o carinho da coberta. Expandi um jato forte de luz cor de rosa, para meus amigos elementais, e fui lidar em mais um dia com minha família.
Isso aconteceu em uma primavera, lua cheia, há quinze anos atrás!
Nos falamos amanhã! Tenhas um lindo dia!
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Direito de ir e vir
Moro em um país abençoado por Deus e bonito por natureza!
Estas palavras cantadas por Caetano e Gil, falam do tesouro que eu partilho com milhões de outras pessoas, ser brasileira!
O fato de residir no Rio Grande do Sul, sobra a linha paralelo trinta graus sul, torna minha existência humana, tão plena, que as vezes tenho que respirar profundamente, para equilibrar a energia intensa desta região.
Ontem à noite, fui jantar com mulheres com M Maiúsculo! era para ser um encontro light, conhecer amigas de uma irmã muito querida minha. Nove mulheres, saboreando um rizoto de camarão e lula delicioso, feito por uma maga na cozinha!
E isso, quero partilhar contigo, exercendo o direito de ir e vir, que neste país amadíssimo, é lei, encontrei mulheres aguerridas, corajosas e mutantes, que nem eu!
Partilho contigo, que les este blog, esse movimento, não te deixes acomodar pela rotina, em tua vida!
Aproveita a liberdade que possuimos, até então, não tenho ciência de que alguem que leia este blog, seja tolhido da liberdade pessoal. Então, movimenta teu corpo, te permitas buscar, procurar, outros seres que falem tua língua!
É tempo de aglutinação, os iguais estão se encontrando e desenvolvendo a linguagem de identificação.
Já falei antes, estamos vivendo o fim da era escura, de sofrer muito, novo tempo está a começar. A evolução da consciência é necessária, e quando ouvimos seres que falam familiarmente conosco, estamos formando mais um elo da corrente evolutiva.
Te permitas este movimento. Não fica gemendo, ou te excluindo da troca por achares que tua cota de troca está cumprida. Enquanto aqui, vivendo aqui, fazemos parte.
O carinho e o prazer que vivi ontem à noite, tu também podes viver. E eu tenho cinquenta e sete anos!
Te desejo hoje, o movimento do encontro, de almas gemeas, faz tua parte, te movimenta!
Tenhas um lindo dia!
Até amanhã!
Estas palavras cantadas por Caetano e Gil, falam do tesouro que eu partilho com milhões de outras pessoas, ser brasileira!
O fato de residir no Rio Grande do Sul, sobra a linha paralelo trinta graus sul, torna minha existência humana, tão plena, que as vezes tenho que respirar profundamente, para equilibrar a energia intensa desta região.
Ontem à noite, fui jantar com mulheres com M Maiúsculo! era para ser um encontro light, conhecer amigas de uma irmã muito querida minha. Nove mulheres, saboreando um rizoto de camarão e lula delicioso, feito por uma maga na cozinha!
E isso, quero partilhar contigo, exercendo o direito de ir e vir, que neste país amadíssimo, é lei, encontrei mulheres aguerridas, corajosas e mutantes, que nem eu!
Partilho contigo, que les este blog, esse movimento, não te deixes acomodar pela rotina, em tua vida!
Aproveita a liberdade que possuimos, até então, não tenho ciência de que alguem que leia este blog, seja tolhido da liberdade pessoal. Então, movimenta teu corpo, te permitas buscar, procurar, outros seres que falem tua língua!
É tempo de aglutinação, os iguais estão se encontrando e desenvolvendo a linguagem de identificação.
Já falei antes, estamos vivendo o fim da era escura, de sofrer muito, novo tempo está a começar. A evolução da consciência é necessária, e quando ouvimos seres que falam familiarmente conosco, estamos formando mais um elo da corrente evolutiva.
Te permitas este movimento. Não fica gemendo, ou te excluindo da troca por achares que tua cota de troca está cumprida. Enquanto aqui, vivendo aqui, fazemos parte.
O carinho e o prazer que vivi ontem à noite, tu também podes viver. E eu tenho cinquenta e sete anos!
Te desejo hoje, o movimento do encontro, de almas gemeas, faz tua parte, te movimenta!
Tenhas um lindo dia!
Até amanhã!
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Abelhas em festa
Hoje, tres de outubro, é dia da abelha! Desde pequena, minha flor preferida é a margarida e amo abelhas. Foi em um lindo dia de sol, vendo-as trabalharem nas margaridas que entendi quão importantes estes insetos são para os humanos. Era um vai e vem sem parar e eu observava aquela confusão, quando meus sentidos captaram suas conversas, ordens e logo percebi que não havia confusão alguma. E que o que parecia para mim anarquia, possuia uma lógica matemática, nas ordens executadas por todas.
O mel, comprendi no que uma criança consegue perceber, é o alimento mais sagrado e puro que a natureza nos presenteia. Ele (o mel) resulta de aproveitamento, sem sacrificio, dos elementos naturais daqui!
Quando fiz cinquenta anos de idade, a minha paciência e tolerância para com a mediocridade humana estava tão escassa! Resolvi buscar uma maneira de renovar em mim, o carinho no trato com todo e qualquer humano, e, estava pensando nisso, quando uma abelha entrou em minha casa e voou até a cozinha, onde o pote de mel que eu usara para adoçar o chá, ficara aberto.
Lógico, óbvio, pensei comigo! Colocar uma abelha em mim.
Daí em diante, como todas as decisões que determino, foi rápido. Tatuei em meu ombro direito uma linda abelha! Enquanto o tatuador trabalhava ela em mim, chamei a Abelha Rainha, e com muuuuuuuuuuuuuito respeito, pedi à ela que emprestasse doçura para meu corpo. Tive que explicar o porque, falei que estava ficando seca e sem ternura. Ela olhou com aqueles olhos enormes para mim, e aquiesceu de forma majestosa.
Quando o tatuador deu por terminada a tarefa, eu estava doída, mas muito feliz e esperançosa. De fato, ao longo dos dias, fui adquirindo o que considerava perdido, minha amorosidade e ternura!
Anos depois, li em um livro sobre os papas da igreja ( eu estava pesquisando a respeito da existência de uma papisa na igreja) quando li que na capa de veludo usada pelos papas tem muitas abelhas bordadas em fio de ouro, elas são bordadas no lado interno da capa, por isso não são visíveis.(sábios eles?)
Bem, estou falando delas hoje, simplesmente por ser seu dia! E também por querer partilhar contigo este tesouro que não é meu, é de quem quiser dele ser guardiã! Tem sempre mel em tua casa, o simples fato dele estar a lá já expande doçura em teu lar.
Um belo chá de margaridas adoçado com mel, para ti, para mim, para nós!
Tenhas um lindo dia! Até amanhã!
O mel, comprendi no que uma criança consegue perceber, é o alimento mais sagrado e puro que a natureza nos presenteia. Ele (o mel) resulta de aproveitamento, sem sacrificio, dos elementos naturais daqui!
Quando fiz cinquenta anos de idade, a minha paciência e tolerância para com a mediocridade humana estava tão escassa! Resolvi buscar uma maneira de renovar em mim, o carinho no trato com todo e qualquer humano, e, estava pensando nisso, quando uma abelha entrou em minha casa e voou até a cozinha, onde o pote de mel que eu usara para adoçar o chá, ficara aberto.
Lógico, óbvio, pensei comigo! Colocar uma abelha em mim.
Daí em diante, como todas as decisões que determino, foi rápido. Tatuei em meu ombro direito uma linda abelha! Enquanto o tatuador trabalhava ela em mim, chamei a Abelha Rainha, e com muuuuuuuuuuuuuito respeito, pedi à ela que emprestasse doçura para meu corpo. Tive que explicar o porque, falei que estava ficando seca e sem ternura. Ela olhou com aqueles olhos enormes para mim, e aquiesceu de forma majestosa.
Quando o tatuador deu por terminada a tarefa, eu estava doída, mas muito feliz e esperançosa. De fato, ao longo dos dias, fui adquirindo o que considerava perdido, minha amorosidade e ternura!
Anos depois, li em um livro sobre os papas da igreja ( eu estava pesquisando a respeito da existência de uma papisa na igreja) quando li que na capa de veludo usada pelos papas tem muitas abelhas bordadas em fio de ouro, elas são bordadas no lado interno da capa, por isso não são visíveis.(sábios eles?)
Bem, estou falando delas hoje, simplesmente por ser seu dia! E também por querer partilhar contigo este tesouro que não é meu, é de quem quiser dele ser guardiã! Tem sempre mel em tua casa, o simples fato dele estar a lá já expande doçura em teu lar.
Um belo chá de margaridas adoçado com mel, para ti, para mim, para nós!
Tenhas um lindo dia! Até amanhã!
sábado, 1 de outubro de 2011
Consciência na infância
Grata a voces que mandaram suas respostas! Seguimos então...
Quando crianças, é habito infantil, brincar com amiguinhos imaginários! Os pais, parecem permitir essa situação, até o momento que isso não lhes convenha mais. Por exemplo, até um determinado tempo, era interessante, a criança ficava em seu mundo, e não atrapalhava nas rotinas da casa.
Para falarmos sem hipocrizia, bendita televisão, videos games, etc.Isso substituiu um pouco, na geração de meus filhos o amigo imaginário.
Vamos falar da infância da minha geração (50 a 60 anos atrás)...
Brincávamos de casinha, pega pega, pula corda, amarelinha, as brincadeiras em grupo, e meus amiguinhos(as) sempre estiveram junto. Apanhamos bastante e o castigo era desculpa para nossos pais manterem seu espaço. Estando em castigo, a culpa de educar filhos ficava standbay.
A geração de meus filhos...
Foi criada solta, tanto quanto a anterior foi reprimida. Eu sempre, por enxergar o mundo paralelo, entendi os amigos(as) que acompanhavam meus filhos. Via as õutras mães colocarem seus filhos na frente da televisão e pronto. Lá em casa, a televisão era ligada em determinados horários.
A geração de meus netos...atual
São jovens que respeitam conforme a criação recebida, suas sensações diferentes, quando em situação que abra para uma experiência nova. E brincaram bastante com seus amiguinhos(as) do mundo paralelo.
Na geração de meus filhos, as crianças-índigo nasceram aos milhoes neste planeta! Crianças com a mente investigativa, aventureira, de ets aprendendo a conhecer um novo território.
Na geração de meus netos, as criança-cristal, vem com uma desenvoltura racional invejável. Inteligentíssimas, estas crianças trazem capacitação para desenvolver experiências de tele transporte.
Então, façamos um resumo, usando minha pessoa como exemplo, mas englobando toda a comunidade terrestre...
Minha consciência infantil era proibida, assustava os outros(tanto que silenciei total a respeito), a infância de meus filhos viveu a explosão de religiões explicando os anjos e os demonios. A de meus netos vive a expansão das sensações.
Podes entender o salto transcedental que estamos a viver e compreender o quanto as crianças que nascem hoje, vêm com a missão de serem os que mudam (mutantes).
E é dessas crianças, nascidas há tres anos atrás, (marco tempo hoje)que falo e alerto seus pais, para respeitarem com mais cuidado sua infância e seus amigos(as) imaginários(as). Elas vivem o limiar da nova era, é real, é agora, estamos vivendo.
A propósito, eu tenho cinquenta e sete anos e meu marido tem sessenta e um anos, meus filhos têm trinta e seis, trinta e tres, trinta e um, e vinte e nove anos respectivamente; meus netos têm dezesseis, quatorze e doze anos respectivamente.
Deixem seus filhos serem crianças, eles precisam desenvolver suas personalidade de luz, em paz!
Nos falamos amanhã! Tenham um lindo dia de sábado e domingo!
Quando crianças, é habito infantil, brincar com amiguinhos imaginários! Os pais, parecem permitir essa situação, até o momento que isso não lhes convenha mais. Por exemplo, até um determinado tempo, era interessante, a criança ficava em seu mundo, e não atrapalhava nas rotinas da casa.
Para falarmos sem hipocrizia, bendita televisão, videos games, etc.Isso substituiu um pouco, na geração de meus filhos o amigo imaginário.
Vamos falar da infância da minha geração (50 a 60 anos atrás)...
Brincávamos de casinha, pega pega, pula corda, amarelinha, as brincadeiras em grupo, e meus amiguinhos(as) sempre estiveram junto. Apanhamos bastante e o castigo era desculpa para nossos pais manterem seu espaço. Estando em castigo, a culpa de educar filhos ficava standbay.
A geração de meus filhos...
Foi criada solta, tanto quanto a anterior foi reprimida. Eu sempre, por enxergar o mundo paralelo, entendi os amigos(as) que acompanhavam meus filhos. Via as õutras mães colocarem seus filhos na frente da televisão e pronto. Lá em casa, a televisão era ligada em determinados horários.
A geração de meus netos...atual
São jovens que respeitam conforme a criação recebida, suas sensações diferentes, quando em situação que abra para uma experiência nova. E brincaram bastante com seus amiguinhos(as) do mundo paralelo.
Na geração de meus filhos, as crianças-índigo nasceram aos milhoes neste planeta! Crianças com a mente investigativa, aventureira, de ets aprendendo a conhecer um novo território.
Na geração de meus netos, as criança-cristal, vem com uma desenvoltura racional invejável. Inteligentíssimas, estas crianças trazem capacitação para desenvolver experiências de tele transporte.
Então, façamos um resumo, usando minha pessoa como exemplo, mas englobando toda a comunidade terrestre...
Minha consciência infantil era proibida, assustava os outros(tanto que silenciei total a respeito), a infância de meus filhos viveu a explosão de religiões explicando os anjos e os demonios. A de meus netos vive a expansão das sensações.
Podes entender o salto transcedental que estamos a viver e compreender o quanto as crianças que nascem hoje, vêm com a missão de serem os que mudam (mutantes).
E é dessas crianças, nascidas há tres anos atrás, (marco tempo hoje)que falo e alerto seus pais, para respeitarem com mais cuidado sua infância e seus amigos(as) imaginários(as). Elas vivem o limiar da nova era, é real, é agora, estamos vivendo.
A propósito, eu tenho cinquenta e sete anos e meu marido tem sessenta e um anos, meus filhos têm trinta e seis, trinta e tres, trinta e um, e vinte e nove anos respectivamente; meus netos têm dezesseis, quatorze e doze anos respectivamente.
Deixem seus filhos serem crianças, eles precisam desenvolver suas personalidade de luz, em paz!
Nos falamos amanhã! Tenham um lindo dia de sábado e domingo!
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